Mais um filme que vi logo na estreia, mas que ainda não havia postado o review…
Mas, pra semana teremos a estreia dos Vingadores que tal um aquecimento com o Gavião Arqueiro, ou melhor, Jeremy Renner? Hehehe
Alguns dados técnicos:
título original: Mission: Impossible – Ghost Protocol lançamento: 2011 duração: 130 min diretor: Brad Bird
No IMDB: 7,5
Missão cumprida, esse foi o sentimento que senti ao assistir Mission: Impossible – Ghost Protocol… Esse que foi o mais novo lançamento da franquia, onde vemos Tom Cruise reprisando o papel principal do super-espião. Nada inovador, mas o suficiente para manter o interesse dos amentes da ação improvável! As atuações foram boas no geral, principalmente Simon Pegg como Benji e claro Cruise como Ethan Hunt. Jeremy Renner e Paula Patton também tiveram alguns grandes momentos. As sequencias de ação são o lugar onde o filme realmente brilha! Nem todas as cenas são ótimas, como o bombardeio onde o CGI usado é muito falso mas se você tentar não prestar tanta atenção nos detalhes, então com certeza irá gostar da ação. As cenas de luta foram muito bem feitas, incrivelmente brutal e realista.
No geral, achei o filme bom, sem dúvidas o primeiro foi o melhor de todos, para mim. E como eles criam desvios nas situações mais improváveis, e as cenas que envolvem a composição de um plano de manter o filme em um ritmo constante rápida e aumenta o suspense do filme.
Você sabia…
…os produtores anunciaram que Jeremy Renner deve assumir o papel de protagonista, para desvincular a imagem de Cruise da franquia. Mas ao longo da divulgação, Cruise continuou com toda a atenção voltada para ele.
Ainda em clima de Friday the 13th trago um filme à moda dos antigos de terror, que confesso #adorar
Em A Mulher de Preto, o jovem advogado londrino Arthur Kipps Daniel Radcliffe é forçado a deixar seu filho de três anos e viajar para a pequena vila de Crythin Gifford para tratar dos assuntos do recentemente falecido dono da Casa Eel Marsh. Mas quando ele chega à arrepiante mansão, descobre segredos obscuros no passado da cidade. Sua sensação de mal-estar aumenta quando ele vislumbra uma misteriosa mulher toda vestida de preto.
Alguns dados técnicos:
título original: The Woman in Black lançamento: 2012 duração: 120 min diretor: James Watkins
No IMDB: 6,8
Esperava que The Woman in Black fosse uma especie de suspense e que Daniel Radcliffe não seria capaz sair da sombra de Harry Potter, mas eu estava completamente errada… É um filme de terror muito bom, que mantem o suspense sem efeitos e sem sentido. Radcliffe fez um trabalho ótimo! Em um dia que os filmes desse género é um perfeito banho de sangue que esguicha de corpos estripados, é refrescante ver a boa e velha moda da brincadeira em torno de uma casa mal assombrada. Tem todos os ingredientes certos para fazer pessoas de todas as idades tamparem seus olhos e darem pulos com seus sustos. O final foi Hollywoodiano, mas o momento é assustador, simples e impressionante…
Se você gosta de um clima verdadeiro ao estilo antigo, assustador, repleto de emoções e calafrios tipo de filme, que se baseia em suspense puro e na ação do protagonista então te recomendo esse filme. É realmente emocionante e assustador!
Você sabia…
…que Adrian Rawlins que interpretou James Potter, o pai de Daniel Radcliffe na série Harry Potter interpretou o mesmo personagem na versão 1989 que Radcliffe interpreta neste filme?
Fãs de terror, se preparem pois com certeza irão perder bastante tempo com esse vídeo!
ABC Monsters é um curta, o qual nos testa em adivinhar quais são os personagens relacionados, dando apenas uma das letrar do alfabeto e também um som ou música de cada uma como dica.
O filme que trago hoje, já assistimos há tempos no cinema para ser bem exata, na estréia cá de Portugal. E sinceramente, não sei o porque ainda não tinha postado! Mas, antes tarde do que nunca, não é? Hehehe
Em um futuro próximo, o envelhecimento passou a ser controlado para evitar a superpopulação, tornando o tempo a principal moeda de troca para sobreviver e também obter luxos. Assim, os ricos vivem mais que os pobres, que precisam negociar sua existência, normalmente limitada aos 25 anos de vida. Quando Will Salas Justin Timberlake recebe uma misteriosa doação, passa a ser perseguido pelos guardiões do tempo por um crime que não cometeu, mas ele sequestra Sylvia Amanda Seyfried, filha de um magnata, e do novo relacionamento entre vítima e algoz surge uma poderosa arma com o sistema e organização que comanda o futuro das pessoas.
