Que nós brasileiros temos o espírito solidário, disso ninguém tem dúvidas; prova disso é as enumeras doações, desde alimentos à roupas, artigos de higiene pessoal, dinheiro e até mesmo sangue, para ajudar as vítimas de uma das maiores desgraças do país, que assolou a Região Serrana do Rio nos últimos dias, um estado de calamidade na região.
Mas e os pobres animais?
Se a situação para nós humanos é de total desespero, um dependendo da ajuda do outro, que dirá para eles…
Pensando nisso então, a WSPA está coordenando uma campanha a estes animais, vítimas das enchentes na região serrana do Rio de Janeiro Nova Friburgo, Teresópolis e Petrópolis), uma campanha de doação; e faz um apelo aos que desejam colaborar no auxílio aos animais, atingidos pelas fortes chuvas que castigaram o local.
Para ajudar neste momento, existem duas formas: em dinheiro (lembrando que APENAS essa conta é a oficial, coordenada pela WSPA. Todos os recursos serão empregados na prestação de socorro e prevenção de doenças em prol do bem-estar dos animais) ou em forma de produto, como ração e medicamentos veterinários para os animais.
As doações em dinheiro podem ser feitas por depósito em nome de:
ONG Combina (Companhia dos Bichos e da Natureza)
Rua José Eugênio Muller, 36, Centro – CEP: 28610-010 – Friburgo – Rio de Janeiro;
Armazém do Gemmal
Estrada União e Indústria, 10.733, Itaipava – CEP: 25750-225
Tel: (24) 2222.0298.
A WSPA também fez contacto com alguns parceiros para apoio à campanha. Por exemplo, o Laboratório Merial doará um lote de vacinas para prevenção da Raiva e Leptospirose, as quais serão encaminhadas para uma clínica veterinária parceira na região de Itaipava e a Pedigree confirmou a doação de 1 tonelada de ração para cães e gatos.
Eles coordenam essa acção em apoio aos animais, junto às seguintes ONGs afiliadas: a Defensores dos Animais (Rio de Janeiro), o GAPA (Itaipava) e a AnimaVida (Petrópolis), a Combina (Nova Friburgo) e SOS Animal (Teresópolis), que estão se mobilizando regionalmente, visando minimizar o sofrimento dos animais.
A instituição permanece em contacto com os parceiros e está realizando um levantamento dos animais afectados para que possam ser socorridos, alimentados e tratados.
A situação está caótica: a área afectada reúne muitas espécies em abrigos, haras, sítios, além de centenas de animais abandonados nas ruas, cenário agravado pela situação actual das famílias desabrigadas. Segundo o último balanço do governo do Estado do RJ divulgado em 13/01, Petrópolis tem 6.500 desabrigados ou desalojados, e 1.500 casas total ou parcialmente destruídas. Em Teresópolis, são 960 desalojados e 1.280 desabrigados. Em Nova Friburgo, 3.220 desalojados 3.220 e 1.970 desabrigados.
By – WSPA: http://migre.me/3FyKe.
Por isso, para aqueles que quiserem e principalmente puderem, fica a dica.
“Olhe no fundo dos olhos de um animal e, por um momento, troque de lugar com ele. A vida dele se tornará tão preciosa quanto a sua e você se tornará tão vulnerável quanto ele. Agora sorria, se você acredita que todos os animais merecem nosso respeito e nossa protecção, pois em determinado ponto eles são nós e nós somos eles.”Por: Philip Ochoa
Sei que já falei um pouco sobre Xenofobia, mas esses tempos aconteceram duas situações as quais não poderiam passar em branco…
A primeira já é um pouco mais antiga, aconteceu no meu Estado São Paulo, onde uma estudante de DIREITO twittou a seguinte frase: “Nordestino não é gente. Faça um favor a SP, mate um nordestino afogado!“
Fiquei abismada, e surpresa por alguns fatos sobre isso: Uma estudande do curso de direito, devia ter consiencia que, esse tipo de preconceito é de acordo com a lei brasileira crime, se não me engano, sendo julgado com o mesmo efeito de preconceito racial; Não percebeu que, o twitter é público e mundial, sendo que não apenas seus seguidores o veriam? Representando assim: injuria e difamação. Sei de tudo isso, mesmo não sendo advogada, e ela…
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O outro e mais sério aconteceu aqui em Portugal, em Caldas da Rainha para ser mais específica. Um imigrante brasileiro foi morto a facadas, quando voltava com sua companheira e amigos de um café (mais ou menos, chamado de barzinho no Brasil); a vitima parou para urinar, num muro e então o autor do crime, que estava embreagafo e ainda não foi identificado, começou a ofender todos os presentes, dizendo: “Brasileiro de m**** vai para a tua terra, vagabundo…” começaram uma discução, partiram para agressão e, a história acabou desse modo trágico.
Não quero tirar a culpa de ninguem, pois Luciano Correio estava totalmente errado de usar a rua como casa-de-banho banheiro e também partindo para a agressão; mas as ofenças e a ação do autor foram totalmente ofencivas.
De certo modo, consigo me colocar em seu lugar: passamos por cada situação, ouvimos cada tipo de generalização, que chega uma altura que “o copo de aguá transborda”…
Acho que, mesmo que de certo modo distintas, as duas situações são bem parecidas: O Preconceito, A Intolerância…
Para não alongar mais o assunto, o vídeo abaixo, matéria do fantástico ilustram perfeitamente as situações:
E vocês, o que acham disso? Por favor, não deixem de opinar.
Há uns dias atrás, vi uma noticia na Globo.com, que me impressionou: num filme de Charlie Chaplin, uma mulher aparece aparentemente falando ao telemóvel celular; detalhe para o ano das filmagens: 1928!
