16
Fev

#Critica A Invenção de Hugo Cabret

Cinema

“Se você já se perguntou de onde seus sonhos vêm, basta olhar em volta. Este é o lugar onde eles são feitos” 

Acabo de ver o filme e alem de encantada, fiquei totalmente surpresa! Confesso que os trailers não me impressionaram muito tanto que antes de começar a sessão, comentei não estar com grande expectativas… E sim, estava absolutamente errada!

Eu não vou contar nada fora do que já vimos, pois fico com medo de diminuir a magia… Mas ao mesmo tempo, espero convencer o máximo de pessoas a assistir ao filme… Hehehe

Não há apenas coração, nem só mágica, saber ou prazer… Desde a primeira cena, você consegue ter uma noção, de como Scorsese é capaz de explorar o charme e a essência do 3D que hoje em dia é tão facilmente perdida em meio à abundância de filmes que se vende com o rótulo 3D. Cada objeto único se torna parte da história, e o público se imerso nesse mundo maravilhoso!

Scorsese nos leva para um outro tempo,  numa estação de comboio trem em Paris. O ambiente é o cotidiano de Hugo que mesmo parecendo quase normal para ele, para nós é um mundo totalmente diferente e simplesmente deslumbrante… É uma história tão fantástica e genuína, onde vemos o sonho de um menino à vida e ainda uma carta de amor ao cinema!

O elenco é maravilhoso: Asa Butterfield como o protagonista principal, tem olhos tão expressivos que você sente a dor quando ele muito frequentemente pensa em seu pai (interpretado por Jude Law). Ele faz uma performance incrível e tão natural que realmente chega a dar vida ao personagem complexo, perdido e triste. Chloe Moretz está muito bem como sua companheira de aventuras, e é outra jovem artista que nunca nos deixa de surpreender. E claro, temos também: Ben Kingsley, Sacha Baron Cohen, Helen McCrory, entre outros, para completar o elenco de personagens…

Este filme tem tudo: imagens lindas, super e talentoso elenco, magia, amor, coração, sentimento, emoção… Tem algo para todas as idades, e é realmente especial. Se você gosta de aventura, mistério, maravilha, e tem uma imaginação brilhante, você certamente irá se apaixonar por este filme!

E assim como diz Georges Méliès: “Venha sonhar comigo”. 

Então para resumir: Algumas pessoas podem achar “Hugo” chato e doloroso, já outras ficam hipnotizadas e inspiradas pela história… Em suma, se você preferir a versão da Disney da história da Pequena Sereia, certamente vai se decepcionar. Por outro lado, se você gosta da atenção aos detalhes e os finais não inteiramente felizes dos clássicos contos de Hans Christian Andersen tais como O soldadinho de chumbo, O patinho feio e A roupa nova do Imperador, provavelmente você vai perceber que Hugo é um filme cativante e difícil de descrever em poucas palavras… E que realmente, vive em muito mais do que três dimensões!

E se alem de tudo, você for um fã de cinema, então você vai adorar ainda mais! Afinal, quem é o fã de cinema? É a pessoa que aprecia filmes para alem do valor de entretenimento deles. Os filmes da forma como são feitos, as diferentes camadas de áudio, imagens, emoções, símbolos, fotografia, o destaque apoio, a maneira às vezes clichê dos movimentos que você pode prever, mas o ama de qualquer maneira…

Então, se você ama o cinema e magia, eu recomendo esta obra-prima. Hugo é realmente algo especial…

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 16 de fevereiro, e no Brasil em 17 de fevereiro. 

Beijos.

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10
Fev

#Critica Star Wars 3D – Episode I

Cinema

Star Wars Episódio I – A Ameaça Fantasma

Escrito, produzido e dirigido por George Lucas e é estrelado por Liam Neeson, Ewan McGregor, Natalie Portman, Jake Lloyd e Ian McDiarmid. O quarto filme da franquia lançado em Star Wars é, na verdade, o primeiro de três que levam até a Star Wars lançado em 1977.

