02
Fev

Efeitos nocivos do calor: Insolação e Golpes de calor

S.O.S

Levando em conta que o verão no Brasil está bem quente, resolvi postar o que todo este calor pode causar.
Já passei por isso várias vezes e apenas nas ultimas souberam o que fazer por isso, acho importante falar sobre, seus sintomas e primeiros socorros; sendo assim uma forma de informação não só para o “socorrista” como também para a “vítima”.

A temperatura interna ideal do corpo humano varia entre 36,1ºC e os 37,2ºC. Se a temperatura se afasta deste valores, então começam os problemas fisiológicos.
A insolação é o mais grave efeito nocivo do calor e corresponde á incapacidade do corpo humano reduzir a temperatura central com rapidez através da transpiração, podendo surgir lesões significativas em zonas terminais do corpo, como por exemplo, orelhas, nariz, etc. As consequências são mais graves, se o calor estiver associado a uma grande humidade (entre os 60%). Os indivíduos que sofrem de insolação apresentam hipertemia sendo a temperatura corporal central maior do que 40,5ºC.

Os grupos de risco são: crianças, atletas amadores ou mesmo pessoas que trabalham em ambientes quentes e húmidos.

As principais causas da insolação são: Acção directa dos raios solares sobre a cabeça da vítima, principalmente se não estiver protegida; Permanência prolongada em ambientes muito quentes; Uso de vestuário inadequado; Ingestão de grandes quantidades de bebidas alcoólicas; O abuso de algumas drogas (Ex.: Cocaína, Antidepressivos, etc.).

Sinais e sintomas: Dores de cabeça (cefaleia) e cara congestionada; Sede intensa; Hipertemia (a temperatura do corpo elevada, relacionada à incapacidade do corpo de promover a perda de calor ou reduzir a produção de calor); Náuseas e vómitos; Tonturas; Inquietação e fraqueza geral; Suor intenso nas primeira etapas da insolação e ausente após a elevação da temperatura corporal central; Pele quente, afogueda e seca; Taquipneia (respiração acelerada); Taquicardia (batimento cardíaco acelerado); Perda de apetite.

Primeiros socorros: Colocar a vítima num lugar fresco, arejado e à sombra; Colocar na posição “semi-sentado”; Fazer deslocação de ar junto à vitima, por exemplo, usando um ventilador ou abanando com uma revista; Despir completamente a vitima e pulverizá-la com água tépida (morna); Colocar compressas húmidas e tépidas (mornas) na testa da vítima, nas axilas e sobre a zona inguinal (abaixo do umbigo); Imergir num banho de água morna, no caso de bebés; Cobrir a vitima com um lençol seco e mantê-la numa atmosfera fresca, de forma a prevenir a hipotermia, depois do corpo esfriar; Dar comprimidos de sal ou solução salinas frescas tomadas aos goles de 15 em 15 minutos (0,15-0,25L). Exceder esta concentração pode provocar vómitos; Ligar para as emergências (112 Portugal, 193 Brasil); Avaliar e registar os parâmetros vitais (Grau 1 – Paciente ansioso, agitado; Grau 2 – Cooperativo, orientado, tranquilo; Grau 3 – Sonolento, atendendo aos comandos; Grau 4 – Dormindo, responde rapidamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 5 – Dormindo, responde lentamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 6 – Dormindo, sem resposta) a cada 5 minutos; Prolongar o socorro até a temperatura descer aos 38ºC ou 37,5ºC.

Já o golpe de calor é um efeito nocivo provocado igualmente pelo calor e corresponde a uma situação causada pela perda de água e sais minerais do corpo (desidratação). A temperatura corporal central varia entre os valores normais e os 40ºC. Esta situação pode evoluir até à insolação. Surge por permanência prolongada em ambientes muito quentes e húmidos, reduzindo ingestão de água e sal e assim sendo, reduzida produção de suor. Nas pessoas idosas, pode surgir após uma doença debilitante.

Sinais e sintomas: Dores de cabeça (cefaleia) e cara congestionada; Sede intensa; Temperatura normal, com tendência para descer; Náuseas e vómitos; Tonturas; Inquietação e fraqueza geral; Taquipneia (respiração acelerada); Taquicardia (batimento cardíaco acelerado); Perda de apetite; Cãibras de calor nas pernas, braços costas e abdómen; Pele pálida, fria e viscosa.