“Em um filme feito para mostrar os bastidores da estreia de uma produção de Chralie Chaplin nos Estados Unidos em 1928, uma mulher que passa em frente a câmera parece estar falando ao celular (…) O filme está em uma edição de luxo em um DVD de Charlie Chaplin lançado recentemente e a imagem intriga internautas ao redor do mundo, que assistiram ao trecho no Youtube. Muitos tentam descobrir o que a mulher com vestimentas pretas está carregando e com quem ela está falando: se é realmente um telefone celular ou outra espécie de aparelho móvel. O mistério aumenta porque, em 1928, não existia rede de telefonia móvel e, por conta disso, seria impossível qualquer pessoa falar em um aparelho celular (…) Até o momento, nenhum especialista encontrou uma resposta para o que a mulher está fazendo no filme feito há 82 anos.”
By – Globo.com: http://migre.me/1WJEc
Deram então, algumas possíveis explicações, mas para mim são pouco óbvias.
Algumas delas são que:
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Aparelho auditivo: Modelo Aproximado dos anos 20.
Era um aparelho de surdez da época, o qual tinha que ser segurado perto da orelha para se ouvir (mas ela estava sozinha, estaria ouvindo quem ou quê?);
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Aparelho de rádio da época de 1936.
Era um rádio portátil (mas naquele tempo, ainda não existiam esses modelos);
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E vocês, o que acham: Alguma viajante do tempo; algum tipo de aparelho da época, algum tipo de montagem no filme? Rs
E este foi um dos vídeos mais que polémicos por aqui, na ultima semana.
Não sei se foi reportado no Brasil mundo, mas esta é uma entrevista a um cozinheiro/dono de um restaurante canibal brasileiro, que serve pratos de origem da tribo Wari, típica amazônica.
Segundo a reportagem, a “matéria-prima” para a elaboração dos pratos é concebida por doação. Há uma suposta ficha no Site Oficial do restaurante Flimé, onde o doador relata o estado de sua saúde, e então doa seu membro/órgão. Dizem até que existem restrições, se o doador consome drogas, álcool, fuma, ou se é gestante.
Ahm, um pequeno detalhe: o restaurante apenas arca com as despesas cirúrgicas, ou seja, não paga pela “carne” fornecida.
Sinceramente e na minha humilde opinião, isto não é verdade, por determinados factores fatores apresentados: para começar, o cozinheiro e dono do restaurante não é brasileiro, ou seja, existem poucas chances do mesmo conhecer a tribo, os costumes e a preparação pormenorizada com diz ser; por meios um tanto quanto óbvios como: Olá, sou cozinheiro e vim para aprender como vocês preparam vossas refeições… No mínimo seria o próximo almoço/jantar, rs.
A qualidade do vídeo também; de má qualidade para um programa real.
E se infelizmente a doação de órgãos para fins médicos já é difícil, que dirá para fins culinários…
E vocês, o que acham?
Nota:Sei que era dia de postar receitinha, mas acho que este post não abre o apetite…rs
Hoje vou falar sobre um assunto complicado, mas por ter me chocado de tal maneira, precisei trazer aqui para o blogue, para alertar a todos.
No inicio, quando falavam sobre testes em animais, na minha humilde ignorância até então, me vinha sempre na cabeça testes realizados nas cobaias de laboratório, nos ratinhos e logo pensava: “…tadinho deles, mas infelizmente são criados para isso…”; mas hoje vejo então que as crueldades das indústrias, vai alem. Os testes não são apenas realizados nos ratos, as cobaias agora também são: coelhos (os mais utilizados), cães, gatos abandonados, macacos (os antepassados do homem).
Estes testes são realizados das seguintes maneiras:
O método “Draize” é um dos mais utilizados e consiste na aplicação directa direta dos produtos nos olhos de animais conscientes, para saber se são nocivos, ou não, ao homem. Não é dada anestesia ou nenhuma forma de aliviar a dor, pois isso poderia interferir nos resultados dos testes. No entanto, a cultura de células artificiais consegue prever estes resultados, uma vez que estes se dão a nível celular. Assim, este método, além de ser inútil, é extremamente cruel, causando sofrimentos horríveis aos animais acabando muitas vezes por os levar à cegueira.
Outros métodos utilizados incluem: a aplicação de produtos químicos na pele rapada dos animais e a ingestão de produtos altamente tóxicos. Este método designa-se por “Teste de Dose Letal”. Consiste em determinar a dose de produto que é necessária para matar uma percentagem de animais forçados a ingeri-lo. Existem muitas maneiras e mais precisas de nos assegurarmos de que os produtos que utilizamos são inócuos. Devido à pressão dos consumidores, que cada vez em maior número se recusam a comprar produtos testados em animais, um número crescente de empresas que estam a substituir os animais por tubos de ensaio, programas de computador, voluntários humanos, pele humana artificial, produtos naturais e inofensivos e outros métodos que asseguram que os seus produtos não são nocivos às pessoas.
Penso que isto precisa mudar, e urgentemente. Do modo que a tecnologia hoje em dia está evoluída, não vejo mais a necessidade da utilização de vidas, nesse processo.
Sou a favor de testes sim, mas sob desenvolvimento sustentável, onde buscam-se fórmulas que combinem conforto, desenvolvimento e equilíbrio do meio ambiente. Não em experiências em animais, que muitas vezes, são praticadas com requintes de crueldade, causando sofrimento físico e psicológico para esses animais, o que poderia/pode ser poupado.
♐ Sagitariana pura - Teimosa demais, Comunicativa e falante ao extremo, MeninaMulher ❤Amor Bravo, Família, Amigos, Animais ★ 23 anos, e há 4 anos vivendo em Portugal ツ