Segue basicamente o Mestre Jedi Qui-Gon Jinn Neeson e seu aprendiz Jedi Obi-Wan Kenobi McGregor, que tem a missão de escoltar e proteger a rainha Amidala Portman de Naboo para Coruscant, na esperança de encontrarem a paz quando uma disputa comercial interplanetária começa a transbordar. Durante a viagem param em Tatooine e lá encontram um garoto chamado Anakin Skywalker. O Jedi sente a força do jovem Skywalker e recrutá-o para o grupo com a intenção de treiná-lo para se tornar um Cavaleiro Jedi. Enquanto isso, com as hostilidades estelares na galáxia e o Sith misterioso está se movendo na nova formação…

O filme tão esperado chegou em 1999 e retornou nas telonas esse ano adaptado em 3D mas, talvez sem surpresas A Ameaça Fantasma não conseguiu cumprir a expectativa de fãs de Star Wars e críticos…  Não é um grande filme, mas é uma experiência cinematográfica divertida. Com certeza, erros foram cometidos mas as cenas de ação, intrigas, as trilhas sonoras do filme foram boas o suficiente…

Após a trilogia ter cumprido seu curso, mesmo sendo livre da hype e expectativa e transformado em 3D é o tipo de filme de ficção-científica que realmente é mais gostoso de ser visto em casa, com bastante pipoca e Guaraná… E vê-lo brilhar em HD o desassocia com as memórias de ouro de 77, 80 e 83, por muito estranho que isso pareça.

Então, sim, cheio de falhas, onde peças e conjuntos ação se mantêm a meu ver longe do status de origem.  A última excelentemente marca de John Williams é a coreografia. As batalhas enchem os olhos e os ouvidos, principalmente o exército Droid contra o de Gungan, e há toda uma série de novas criaturas e alienígenas para nos familiarizar. A acusação do exagero de CGI é justa, e esta questão é um problema mais proeminente no padrão, já que a maior parte dos personagens não são humanos, o que é apenas mais uma razão para ver o que há de errado em a Ameaça Fantasma.

Então, sente, relaxe, saboreie alguns petiscos no corforto de sua casa! Honestamente? Não merece a entrada no cinema e nem a taxa 3D…

 

Então para resumir: Este não é um filme terrível. No entanto, há uma enorme distancia deste filme, com os da trilogia original, tanto cronologicamente quanto em seu impacto. Claro que existem aqueles que dirão que “a tecnologia evoluiu” ou que “se você tem a opção de utilizar vários recursos modernos, por que não usá-los?”… O problema é que os filmes antigos ainda não parecem datados e as cenas de ação em comparação a primeira trilogia ainda se realiza extremamente bem. Mas alterar a fórmula não fez com que as coisas melhorassem. Este filme é suposto ter sido anos antes de Star Wars. E acho que muitos elementos do filme parecem “anos luz à frente” o que honestamente, não faz qualquer sentido!

No entanto, houve coisas sobre esse filme que decepcionaram. Uma delas é que, apesar dos efeitos visuais impressionantes, trilha sonora forte e bons personagens, a história nunca se destacou. Ela demorou para começar o que me rendeu alguns cochilos e quando o fez, foi prejudicado pelas atuações desiguais. Liam Neeson é um ótimo ator como podemos perceber principalmente em A Lista de Schindler e o mesmo vale para Ewan McGregor. Mas, como Qui-Gon Jin e Obi Wan Kenobi, ambas as estrelas dão performances onde às vezes pareciam até constrangidas. E como eu disse, o ritmo é muito desigual, onde há alguns momentos lentos e nas cenas seguintes, apressadas… Tudo isso somado então, resulta na minha decepção.

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 09 de fevereiro, e no Brasil em 10 de fevereiro. 

Beijos.

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28
Jan

#Critica: Millennium – Os homens que não amavam as mulheres

Cinema

Millennium: A garota com a tatuagem de dragão

Como ainda não li os românces da saga Millenium de Stieg Larsson, não posso dizer como este filme é fiel ao material original e, por agora Hollywood estar obcecado com remakes confesso que minhas espectativas não eram as maiores por esse filme. E sim, estava absloutamente errada sobre isso… Hehehe

David Fincher, que também dirigiu filmes como: Clube da Luta, O Curioso Caso de Benjamin Button, e mais recentemente A Rede Social, tem um olho fantástico para o cinema e sempre impressiona com seus filmes. Misture-o com o escritor de: A Lista de Schindler e Gangues de Nova York, adicionar atores como Daniel Craig, Mara Rooney, Christopher Plummer e tantos outros, ao som da trilha de Trent Reznor&Atticus Ross (que também marcaram A Rede Social), e basei-o no livro best-seller de Stieg Larsson… O tornarão então não um remake, mas sim uma re-adaptação e resulta, na minha total e sincera opinião, no melhor filme do ano até agora.

