09
Out

Sega

Conto das marcas

E nessa semana especial do dia das crianças, nada melhor do que contar a história por detrás do meu grande amor #gamer também conhecido por Sega

Então se sentem, pois lá vem a história! Hehehe

 

ra uma vez há muito tempo atrás, num reino muito distante conhecido por Honolulu no Havaí, uma empresa chamada Standard Games, que fundada por Martin Bromely, Irving Bromberg e James Hupert inicialmente fornecia máquinas de fliperamas baseadas nas existentes no Japão, para as tropas americanas.

Em 1951, Bromely convenceu seus sócios e a empresa mudou-se para a cidade de Tóquio, passando a se chamar Service Games of Japan (que depois veio a ser conhecida como Sega pela junção das iniciais de SErvice Games), sendo registrada em maio de 1952. Com o sucesso de suas máquinas, a empresa se expandiu o mercado japonês, partes da Ásia e Europa.

Anos mais tarde, se fundiu com a Rosen Enterprises que fundada em 1954 pelo americano David Rosen um americano que em 1955, após lutar pela Força Aérea Americana na Segunda Guerra Mundial, foi para Tókio e funda a Rosen Enterprises Ltd. que comercializava não só cabines de fotografia instantânea, que como um passe de mágica tirava fotos em apenas dois minutos pelo preço de 200 yens, se tornando um grande sucesso no Japão, como também máquinas de fliperama e máquinas coin-up aquelas que são operadas por moedas. Nesse momento, a Rosen Enterprises Ltd. era uma famosa empresa no ramo de entretenimento e como sabemos, junto com a fama veio a fortuna, e então comprou a empresa japonesa Service Games a dos jukebox as máquinas que tocam músicas, à cobrar geralmente encontradas em bares, e na fusão criaram a Sega Enterprises Ltd. E em 1969, a empresa foi vendida para a Gulf & Western Industries, porém David Rosen continuou no comando da companhia.

A Sega continuou crescendo, investindo em tecnologia e marketing, além de prosperar no ramo de fliperamas, onde acabou se tornando popular pela criação de arcades como Frogger e Zaxxon. Foi nesta época que a empresa foi dividia em: Sega da América e do Japão.

Com a morte de todos os consoles clássicos (Atari, Colecovision, Intellivision, etc.) em 1984, empresas como Sega e Nintendo seriam o futuro dos consoles, e nesse momento a começaram a fabricá-los…

Depois de fundar a subsidiária da empresa na Europa em 1985, foi a vez, no ano seguinte, de surgir a Sega of America, estabelecida na cidade de São Francisco, Califórnia, com o objetivo de desenvolver produtos para o voraz mercado americano. Nesse mesmo ano a empresa resolveu lançar no mercado seu primeiro console, chamado de Master System, um videogame de 8 bits que tinha o claro intuito de concorrer com o NES da Nintendo.

O mega-sucesso de Super Mario Bros e a fidelidade dos estúdios a Nintendo fizeram da vida do Master System um pesadelo. Isto apesar da videogame até ter sido considerado superior e recebido grandes jogos como Phantasy Star, Outrun e Wonderboy.

Por isso mais uma vez para concorrer com o Nintendo, em outubro de 1988, a empresa introduziu no mercado japonês o videogame Sega Mega Drive, o console com um processador de 16 bits e um sistema de som revolucionário, visual moderno e preto (já que o Nintendo era cinza) e controles anatômicos muito confortáveis. Apesar de não fazer tanto sucesso no Japão, a história em outros países foi completamente diferente: o console dominava o mercado americano, onde foi lançado com o nome de Sega Genesis; europeu; e inclusive no Brasil, introduzido pela Tec Toy.

No ano de 1991, a Sega lançou o jogo Sonic que faria a empresa deslanchar e alcançar enorme popularidade no mundo inteiro com um simpático e veloz porco-espinho como protagonista. Sonic abalou o mercado de games e pela primeira vez a empresa vendeu mais que a Nintendo, e consequentemente, Sonic mais que Mario Bros. A partir deste momento o porco-espinho desbancou Alex Kid que desde 1986 era a mascote.

Mas porque um porco espinho?

Na verdade, o Sonic era para ser inicialmente um coelho, mas acabou virando um porco-espinho pelo bichinho ser uma espécie de hamster, que era sensação na época no Japão.

