06
Jul

Esmaltes (Vernizes) vencidos: Arriscar ou não os usar?

S.O.S

Como mamãe me enviou vários vidrinhos dessa minha nova mania por vernizes esmaltes obrigado mãe, rs percebi ao guarda-los que alguns estavam fora da validade. Então, será que tem algum problema usá-los mesmo assim???

Como sou “um pouco” neorótica, resolvi pesquisar oii google, rs e descobri que sim: usá-los após o prazo de vencimento nos faz mesmo mal, tanto para a estética como para a nossa saúde!

Algumas vezes e por falta de informação, algumas garotas ou até manicures pensam que eles ainda estão bons, que bastam apenas algumas gotinhas de óleo de banana ou acetona e pronto, estão perfeitos!
Mas infelizmente, não é bem assim…

Após o prazo, ocorre uma alteração da composição inicial, graças à oxigenação do produto.
Pode ser que fiquem apenas mais grossos, ao aplicar fiquem cheio de bolinhas, que dure menos tempo que quando novo, demore mais tempo para secar;
Ou pode ser mais grave: com o acúmulo de fungos podendo causar micose, irritações, alergias, deformações das unhas impedindo que cresçam e até infecções em outras áreas da pele, graças ao contacto.

 

Então meninas, ainda pensam e arriscar?
Eu sinceramente não, hehehe

Atenção, qualquer sintoma fora do normal procure ajuda médica especializada!

Beijos.

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01
Jun

O medo europeu: a bactéria E. Coli

Polêmica S.O.S

A crise dos pepinos está a provocar tensões em todos os ramos europeus, sendo eles: alimentares, económicas e até mesmo, diplomáticos.

Berlim acusou os pepinos espanhóis de serem o vetor de contaminação com uma bactéria; A Espanha por sua vez alega o contrário, referindo que análises feitas nos produtos. Tanto, que o vice-primeiro-ministro espanhol Alfredo Rubalcaba confirmou que Madrid intensiona processar a Alemanha.

Enquanto se procura o verdadeiro culpado pela “bactéria assassina”, um tipo agressivo da Escherichia Coli – mais conhecida como colibacilo – os agricultores espanhóis dizem estar a perder cerca de 200 milhões de euros por semana. “Espero que este problema esteja resolvido dentro de 10 a 15 dias para tentarmos salvar 30 % do investimento, pelo menos para cobrir o valor das sementes porque os outros gastos já não recuperamos”, diz um sindicalista de Múrcia.

A crise também está a colocar milhares de postos de trabalho em risco num país que tem o nível mais elevado de desemprego da União Europeia porem, o grande motivo de preocupação é mesmo a saúde. Já morreram 16 pessoas e mais de mil outras ficaram infetadas, em especialmente na Alemanha.

Afinal, o que é essa bactéria E. Coli? - O Escherichia coli (abrevia-se E. coli) é um grupo grande e diverso de bactérias. Embora a maioria das variedades de Escherichia coli sejam inofensivas, outras podem provocar doenças. Alguns tipos de Escherichia coli podem causar diarréia, enquanto outros provocam infecção urinária, doença respiratória, pneumonia e outras doenças.
Há ainda outros tipos de Escherichia coli que são usados como marcadores de contaminação na água. Você pode escutar sobre achado de Escherichia coli na água para beber, a qual por si mesma pode ser inofensiva, mas é indicador de contaminação.

Quem é infectado por Escherichia coli – Pessoas de qualquer idade podem ser infetadas. Crianças muito pequenas e idosos são mais propensos a desenvolver doença séria e síndrome hemolítico-urêmica, mas até crianças mais velhas e adultos jovens podem ficar seriamente doentes.

Sinais e sintomas de infecção – Os sintomas de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas (que produzem um ou mais tipos de toxina denominadas toxina Shiga 1 e 2) variam de pessoa para pessoa, mas freqüentemente incluem cólicas estomacais severas, diarréia (freqüentemente com sangue), e vômito. Se houver febre, ela geralmente não é muito alta, menos de 38,5˚C. A maioria das pessoas fica melhor dentro de 5 a 7 dias. Algumas infecções são moderadas, porém outras são graves e até ameaçam a vida.

