21
Set

Aveiro, primeira parte

Jéssica Pagliai @ Meu mundo


A apresentação…

Dia 11 de setembro não é apenas o aniversário se é que podemos chamar assim dos ataques terroristas aos EUA, mas também marca o dia em que cheguei aqui em Aveiro… Para ser mais exata, 2 anos que cá cheguei, hehehe.

Reparei que nunca fiz um post sobre a cidade. Que vergonha!

Por isso decidi fazer um especial aqui no blogue, pra compensar todo esse tempo.
Espero que gostem!

Começando pelo começo hehehe, Aveiro é conhecida como a Veneza de Portugal, graças aos seus famosos moliceiros.

 

Mas o que são Moliceiros?

São os barcos que circulam na Ria de Aveiro. Eram originalmente utilizados para a apanha do moliço o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas, mas hoje em dia são mais usados para fins turísticos. São típicos dessa região, e são considerados o mais elegantes mesmo com a decoração colorida e humorística.

Fábrica Campos:

O enorme pavilhão que hoje é o Centro Cultural e de Congressos da cidade. É apenas o corpo central da Fábrica de Cerâmica de Jerónimo Pereira Campos, construída entre 1915-1917, segundo desenho do arquitecto José Olímpio, do Porto. No final da década de 60 e inicio dos anos 70, a crise económica na empresa se instalou e levou ao abandono destas instalações que foram desaparecendo, tendo ficado apenas o pavilhão central que, após dispendioso mas louvável trabalho de recuperação, se converteu no actual Centro Cultural e de Congressos e, como ex-libris da cidade, evoca ainda o prestígio da tradição cerâmica em Aveiro, simbolizado pela alta chaminé da fábrica. Com a bela arquitectura desta longa fachada é a amplitude das janelas em volta inteira que se desenvolvem em três espaçosos andares, onde nasceram muitas salas e gabinetes mas, sobretudo um amplo e harmonioso anfiteatro de utilizações múltiplas que muito veio enriquecer toda a obra realizada que surpreende pela unidade dos materiais usados, dentro das tradições industriais da época e das matérias primas aveirenses.

 

 

Ria (isso mesmo, com “A” no fim, hehehe):

Nada mais é que do que o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa. Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos de água, locais de eleição para a prática de todos os desportos náuticos. Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é ainda uma das actividades tradicionais mais características da cidade de Aveiro.

 

Praça da República:

Onde concentram-se um conjunto significativo de edifícios e monumentos de valor e de referência para a cidade.

 

Jardim Infante Dom Pedro:

Um dos sítios lugares que mais gosto por aqui! O parque Infante Dom Pedro, ou Parque da Cidade, foi organizado a partir de 1862 a partir da área que pertencia ao Convento de Santo António. Foi feito um aproveitamento da ribeira que o atravessava para se criar um cenário de lagos e fontes a pontuar a área verde envolvente. Neste jardim destacam-se a avenida das tílias, o coreto em ferro e os recantos românticos junto de pontes e árvores.

 

Volto na próxima semana, com mais de Aveiro pra vocês! Hehehe

Beijos.

3 Comentários

 

3 respostas a “Aveiro, primeira parte”

  1. viviane diz:

    Que lugar legal !! Lindo. quero conhecer. Não sabia que você morava em Portugal.

  2. wilma diz:

    ihhh Je, veio a calhar,devo conhecer a sua cidade nos próximos dias, bela coincidência.

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