Alguns dados técnicos:
título original: In time lançamento: 2011 duração: 109 min diretor: Andrew Niccol
A idéia do filme foi excelente e graças a isso, logo quando vi o trailer pela primeira vez esperei com grandes expectativas a estreia mas, quando ela finalmente chegou… O inicio foi bom até que gostei, mas é no minimo bizarro pensar como as coisas seriam quado ninguém tivesse mais tivesse mais de 25 anos. O filme jogou com a possibilidade de múltiplas gerações serem da mesma idade, isso claro para aqueles que fossem ricos o suficiente para se darem ao luxo de comprar os anos adicionais. Por esse lado foi realmente pensado, na relação das pessoas dentro de diferentes classes da sociedade: os ricos com tempo de sobra sem se importarem com o amanhã enquanto os pobres, valorizando cada segundo de seu tempo se movendo rapidamente… Com relação ao elenco principal, não houve nem mesmo uma mínima atração entre os dois personagens e com isso, o diretor tentou salvar as cenas mais dramáticas, escolhendo ângulos grandes ao invés de focar nas pessoas. Ou então, isso era apenas por conta do roteiro pobre. Uma grande surpresa foi a atuação de Justin Timberlake, que mesmo não sendo um ator muito forte na minha opinião se tomou o centro das atenções!
Entendo que esta é uma metáfora ao capitalismo mundial real, mas é bem fraco… Uma pena, pois poderia ter sido um ótimo filme de Ficção Científica!
Você sabia que…
… enquanto o filme era sobre pessoas que parecem ter 25 anos durante quase toda a vida, Amanda Seyfried é realmente a único personagem importante que tinha 25 anos durante as filmagens.
E nessa semana, do dia internacional da mulher nada melhor do que ver esse filme #fofo
Let yourself go! Deixe-se ir!
Liz Gilbert Julia Roberts tinha tudo o que uma mulher moderna deve sonhar em ter um marido, uma casa, uma carreira bem-sucedida ainda sim, como muitas outras pessoas, ela está perdida, confusa e em busca do que ela realmente deseja na vida. Recentemente divorciada e num momento decisivo, Gilbert sai da zona de conforto, arriscando tudo para mudar sua vida, embarcando em uma jornada ao redor do mundo que se transforma em uma busca por auto-conhecimento. Em suas viagens, ela descobre o verdadeiro prazer da gastronomia na Itália; o poder da oração na Índia, e, finalmente e inesperadamente, a paz interior e equilíbrio de um verdadeiro amor em Bali.
Alguns dados técnicos:
título original: Eat, Pray, Love lançamento: 2010 duração: 133 min diretor: Ryan Murphy
Sinceramente, não consigo entender o por que de tantas críticas negatinas sobre esse filme… Ok, alguns personagens são apenas esboços mas Eat, Pray, Love levanta algumas questões séries, que discordo totalmente quando dizem que nessa adaptação do livro não tem. E sim, é um alimento para os olhos, coração e mente! Julia Roberts está maravilhosa no papel de Liz, uma mulher que tem um espaço vazio dentro de si o qual busca insassantemente para ser preenchido… E por conta disso, decide parar por um ano e fazer algo totalmente diferente: deixa a vida “normal” e movimentada para buscar o lado interior de seu mundo, fazendo as pazes consigo mesma, aproveitando a vida nas pequenas coisas as quais tornam a vida digna de ser vivida. Ela viaja para Roma e na Itália aprende como as coisas comuns na vida cotidiana como simplesmente comer pode realmente dar prazer, claro se você não deixar a culpa que o mundo moderno sugere. E também aprende que rir pode ser a cura para a alma. Ela vai também à Índia para fortalecer-se através da oração e se manter equilibrada. Podendo então ajudar as pessoas desinteressadamente e ser capaz de se sentir bem sobre isso. Por fim, ela vai para Bali e aprende como sentir e expressar isso é a coisa mais natural do mundo e que não é ruim quebrar algumas de suas regras em nome d o amor que te faz “sorrir com o seu fígado”. Resumindo, um filme inspirador com grande atuação, belas paisagens, e lindas emoções. Mas uma dica: o assista depois do jantar ou caso contrário, você vai sofrer! Hehehe
Você sabia que…
… o filme foi baseado no best-seller autobiográfico de Elizabeth Gilbert, que leva o mesmo nome do livro Comer, Rezar, Amar o qual prova que existe mais de uma maneira de levar a vida e de viajar pelo mundo!
♐ Sagitariana pura - Teimosa demais, Comunicativa e falante ao extremo, MeninaMulher ❤Amor Bravo, Família, Amigos, Animais ★ 23 anos, e há 4 anos vivendo em Portugal ツ