Primeiros socorros: Colocar a vítima num lugar fresco, arejado e à sombra; Fazer deslocação de ar junto à vitima, por exemplo, usando um ventilador ou abanando com uma revista; Colocar compressas húmidas e tépidas (mornas) na testa da vítima, nas axilas e sobre a zona inguinal (abaixo do umbigo); Colocar na posição de “elevação dos membros inferiores”; Dar comprimidos de sal ou solução salinas frescas tomadas aos goles de 15 em 15 minutos (0,15-0,25L). Exceder esta concentração pode provocar vómitos; Ligar para as emergências (112 Portugal, 193 Brasil); Avaliar e registar os parâmetros vitais (Grau 1 – Paciente ansioso, agitado; Grau 2 – Cooperativo, orientado, tranquilo; Grau 3 – Sonolento, atendendo aos comandos; Grau 4 – Dormindo, responde rapidamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 5 – Dormindo, responde lentamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 6 – Dormindo, sem resposta) a cada 5 minutos.

By – SOARES,Rosa; SERRA, Lidia; ALMEIDA, Carla. Saúde e Socorrismo 12 (Curso Tecnológico de Acção Social 12ºAno), Porto Editora, 2007, p.90-91.

Estão gostando dessas dicas de socorrismo?

Beijos.

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19
Jan

Inundação, como e o que fazer: antes, durante e depois

S.O.S

Com as fortes chuvas abalando diversas cidades do Brasil, como fica a saúde da população atingida? Enchentes, inundações, lama, água e alimentos contaminados… O que fazer em relação à saúde numa hora dessas?

Em todo acidente ou desastre, é importante sabermos que com as precauções e conhecimento necessário é possível reduzir os danos ao máximo pois, mesmo em locais que não possuam histórico de enchentes, caso ocorra uma inundações inesperadas, saberemos como proceder.

Precauções a serem tomadas ANTES de uma enchente ou inundação:
O restabelecimento dos serviços essenciais pode durar de algumas horas ou até semanas. Por isto é importante manter comida e água potável para cada pessoa da família para pelo menos três dias, estocados em locais mais altos possíveis. Tenha desta forma sempre uma sacola ou mochila com o equipamento de emergência necessário, em um local que pode ser acessado de maneira fácil em caso de emergência.

Lista de suprimentos a serem levados no momento da evacuação:
– Comida e água potável;
– Lanternas e Pilhas;
– Rádio transmissor (FM);
– Remédios da família e estojos de primeiros-socorros;
– Roupas limpas;
– Luvas e sapatos de sola grossa;
– Dinheiro em espécie;
– Outros itens necessários como por exemplo, de higiene pessoal.

Precauções quando OCORRE uma enchente:

Se estiver em um local fechado, mantenha a calma e tente subir o máximo possível em segurança e espere emergência. Evite nadar ou passar pela água. Caso seja necessário, proteja o corpo para evitar cortes ou o mínimo contacto com a água.

Em locais de deslizamento ou desabamento:
Abandone rapidamente o local;
Conforme a gravidade e a possibilidade, acione o telefone de emergência;
Quando os órgãos oficiais determinarem que o local está em segurança faça a retirada dos escombros e inicie a reparação dos danos.

Alimentação:
Não consuma alimentos que tenham tido contacto com a a água da enchente. Se possível, ferva os alimentos por ,pelo menos, 15 minutos;
Caso verifique alteração no estado do alimento, evite sua ingestão. Evite embalagens deterioradas de qualquer forma.
Os alimentos comercialmente enlatados que estiverem intactos podem ser aproveitados se forem retirados os rótulos e as latas forem bem lavadas e desinfetadas com uma solução de cloro, preparada da seguinte forma: Para um balde de 10 litros de água limpa, adicione 2 copinhos de café descartáveis (meio copo de geleia) de água sanitária ou; Para uma lata (18 litros) de água limpa, adicione 4 copinhos de café descartáveis (1 copo de geleia) de água sanitária; Deixe a lata nessa solução por 30 minutos;
Com uma caneta marcadora escreva na lata desinfetada o nome do alimento nela contido, inclusive data de validade (antes da retirada do rótulo);
Os recipientes de alimentos e bebidas com tampa de rosca, tampas arrancáveis e tampas com bordas indentadas (garrafas ou qualquer outro tipo de tampa) e os alimentos conservados em casa que tiverem tido contacto com enchente devem ser jogados fora, não podendo ser desinfetados;
Para os bebes dê preferência ao leite pronto para beber de procedência conhecida e que também não estiveram em contato com a água de enchente.