A história começou no início da década de 90, quando a Sega, extremamente incomodada pela popularidade de Mario Bros da Nintendo, resolveu criar uma mascote que pudesse fazer frente ao italiano bigodudo. A missão foi entregue aos designers Naoto Oshima e Yuji Naka, aos quais foram exigidos a criação de um personagem moderno e carismático, que conseguisse despertar um forte apelo nos consumidores de games de todas as idades. O resultado foi o surgimento do Sonic, um porco-espinho azul, a cor da empresa que é capaz de saltar e se transformar em uma bola e acertar seus inimigos. Como uma bola não teria muito apelo gráfico, o porco-espinho acabou ganhando um cabelo espetado e tênis vermelhos, que segundo muitos foi inspirado no Michael Jackson no álbum Bad, alem de ser um belo contraste com sua cor azul. A equipe trabalhou na programação do personagem, dando a ele um ar invocado. Seu tênis vermelho virou bônus no game e logo se transformou em uma referência ao personagem. Como ele parecia sempre estar em movimento, foram adicionadas animações para enfatizar essa idéia. Se ele ficasse parado num lugar por muito tempo, o personagem olharia para a tela com um ar de impaciência e começaria a bater o pé no chão, esperando para correr de novo. Mas a equipe de criação não parou por aí… Cada movimento que Sonic fazia era extremamente animado – correndo, pulando, caindo e rodando. Ele tinha várias expressões faciais para cada momento assim como os outros personagens do game. As fases eram longas, coloridas, altamente detalhadas e eram ótimas pistas, que mais lembravam uma montanha-russa, para o Sonic correr a vontade.

O primeiro jogo do personagem Sonic The Hedgehog, lançado no dia 23 de junho de 1991, vendeu mais de um milhão de cópias. Isto porque possuía gráficos coloridos, trilha sonora excelente, personagens carismáticos e sua principal arma: a velocidade. Fases mais rápidas do que nunca, ação e aventura com uma jogabilidade nunca vista antes, eram apenas alguns dos atrativos usados pela Sega para atropelar o velho, gordo e lento Mario, que mais parecia pular em câmera lenta se comparado a ação frenética que era Sonic.

As expectativas tinham sido superadas: O porco-espinho era rápido, colorido e agradava aos jogadores. Na verdade, um ano depois, segundo um estudo realizado no mercado, o personagem conseguiu ultrapassar Mario Bros e em popularidade, derrotando até mesmo Mickey Mouse. Sim, tinha nascido um mito! Nas quase duas décadas seguintes, o porco-espinho azul fez tanto sucesso que acabou patrocinando a Fórmula 1 na equipe Willians, virando nome de um novo gene descoberto por causa de sua forma “espinhuda”, foi parar em camisas de time de futebol profissional e nos quadrinhos, e até ganhou um balão gigante na parada de do dia ação de graças nos Estados Unidos (até então o único personagem de videogame a ter essa honra).

Ainda neste ano, investindo no sucesso dos arcades, lançou Time Travelers, jogo inspirado no velho oeste com atores reais. As imagens eram reproduzidas por uma tela e refletidas por um espelho curvo sobre a área de jogo, criando a falsa impressão de holograma. A tecnologia era cara e a jogabilidade tinha problemas, e não houve mais investimentos nessa linha.

Dois anos mais tarde, depois que a Nintendo criou o Game Boy e os videogames portáteis deixaram de abrigar um só jogo para se tornarem verdadeiros consoles, a Sega não quis ficar atrás e lançou o Game Gear, sistema com uma tela colorida, processador extremamente rápido e um preço bastante razoável e atrativo. Apesar do sucesso do MegaDrive, assombrada pelo lançamento do Super Nintendo, em 1992, a Sega, em atitude desesperada, apostou em uma série de periféricos para o seu videogame. O primeiro deles foi o Sega CD, um upgrade que incluía o suporte para, como o nome indica, CDs e ainda melhorias sonoras. Em 1994, em parceria com as empresas Time Warner e TCI, lançou o Sega Channel, um canal por assinatura para os aficionados por videogames. E no ano seguinte, lançou o videogame Sega Saturn, que apesar de ganhar em 1996, um modem para ser conectado à Internet, teria sua morte anunciada dois anos depois.