Acho que sempre pode haver espaço para interpretações e visões diferentes, em uma nova abordagem e foi isso que a versão de Fincher se destaca, mesmo sendo mais detalhada, e curiosamente mais interessante e intensa. Criando então uma adaptação cinematográfica de Larssons enquanto best-seller e ao mesmo tempo, melhorando o material de origem sueca. Sejam quais forem as brechas ou lacunas que a adaptação anterior tinha, o filme de Fincher conseguiu preenche-la e explica-la de sua própria maneira.

Esse é um thriller soberbo e frio com a surpreendente atuação de Rooney Mara, o tornando claramente um filme sólido. O personagem exigiu uma atriz que podia interiorizar suas emoções mas, ao mesmo tempo conter uma vasta gama de sentimentos. Mara faz esta atuação tão perfeitamente, que cada olhar é carregado com profundo sentimento, como se você estivesse vendo diretamente sua alma. Capturando todo o mistério, a estranheza, a escuridão, a personalidade da mesma forma que a personagem tinha. Rooney foi tão absolutamente fantástica que a rendeu sua indicação e provável premiação ao Oscar, com seu corpo magro, penteado gótico, piercings e tatuagens excessivas e sua atitude mais agressiva, dão uma resposta mais complexa do que Lisbeth Salander retratada por Noomi Rapace. Mas é principalmente graças ao roteirista Steven Zaillian, que abrange as informações que a adaptação anterior seria simplesmente deixado passar ou então apenas falar sobre em vez de expô-la sim, assistimos a versão sueca para fazer as devidas comparações, hehehe. Fincher e Zaillian mostram seriamente o quão escura e tumultuada é a vida e as motivações de Lisbeth e por isso, para alguns esta abordagem pode ser demasiado brutal ou desnecessários. Mesmo não achando ser mais brutal do que os anteriores thrillers de Fincher, como Se7en. E este é então, a real essência do diretor, feita exclusivamente para fãs que estão confortáveis ​​com o estilo e deixando marca do uso da escuridão de um jeito fantástico.

Em The Girl With The Dragon Tattoo, tanto em seu cenário congelado e coberto de neve na Suécia quanto dentro dos maravilhosamente estranhos interiores, criam uma atmosfera inquietante que é implacável e tecnicamente perfeita. Sobre a natureza perturbadora de algumas cenas, Fincher foi sábio o suficiente para as mostrar, em todo seu horror.

As performances são ao longo de todo o filme perfeitas, graças a uma produção de elenco que fez um grande esforço para não pegar apenas grandes atores, mas sim aqueles que encarnam na própria essência de seus personagens. Os coadjuvantes são Yorick van Wageningen, que interpreta o sádico Bjurman, com credibilidade inquietante e Christopher Plummer, que é perfeito como o desesperado, Henrik Vanger. Como parte central, Daniel Craig faz seu melhor desempenho, normalmente escolhido como o herói durão Craig que nessa versão é mais moderado, mas com o mesmo charme de Mikael Blomkvist que mas também capta o aspecto fraco e submisso de seu caráter. Lisbeth Salander é uma personagem de ficção, totalmente diferente do que já se viu… Destroçada, vestida quase sempre de preto e couro, com cabelos pretos e curto, com um corpo tão leve que dá a impressão de que até o vento pode quebrá-lo, vítima de terriveis barbaridades, mas que se recusa a ser considerar como tal. Para resumir, ela é uma das personagens mais interessantes e difíceis de se reproduzir. Mas, como já me referi acima, foi brilhantemente desevolvida Rooney Mara, chegando ela a ter a própria essência da Lisbeth.

Um ponto que muitos têm comentado sobre com este filme como no livro e na versão sueca, foram dos momentos em que a violência sexual aparece na tela. Embora existam alguns momentos realmente desconfortántes, essa é a razão pela qual foram cenas sucesso. Eles realmente chocam e fazem querer desviar o olhar. E mais do que qualquer coisa, o que chega a impressionar é o humor que é adicionado… Este filme vai fazer você rir, vai quebrar seu coração e ainda te fazer querer tomar um banho, hehehe

Felizmente, a versão em inglês é cheia de cenas que eram ou desmenbrada ou completamente deixada de fora da versão sueca. No entanto, apesar de ser mais robusto, Dragon Tattoo americano é extremamente acelerado, e mesmo apressado consegue mostrar todos os pontos importantes da trama. Os personagens têm tempo para se desenvolver e crescer, a pista de averiguação faz mais sentido, e que o assassino é mais horripilante. O roteirista Zaillian soube exatamente o que deixar de fora e o que mudar. Existem pedaços mostrados no clímax do filmes,  que Lisbeth no fundo tem um alma. Assim, o filme consegue superar esse obstáculo…

No geral, The Girl With The Dragon Tattoo é um filme magistral, daquele que você deve definitivamente ver em breve. É muito bem dirigido, escrito e atuado, e consegue tudo o que se propõe a fazer. Você sente a emoção e as trevas do filme, Rooney Mara irá te surpreender com seu desempenho!