Complicações de infecções – Em torno de 5 a 10% das pessoas com infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas desenvolvem uma complicação potencialmente fatal conhecida como síndrome hemolítico-urêmica. Sinais de que a pessoa está desenvolvendo síndrome hemolítico-urêmica incluem diminuição na freqüência da urinação, sensação de muito cansaço, e cor rosada nas bochechas e dentro das pálpebras inferiores. Pessoas com síndrome hemolítico-urêmica devem ser hospitalizadas porque os rins podem parar de funcionar ou desenvolver outros problemas sérios.
A maioria das pessoas com síndrome hemolítico-urêmica se recupera dentre de algumas semanas, porém algumas pode sofrer danos permanentes ou até morrer.

Como a infecção se espalha – As infecções por Escherichia coli Shiga Toxigênicas começam quando a pessoa engole as bactérias, em outras palavras quando entram pequenas quantidades (geralmente invisíveis) de fezes humanas ou animais na boca. Infelizmente isso acontece com mais freqüência do que se imagina. Exposições que resultam em doença incluem consumo de comida contaminada, leite não pausterizado, água não desinfetada, contato com gado, ou contato com fezes de pessoas infectadas.

Diagnóstico de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas - são geralmente diagnosticadas por teste laboratorial de fezes. Identificar a variedade específica de Escherichia coli é muito importante para propósitos de saúde pública.

Tratamento para infecção – O tratamento com terapia não específica, incluindo hidratação, é importante.
Antibióticos não devem ser usados no tratamento. Não existe evidência que tratamento com antibióticos ajude, e o uso poderia elevar o risco de síndrome hemolítico-urêmica. Agentes contra a diarréia, como Imodium®, também poderiam elevar esse risco.

Prevenção de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas - Podem ser prevenidas das seguintes formas:

- Lavar as mãos cuidadosamente depois de usar o banheiro, trocar fraldas, e antes de preparar ou comer alimentos;
– Lavar as mãos depois de contato com animais em seu ambiente (fazendas, zoológicos, feiras);
– Evitar laticínios não pasteurizados;
– Evitar engolir água ao nadar em lagos, represas e piscinas.

Pois é, mesmo sendo um problema aqui da Europa, devemos tomar cuidado em qualquer parte do mundo!

Beijos.

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14
Abr

Conjutivite, o surto viral

S.O.S

Já faz um tempinho que quero falar sobre esse assunto por aqui, e levando em conta a epidemia que está na minha casa brasileira Mogi a terra do caqui, rs achei que seria uma boa altura hora.

Mas afinal, o que é conjuntivite?
É uma inflamação da conjuntiva membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho.
Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho. Pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

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Causas: Pode “aparecer” depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica.

As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato.

Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias. A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.

Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc. Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

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Sintomas: Em geral, a conjuntivite causa ardência e coceira na região dos olhos, com sensação de corpo estranho (areia ou de ciscos), acompanhado como um irritante lacrimejar, olhos vermelhos e sensíveis principalmente à claridade, e pálpebras inchadas.
No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos doem, além de secretarem um insistente líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais assusta!
Infecções bacterianas, deixam o olho vermelho, associado a uma secreção purulenta (pus).
Mas atenção, outras infecções bacterianas são crônicas e podem produzir pouca ou mesmo nenhuma supuração, exceto um pequeno endurecimento dos cílios pela manhã.
Alguns vírus produzem a típica irritação dos olhos, dores de garganta e corrimento nasal, devido a um pequeno resfriado. Outros podem infectar apenas os olhos. As conjuntivites virais produzem geralmente duram de uma a duas semanas.

Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite, e também as que não apresentam a infecção, terem algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.
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Para prevenir a transmissão, enquanto estiver doente, tome as seguintes precauções:
Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos;
Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
Não compartilhe toalhas de rosto;
Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho;
Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas;
Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
Evite coçar os olhos para diminuir a irritação;
Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;
Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.
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Para prevenir o contágio, tome as seguintes precauções:
Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas);
Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos;
Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa);
Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

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Tratamento: Na maioria dos casos, os sintomas e a doença passam em 10 dias, sem que seja necessário qualquer tipo de tratamento.
Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e também diminuir o desconforto.

Acima de tudo, não use medicamentos sem orientação médica. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, sendo assim, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

Se você sabe que tem alergia ou intolerância a algum produto químico, mantenha-se longe dele, durante e depois da crise. Para melhorar os sintomas, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.

E lembre-se: ao perceber alguma irritação, vermelhidão ou secreção anormal, procure imediatamente seu oftalmologista. Só ele pode indicar o melhor tratamento.

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Sinais de alerta!
Se ocorrer algum destes problemas, procure imediatamente seu médico:

Alterações visuais;
Dor ocular intensa;
Dor ao movimentar os olhos;
Febre;
Não melhorar com a medicação;
Secreção continua após o término da medicação;
Aumento da sensibilidade à luz.

E lembrem-se, qualquer alteração SEMPRE consulte o médico especializado!

Beijos.

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30
Mar

Enjoos de movimento – Efeitos de enjôos em viagens

S.O.S

Muitas pessoas assim como eu, quando viajam de automóvel carro, comboio trem, barco ou avião sofrem por vezes de enjoo do movimento, que podem incluir sensações de náuseas, vómitos, transpiração e queda de pressão.

O que acontece é que, o movimento do veículo perturba a relação entre aquilo que os olhos vêem e o que o mecanismo de equilíbrio no ouvido interno sente. Os olhos se adaptam ao movimento, ao contrário do ouvido, pelo que os “sinais” dos olhos e do ouvido não coincidem.

Não há cura mas podemos tomar medidas para evitar ou aliviar uma crise:

Tome um comprimido contra o enjoo pelo menos meia hora antes de partir em viagem. Tenha em atenção que alguns destes comprimidos podem  conter uma substância que pode provocar secura na boca e obstipação; outros contêm um anti-histamínico que em alguns indivíduos  causa  sonolência;

Não viaje de estômago vazio nem beba bebidas alcoólicas. Tome regularmente pequenas quantidades de líquidos, a fim de evitar a desidratação, e procure ingerir alimentos sólidos em pequenas doses antes ou durante a viagem;

Se começar a sentir-se indisposto, não tente ler ou escrever no onibus ou carro. Contudo, procure manter o espírito ocupado; alguns tipos de distracções podem ser úteis como os jogos, brinquedos, puzzles quebra-cabeças e músicas gravadas, especialmente para a crianças que enjoam;

Nas viagens de automóvel carro, olhe para fora pelo vidro da frente do veículo. Olhar para os objectos que passam pelas janelas pode ainda piorar a sensação de náusea. Fixe os olhos no horizonte, e não nos objectos que se encontrem perto, pois isso ajuda a manter a imobilidade da cabeça e diminui a sensação de náusea.

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Eis alguns conselhos sobre o que deve ou não deve fazer:

Não permita que fumem no carro, pois o cheiro do tabaco pode desencadear o enjôo;

Não fale na possibilidade de enjoar em frente de alguém que seja susceptível ao enjôo;

Leve sacos de plástico para o caso de as medidas preventivas falharem;

Mantenha o carro bem arejado: abra a janela ou as entradas de ar;

Sente-se na parte mais estável do veículo: no autocarro onibus, ao lado do condutor; num automóvel carro, no banco da frente. Num navio ou barco, fique no convés, em vez de ir para a cabina;

O enjoo do movimento raramente constitui um problema nos grandes aviões a jacto. Contudo, se tiver tendência a enjoar, procure obter um lugar afastado das janelas, junto de uma das coxias.