No final da década em 1998, a empresa enfim lançou uma plataforma única no mercado de videogames, o super console de 128 bits Dreamcast, que revolucionou o segmento de entretenimento, chegando ao mercado americano no ano seguinte pelo preço de US$ 199,99 e sendo introduzido na Europa logo depois. Apesar de surgirem grandes jogos como Chu-Chu Rocket, primeiro vídeojogo online para o console e Phantasy Star Online, marcando a estréia da Sega no segmento de RPGs, os gráficos melhorados, jogos de qualidade e ligação à Internet não foram suficientes para que o Dreamcast atingisse os níveis de venda esperados e projetados pela empresa.

No final de janeiro de 2001, a Sega chocou anunciando o fim da produção do Dreamcast, em virtude de suas baixas vendas, e sua especialização no ramo de software: a empresa iria somente criar e desenvolver jogos para os consoles da Sony, Nintendo e Microsoft. Os primeiros jogos começaram a aparecer ainda em 2001, com o lançamento de Super Monkey Ball para GameCube. Em meados de 2004, a Sammy assumiu o controle majoritário da Sega sob um custo de US$ 1.1 bilhões, criando uma nova empresa denominada Sega Sammy Holdings, agora uma das maiores desenvolvedoras de jogos para vídeogames e computador do mundo.

 

Os slogans, foram um fator importante para o domínio da Sega nos Estados Unidos na década de 90. O investimento foi o fortíssimo em propagandas de TV, revistas e Outdoors, aliado à uma agressividade nas ações de marketing.

Eram campanhas que quase sempre, comparavam o MegaDrive com o Super NES, geralmente focalizando sua principal vantagem: o potente processador, bem mais rápido que o do rival apelidado de “Blast Processing”,  ou então a grande variedade de jogos. Um dos seus slogans mais provocativos era “Genesis does what Nintendon’t” ou algo como “Genesis faz o que o Nintendo não tem”. A empresa também investia em patrocínio em todos os tipos de esportes, eventos de música e festivais, elevando o mercado de videogame, como dizia outro de seus famosos slogans, “Welcome to the next level” ou “Bem vindo a uma nova fase”, também utilizado para comemorar a superioridade de vendas da Sega frente a Nintendo em 1991.

Outros slogans históricos da SEGA foram: “Now, there are no limits” , “Do me a favour, plug me into a Sega” e “To be this good AGES, to be this good takes SEGA” .

Você sabia que:

Uma divisão da Sega, a Sega Toys também produz brinquedos eletrônicos, entre eles um que reconhece o choro de um bebê e informa a característica dele, se é fome, sono, desconforto…

Outra curiosidade envolvendo o personagem Sonic é que a data de lançamento do jogo SONIC 2, que ficou conhecida como “Sonic Twosday” pois foi lançado em uma terça-feira (twesday), que tem quase a mesma pronuncia em inglês;

O videogame de maior sucesso já fabricado pela Sega foi o meu amado<3 MegaDrive, com mais de 35 milhões de unidades comercializadas no mundo.

Beijos.

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18
Set

O Boticário

Conto das marcas

E depois de tantos e tantos dias sem postar nada por aqui, não podia voltar de mãos abanando! Por isso, trago algumas novidade. Aquelas que tinha prometido aqui, lembram?

Mas para evitar mal-entendidos vou explicar um pouco sobre essa nova categoria do #jehjeh:

O grupo Troiano, em parceria com o IBOPE Inteligência, desenvolveu um estudo sobre a relação entre o consumo popular e as marcas. Foi realizado de abril a agosto de 2008, e o estudo revelou com clareza a maneira como as marcas influenciam de forma positiva e importante o processo de mobilidade social.

Nele mostra que a renda, sobre a lógica do consumo popular  é mais do que simples referências de consumo, as marcas ocupam espaço importante no projeto de vida da população. Ao se comparar a maneira como as pessoas se vêem com suas projeções de futuro, se percebe que muitos dos ideais são os mesmos depositados às marcas e produtos desejados pelos consumidores. E ainda, há alguns tópicos cruciais nessa relação: Preço não é necessariamente gerador de confiança. A estratégia de depenar produtos ou baixar a qualidade na busca por preços mais agressivos não funciona; As marcas de confiança são uma ponte para o projeto aspiracional desses consumidores. As marcas alimentam o projeto de futuro dessas pessoas, conectando-os com seus sonhos; Marcas boas não resistem a produtos ruins. Esse consumidor conhece a relação custo/benefício dos produtos/serviços. Para esse consumidor, qualidade é fundamental; Marcas de confiança sempre têm uma nova história para contar.A comunicação é decisiva para esse consumidor. As marcas que estabeleceram relações positivas com esse público investem muito em comunicação. Estar na mídia dá credibilidade, confere simpatia e instiga a curiosidade do público.