 

Então para resumir: The Girl With The Dragon Tattoo não é definitivamente um filme para quem tem coração fraco! É um filme que abalaria sua “gaiola de conforto”, e acho que o público será dividido: ou você irá realmente amá-lo, ou verdadeiramente detestá-lo, mas dificilmente haverá um meio termo. Com uma história excelente, tem uma importante missão de sensibilizar sobre violência contra as mulheres. Mara, em particular, habita Lisbeth Larsson, de um modo que Rapace não foi capaz… Ela capta silêncio Lisbeth, a natureza e alguns transtornos de personalidade, perfeitamente. Seu corpo frágil e aparência estranha corresponde à descrição do livro, se permindo ser vulnerável mas forte ao mesmo tempo. É uma performance cativante. Se alguém me perguntasse, pessoalmente, qual a versão para ver, eu teria que dizer sem hesitação que esta é a rara ocasião em que a adaptação norte-americana é superior. Sinceramente, não achava que era possível ficar tão verdadeiro para a história com menos de três horas. Tendo a edição, a direção, os tiros, tudo sobre este filme tiver sucesso, tornando-o um filme quase perfeito!

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 19 de outubro, e no Brasil em 27 de janeiro

Beijos.

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21
Jan

#Critica: As Aventuras de Tintim

Cinema

As Aventuras de Tintin: O Segredo do Licorne 

Quando era criança, assistia ao “As aventuras de Tintin” na versão animada e, esse foi meu contato com as histórias e personagens criados por Hergé. Mesmo não sendo uma super-fã de “Tintin” sempre achei que a série engraçada e interessante, mesmo que uma adaptação fiel do livro original. E, por ter feito parte da minha infância esperava tanto e ansiosamente a estreia desse filme.

As Aventuras de Tintin é um filme feito pelos cineastas mais brilhantes de Hollywood e não haviam dúvidas de que seria bom… Steven Spielberg recria sua seqüência de ação clássica, que é sua marca. E a mantém emocionante…

As performances foram excelentes: Jamie Bell realmente traz Tintin à vida, Andy Serkis é sempre perfeito em captura de movimento, e realmente rouba a cena como o Capitão Haddock, Simon Pegg e Nick Frost formam uma boa dupla, tanto que mesmo sem seus rostos são divertidos de ver e Daniel Craig faz um desempenho fascinante que com os recursos usados, o ajudaram a ter seus movimentos de forma mais extravagante mesmo que isso pareça estranho. E ainda, foi uma delícia de ver vários personagens secundários, como Alan, Nestor e, principalmente, a bela voz aguda Bianca Castafiore…

A animação é então um mistério… Embora muito bem feito, foi até em seus momentos mais lentos, fascinante. Cada cena de ação é ridiculamente emocionante e o mistério funciona suficientemente bem. As partes mais fracas poderia dizer serem as introduções ao longo dos personagens por serem muito estendidas, talvez para tornar as coisas claras, mas foi um pouco arrastando. Já a fotografia, se encaixa a animação e a câmera é trêmula, mas de uma maneira diferente.

Os créditos de abertura em que vemos as silhuetas de Tintin e Snowy dão um sabor a mais das aventuras do garoto repórter. Depois então, o cenário muda para captura de movimento que é onde o filme realmente começa. Fiquei surpresa com o funcionou bem, pois me senti na maior parte do tempo, como no mesmo ambiente escrito por Herge, apenas adaptado para três dimensões.

A história é um fio vivo, cheio de charme e humor. Conta como Tintin se junta com o Capitão Haddock para descobrir o tesouro perdido do ancestral do capitão, enquanto permanecem um passo á frente do frio e diabólico Sr. Sakharine.

Os episódios “O Caranguejo das Tenazes de Ouro” é intercalado com a trama geral de “The Secret of the Unicorn” mas esse junção é tão boa, que se torna quase que imperceptível, já que segue maioritariamente fiel à essência de seu material de origem mesmo que isso não seja levado totalmente à letra.