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Dicas “preciosas” para uma boa viagem, rs

Beijos.

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24
Mar

Primavera, a época das flores… E das alergias

S.O.S

A primavera é a estação do ano mais linda, colorida…
Mas com ela podem vir diversas alergias, chamadas sazionais uma vez que a manifestação de alguns sintomas, que ocorrem num determinado período do ano.
Diferente das substâncias que provoca ou pode provocar alergia como os ácaros do pó, que são responsáveis por alergias perenes, ou seja, que ocorrem durante todo o ano.

Também denominada polinose, ou, mais vulgarmente, febre dos fenos, esta alergia é causada nesta estação pois, mesmo havendo pólenes no ar durante todo o ano, é na Primavera que as concentrações são mais elevadas. E como no Verão, surgem outros agentes que causam reacções alérgicas. Algumas são muito graves, podendo ser fatais mesmo sendo bastante raro, como por exemplo, a alergia a veneno de insectos.

De acordo com a Dr.ª Ângela Gaspar (Imunoalergologista) “Quando ocorre uma reacção grave à picada de abelha ou vespa, é uma situação de emergência médica, sendo que estes doentes devem ter indicação para terem consigo um kit de auto-administração de adrenalina”. Ressalva ainda que “A manifestação mais frequente à picada de insectos, como mosquitos e melgas pernilingos, é uma reacção limitada à pele, correspondendo a lesões vesiculares muito pruriginosas (comichão coceira) denominadas estrófulo.

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Mas porquê na Primavera?

A alergia a pólenes é a forma mais frequente de alergia sazonal. Mas, qual a razão de ocorre tipicamente na Primavera?

A Dr.ª Ângela responde, “Em Portugal, assim como em outros países da Europa mediterrânica, a principal causa de alergia a pólenes são as gramíneas (fenos grama). Estas são muito frequentes e polinizam em plena Primavera, atingindo o seu pico máximo habitualmente durante os meses de Maio e Junho. As reacções à erva parietária (alfavaca de cobra) também são frequentes no País. O período de polinização costuma ser mais alargado, ocorrendo sintomas durante toda a Primavera e início do Verão”. E, os pólenes de árvores, a oliveira é a principal causa de alergia entre as árvores, no País, sendo o seu período de polinização também na Primavera.

As concentrações dos pólenes existentes no ar dependem da época de polinização, que é específica para cada planta, coincidindo para a maioria das plantas, pois dá-se uma subida mudança de temperatura.
De ano para ano, podem existir variações, na época polínica principal, a altura do ano em que ocorre o pico de maior intensidade, em relação às concentrações observadas.

A explicação ainda, reside na influência das variáveis meteorológicas: a ocorrência de chuva (previamente à época polínica) condiciona fortes concentrações de pólen quando a precipitação se interrompe, com os dias quentes e ventosos; em contra partida num ano seco, condiciona uma vaga polínica é menos intensa, em particular das plantas mais sensíveis à falta de água, como as do tipo gramíneas.

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Perfil dos indivíduos

Os sintomas ocorrem na época de maior concentração dos pólenes, sendo desencadeados, em especial, no exterior dos edifícios, sobretudo com tempo quente, seco e ventoso.

Os sintomas podem alterar muito a qualidade de vida do doente alérgico. A alergia a pólenes é uma causa frequente de manifestações alérgicas, que podem ser do aparelho respiratório (asma e rinite), dos olhos (conjuntivite) ou da pele (urticária e eczema).
A rinite alérgica é a manifestação mais frequente. Pode atingir até 1/3 da população portuguesa e é caracterizada pela ocorrência de espirros, pelo nariz entupido, pela comichão e o pingo no nariz. Estes sintomas podem ser acompanhados por conjuntivite alérgica (olho vermelho, lacrimejo, comichão e inchaço). São igualmente frequentes a asma caracterizada pela dificuldade em respirar, pieira, cansaço fácil e tosse, a urticária e o eczema: sintomas alérgicos da pele. E em muitos casos, vários destes sintomas acontecem em simultâneo.
De igual modo, a frequência das mesmas queixas eram já habitualmente sentidas pelos pais, irmãos, avós ou tios, traduzindo o carácter familiar da doença;