Levando tudo isso em conta, decidi contar a história de algumas das marcas conhecidas de um jeito muito especial…

ra uma vez, há algum tempo atrás um químico boliviano recém-formado chamado Miguel Gellert Krigsner. Em conjunto com uma colega de faculdade, Eliane Nadalin e dois médicos dermatologistas Wilhelm Baumeier e José Schweidson Filho, iniciaram em 22 de março de 1977 num reino muito distante chamado Curitiba no Paraná tendo como capital algumas moedas de ouro que juntas somavam US$ 3 mil emprestados de um tio a farmácia de manipulação inicialmete batizada de Botica.

A idéia era brincar de alquimista e manipular artesanalmente medicamentos (pratica essa que estava a ser redescoberta naquela época) dando assim ao paciente uma nova opção de tratamento e de uma forma personalizada, principalmente na área dermatilogica. Mas, esta não era uma simples farmácia… O pequeno local foi planejado para que todos que lá fossem, se sentissem bem! Balcões repletos de remédios? Que nada… A loja teria uma sala bem aconchegante com sofá, cafézinho e revistas enquanto se aguardava a preparação das receitas médicas. Ao inves dos assistentes, os proprios farmaceuticos e proprietarios estariam por detras do balcão para passar uma imagem de profissionalismo e ao mesmo tempo próxima de cada cliente.

E foi assim que Miguel e sua equipe seguiu… da preparação de receitas para a produção de produtos com a marca O Boticário. Com o mercado limitado onde atuavam, o negocio foi ampliado para a area cosmética com linhas naturais e próprias de shampoo e cremes hidratantes para todos os tipos de pele e necessidades com a base de algas marinhas, oferecendo assim aos clientes que visitavam a até então farmácia. E em muito pouco tempo e graças a boa e velha propaganda do boca a boca, as pessoas passaram a ir a procura dos produtos, que já naquela época era sinonimo de qualidade!

A primeira deo-colonia, Aqua Fresca foi lançada em 1978 é um marco na perfumaria nacional e ainda é vendida, em todas as redes da marca. Uma curiosidade é que, serca de 70 mil unidades desse perfume foi adquirido por Silvio Santos, que tinha planos de a lançar mas acabou por desistir do negocio.

Um ano mais tarde o sucesso chega com a primeira loja aberta no aeroporto da região metropolitana de Curitiba, e levada Brasil afora nas mãos de turistas que passaram a ter contato com os produtos e suas embalagens diferentes das demais existentes no mercado e a fabricação já tinham alguma variedade. Até que o empresário percebeu a grande oportunidade de franquear a marca, e mesmo que nessa época o conceito não fosse tão conhecido, O Boticário inaugurou sua primeira loja franqueada em Brasilia, em 1980. E já no ano que se seguiu, foi construida uma fabrica de grande porte, na região metropolitana de Curitiba, onde foi empregado 27 funcionários, que produziam cerca de 400 mil unidades de produtos, por ano. Só para se comparar, hoje em dia a fabrica tem 1500 funcionários, numa area construida de 39 mil metros².

O segundo “boom” da marca foi em 1986, quando já contabilizando mais de 500 lojas por todo o Brasil e inaugurou sua primeira unidade fora do país… O destino escolhido foi Portugal, mais precisamente no shopping das Amoreiras em Lisboa a primeira de 70 franquias que encontramos por aqui, atualmente.

No fim da decada de 80, antes até da aprovação do Código de Defesa do Consumidor, a empresa criou a área de relacionamento com o cliente, iniciativa essa que intensionava manter um canal direto e permanente de comunicação onde todas as questões pudessem receber toda a atenção que necessitaria, mesmo os produtos já vendendo por si só. Bem como, em 1992 surgiu a primeira edição do Manual de Operações, onde se encontra as orientações necessárias para a abertura de estabelecimentos, layout das lojas, a organização dos produtos, entre muitas outras, como a padronização visual das lojas, principalmente quanto à exclusividade dos seus pontos de vendas, e uniformes dos funcionários.