Emocionante, empolgante inegavelmente divertido… Uma vez que este é apenas o começo de uma série, é uma reintrodução perfeita de um personagem icônico.

Embora uma grande parte do humor é destinado a crianças, adultos vão desfrutar ao mesmo tempo de um humor mais maduro… Cheio de ação, pede que se dê alguma credibilidade, para apreciar perfeitamente o desenrolar dos acontecimentos. Encontrando uma verdadeira recriação, de uma série de infância amada e impressionante. Seja para adultos ou com crianças, de qualquer forma estará certo que irá se divertir!

Então para resumir: “Tintin” acabou sendo um filme melhor até do que eu esperava: não só a qualidade da animação é muito superior, tendo um incrível nível de realismo mesmo com o fato de que há ainda é algo um pouco estranho sobre os movimentos e de expressão dos personagens. Mas a melhor coisa do filme é que ele respeita a verdadeira essência do material de origem, sendo um filme de aventura emocionante do começo ao fim, assim como os quadrinhos originais de Hergé ou da série animada de 1991. As cenas de ação foram excelentes, com toques de Steven Spielberg em todos elas, sendo em que este filme foi baseado. “The Adventures of Tintin”, é um dos melhores filmes do ano, e para mim, foi um dos melhores filmes ​​que tive a chance de ver no ano passado. E então, recomendo para toda a família.

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 24 de outubro 2011, e no Brasil em 20 de janeiro 2012

Beijos.

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14
Jan

#Critica Sherlock Holmes 2

Cinema

Sherlock Holmes: O Jogo de Sombras

Normalmente, se uma sequência aparece é lançada dois anos após o original, teríamos uma boa razão para as baixas expectativas. Mas, cá voltamos e com Robert Downey Jr e Jude Law reprise seus papéis como Sherlock Holmes e Dr. Watson, repetindo o modelo de sucesso fornecido pelo original, e que é certo para manter os fãs felizes…

Guy Ritchie se mostrou bastante um diretor elegante e deixa Sherlock Holmes, projetado mais como um filme de ação do que de um mistério… O primeiro filme mostra muitas coisas estranhas, pois vemos um novo Holmes, que se mostra um lutador com uma mente brilhante. E é sem sombra de dúvidas, uma das grandes inovações do personagem!

Neste novo filme, as coisas ficam ainda maiores, e a ação se mostra mais presente do que nunca. O filme ainda tem o cérebro, mas ação mesmo sendo boa chega em certa hora, a se perder no foco para a trama principal.

Cada aspecto da direção de arte deve ser reconhecido como o melhor dos melhores, pois acaba realmente por nos transportar de volta para os primeiros dias do século XX, nos fazendo sentir realmente no meio das capitais muito poluídas da Europa, e a fotografia requintada mergulhando-nos no mundo de sombras, que fazia parte da sociedade na época. Nos levando através dos estudos filosóficos de natureza auto-destrutiva que o homem é, e como o mal de lucro gênios da disposição trágica do homem.

Holmes e Watson são verdadeiramente dois dos personagens mais inteligente e fascinante da literatura, e se não fossem uma equipe, eles poderiam ter páreo um ao outro e Moriarty é com certeza, o vilão perfeito.

A ação presente é maior aqui do que no primeiro, pois vai alem de apenas as artes marciais de combate. Como uma guerra entre gato e rato, a perseguição segue através de algumas belas paisagens e termina com a solução final, uma jogada de xadrez tão diabólica, que poderia ter um clichê incrível, com um verdadeiro fim aberto, ou não, dependendo de quão cuidadosamente você revisou as pistas ao longo do caminho que Ritchie vai nos monstrando sutilmente, passo à passo. e ainda assim impressionantemente emocionante

Os melhores momentos ficam para a relação de Holmes e Watson. Robert Downey Jr. e Jude Law têm uma química fascinante que ilumina filme! Guy Ritchie fez uma jogada inteligente para essas cenas. Dando muita força e emoção. As performances são boas, como sempre, pois como já disse, Downey Jr. e Law são ambos divertidissimos juntos…

Então para resumir: Se esse é um bom filme? Elementar meu caro Watson… Mesmo se você não for um fã, os conjuntos fabulosos de filmagem em vários locais do vão mantê-lo interessado, mesmo que seja apenas para você se assustar nas grandes explosões, hehehe

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 05 de janeiro, e no Brasil em 13 de janeiro

Beijos.

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