Mas atenção: A confirmação do diagnóstico e identificação do tipo de pólen a que é alérgico, deverá ser efectuada por médico especialista em Imunoalergologia, conjugando-se a história clínica, com a realização de testes cutâneos de alergia ou métodos de diagnóstico laboratoriais.
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Medidas preventivas para os doentes alérgicos a pólenes


Algumas formas de prevenir as crises alérgicas causadas pelos pólenes:

Consulte o Boletim Polínico:
Encontra-se disponível todo o ano no site oficial da SPAIC (Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica – www.spaic.pt) e na Primavera também em alguns meios de comunicação social, para saber as concentrações dos pólenes no ar ambiente (baixas/moderadas/elevadas).

Programe as suas férias: Para evitar o contacto com um pólen específico a que seja alérgico, programe as suas férias elegendo locais de baixas contagens polínicas (ex. Neve ou praia). Poderá saber a altura de polinização máxima pela consulta do Boletim Polínico.

Evite realizar actividades ao ar livre: Evite realizar actividades ao ar livre quando as concentrações polínicas forem elevadas. Passeios no jardim, cortar a relva, campismo ou a prática de desporto na rua, irão aumentar a exposição aos pólenes e o risco para as alergias.

Mantenha as janelas fechadas:
Use filtros de partículas de grande eficácia nos carros e viaje com as janelas fechadas. Os motociclistas deverão usar capacete integral. Em casa deverá manter as janelas fechadas quando as concentrações dos pólenes forem elevadas.

Use óculos escuros:
Uma forma de minimizar queixas oculares é a utilização de óculos escuros sempre que sair à rua.

Faça a medicação prescrita: A medicação será a forma mais eficaz de combater os sintomas da alergia a pólenes. Consulte um médico especialista de Imunoalergologia para o diagnóstico correcto e prescrição do tratamento adequado. A prevenção poderá passar pela realização de vacinas anti-alérgicas.

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Algumas medidas preventivas, para os doentes com alergia à picada de insectos

Existem várias medidas que os doentes alérgicos ao veneno de insectos podem tomar durante a Primavera e Verão e que permitem minimizar a exposição a insectos, tais como: abelhas, vespas ou mosquitos.

As medidas preventivas indicadas são:

Evitar locais onde estes insectos costumam estar: jardins com flores, árvores de fruto, troncos caídos (onde as vespas costumam construir os ninhos);

Evitar perfumes ou cosméticos com cheiros activos de flores ou mesmo frutos; evitar o uso de roupa larga com cores claras ou com padrões florais;

Evitar beber e comer doces e frutas ao ar livre; evitar caixotes e contentores de lixo;

Conduzir veículos com as janelas fechadas; usar capacete, luvas e manter o corpo o mais coberto possível quando andar de bicicleta ou moto;

Nunca andar descalço especialmente em relvados;

Tenha muito cuidado ao fazer ginástica e exercício ao ar livre, porque o suor atrai estes insectos;

Andar sempre com o seu kit/estojo de emergência, não o deixar no carro ou em casa. Os doentes com reacções graves à picada de insectos têm indicação para ter sempre consigo um kit para auto-administração de adrenalina, pelo que devem saber utilizá-lo, bem como os seus familiares e amigos para que o possam auxiliar, caso seja necessário. Estes doentes deverão ser observados por um especialista, que avaliará a indicação para efectuar vacina anti-alérgica em ambiente hospitalar. Este tipo de tratamento é altamente eficaz nos doentes alérgicos à picada de vespa e de abelha.

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By: Para que não lhe falte ar

Espero que tenham gostado das dicas.
Pois mesmo tendo bastante ocorrencia aqui no continente europeu, nenhum está livre sendo válido então para todo o mundo!

Beijos.

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