Vamos contar? Em 2002, a empresa já possuía 2.100 lojas abertas e esse foi o momento escolhido para o lançamento da loja virtual na Internet. A expansão continuou no ano seguinte com a inauguração de uma loja no Uruguai, seguida de uma unidade nos Estados Unidos, localizada em Nova Jersey. Falando da marca pelo mundo, ela é maior rede de franquias de cosméticos e perfumaria do mundo, possuindo atualmente mais de 3.000 lojas no Brasil estando presente em 1.570 municípios, e no exterior está presente em mais de 10 países como Japão, Estados Unidos, Arábia Saudita, Portugal, Peru, Venezuela, Colômbia, Paraguai, África do Sul e Angola, com 77 lojas prórias e 600 pontos de venda. A empresa dá emprego a aproximadamente 2.500 colaboradores, sem contar com outros 16 mil empregos gerados pela rede de lojas. Em 2010 a empresa atingiu a marca histórica de R$ 1.5 bilhões em faturamento, mas, se somado o faturamento de todas as lojas provenientes de uma rede formada por mais de mil franqueados o valor sobe para R$ 4.5 bilhões. A rede vende mais de 100 milhões de itens anualmente. Hoje em dia, a empresa testa o modelo de venda direta com a marca O Boticário desde setembro de 2010, em duas cidades das regiões Nordeste e do Sudeste. As consultoras, hoje são cerca de 110 nas duas cidades, são vinculadas à rede de franquias da marca.

Pois é, falando em evolução… Foi criado em 2004, do Malbec, primeiro perfume produzido com álcool vínico no mundo, que utilizava um processo de fabricação semelhante ao do vinho, e no segundo semestre de 2005, a marca ousou mais uma vez ao inaugurar sua primeira loja em Riad, na Arábia Saudita, e um showroom no maior shopping da cidade do Cairo, capital do Egito, berço mundial da perfumaria. E em 2006, O Boticário recebeu, em NYC o prêmio de Varejista Internacional do Ano o The International Retailer of The Year, concedido pela Federação Nacional de Varejo dos Estados Unidos. Neste mesmo ano a marca lançou o Lily Essence, primeiro eau de parfum da empresa, desenvolvido a partir dos óleos essenciais do lírio, em um processo centenário conhecido como enfleurage. Outra grande notícia do ano foi que se tornou a primeira empresa do Brasil a desenvolver produtos cosméticos com nanotecnologia aplicada.

Em 2007, no ano em que a empresa completou 30 primaveras foi bastante positivo: implantou um novo padrão de loja, lançou produtos com a participação do consumidor, colocou no mercado seu segundo Eau de Parfum e iniciou um relacionamento mais próximo com o público masculino. E pouco depois, inaugurou o Laboratório de Biologia Molecular, um dos mais avançados do mundo para estudos dos fenômenos bioquímicos envolvidos no envelhecimento da pele e de ingredientes naturais da biodiversidade brasileira.

Mas ainda, a marca faz um importante projeto! A Fundação O Boticário de Proteção à Natureza é uma organização sem fins lucrativos, que tem como missão promover e realizar ações de conservação da natureza. Foi criada no dia 25 de setembro de 1990, como forma de efetivamente contribuir para o equilíbrio ecológico do planeta e manutenção das condições de vida desta e das futuras gerações. Por meio da Fundação, a empresa protege as mais belas paisagens brasileiras, suas espécies nativas e contribui para a preservação do maior patrimônio da humanidade: a natureza.

O Boticário possui reconhecido comprometimento com a responsabilidade sócio-ambiental, levando em conta em todas as ações que permeiam o negócio da empresa. E ainda, destina aproximadamente 1% da sua receita líquida ao investimento social privado, focando suas ações na preservação do meio ambiente e disseminação da cultura e da educação. A Fundação dirige suas ações e recursos a três programas: Incentivo à Conservação da Natureza, Áreas Naturais Protegidas (Mata Atlântica e Cerrado) e Educação e Mobilização. Até hoje, mais de 1.200 projetos já foram apoiados, somando um total superior a U$ 9.2 milhões em investimentos. Com a criação do Grupo Boticário, em 2010, passou a se chamar Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza, assumindo, também, nova logomarca e identidade visual.

Você sabia que:

A empresa O Boticário é genuinamente brasileira e o seu capital é constituído com 100% de recursos próprios?

E em 2010, os investimentos em marketing somaram R$ 173 milhões… Mas que nenhum centavo foi utilizado para este post, hehehe

fonte 

O que acharam dessa nova caterigoria? Me contem…

Beijos.

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