Saúde e higiene:
É muito importante que você lembre as regras básicas de higiene durante o período de emergência: Sempre lave as mãos com sabão e água fervida ou clorada, antes de preparar ou comer alimentos, depois de usar o sanitário, depois de participar de actividades de limpeza das enchentes, depois de tocar artigos contaminados com as águas da enchente ou águas de esgoto;
Evite andar com os pés descalços e caminhar em água de enchente, se possível não permitir que as crianças brinquem em áreas alagadas.
É possível que as águas da enchente contenham fezes dos sistemas de esgoto transbordados, bem como subprodutos agrícolas e industriais.
As doenças mais comuns que ocorrem após enchentes são: Leptospirose (transmissão pelo contacto directo ou indirecto com urina de animais infectados); Dengue (transmissão através da picada de mosquito Aedes aegpty); Hepatite A e E (transmissão fecal /oral – directa ou indirecta); Gastroenterite aguda (pela ingestão de alimentos e/ou água contaminados).
Lembrando que, uma vez tendo contacto com com a água da inundação, deve-se procurar o hospital ou posto de saúde mais próximo, para avaliação de um médico.

Não deixem as crianças brincarem em lugares aonde existam águas de enchente;
Lave frequentemente as mãos das crianças, sempre antes de comer e não deixe que elas brinquem com brinquedos contaminados pelas as águas da enchente que não tenham sido desinfectadas.
Os brinquedos podem ser desinfectados com uma solução de cloro preparada como descrito abaixo:
Para um balde de 10 litros de água limpa, adicione 2 copinhos de café descartáveis (meio copo de geleia) de água sanitária ou;
Para uma lata (18 litros) de água limpa, adicione 4 copinhos de café descartáveis (1 copo de geléia) de café de água sanitária;
Deixar o brinquedo nessa água por 30 minutos.

Lixo:
Evite que os dejectos como fezes, urina e lixo entre em contacto com a água, os alimentos e as pessoas;
Os dejectos devem ser recolhidos em recipientes e enterrados, de forma a prevenir o aparecimento de pragas;
Em casos de animais mortos, estes devem ser cobertos com cal, sendo posteriormente cobertos com terra ou deve-se queimar os cadáveres. Em caso de cadáveres humanos, o único procedimento a ser tomado é notificar a autoridade civil responsável.

Precauções APÓS ocorrer uma enchente:

Ao retornar para uma residência verifique se possui condições de retorno e volte para casa durante o dia;
Cuidado com a invasão de bichos como ratos, cobras, baratas e afins;
Evite andar em águas paradas;
Efectue limpeza e secagem da rede eléctrica e dos aparelhos eléctricos antes de religar qualquer equipamento;

Limpeza:
As paredes, os pisos e todas as outras superfícies da casa devem ser limpas com água e sabão e desinfectados com uma solução forte de cloro, conforme as orientações abaixo descritas:
Para um balde de 10 litros de água limpa, adicione 06 copinhos de café descartáveis (1 copo e meio de geleia) de água sanitária (a 2.5%);
Para uma lata (18 litros) de água limpa, adicione 10 copinhos de café descartáveis (dois copos e meio de geleia) de água sanitária (a 2.5 %);
Tenha cuidado em desinfectar muito bem as superfícies que irão ter contacto com alimentos (refrigeradores, armários, aparadores, despensa, etc.);

Também devem ser limpos com cuidado os lugares onde brincam as crianças;
Coloque todas as roupas em água fervendo;
Artigos que não possam ser lavados como colchões, móveis, devem ser secos ao ar sob o sol e submetê-los à acção de desinfectantes, se possível limpe com vapor;
Se houve retorno de águas barrentas (lama) para dentro de casa use botas e luvas de borracha impermeáveis quando realizar a limpeza;
Retire e despreze todo o material caseiro contaminado que não seja passível de desinfecção, tal como papéis, quadros, tapetes;
Enxague as paredes com água limpa, e após secar, coloque água limpa com hipoclorito de sódio (1/4000 litros de água). Abra todas as torneiras e registos para limpar a rede de água e depois deixe entrar água limpa.

By – Wikiversity: http://migre.me/3HSnf e Ambiente Brasil: http://migre.me/3HSqa.

Espero poder ajudar, de alguma forma…

Beijos.

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04
Jan

Primeiros socorros para queimaduras

S.O.S

Hoje trago um tema que gerou certa polêmica aqui em casa; acham que estes assuntos são um tanto quanto “fortes demais” para eu falar por aqui.
Eu sinceramente acho que, apesar de “fortes” são de utilidade pública, para alertar a todos como proceder em diversos casos, os quais ninguém está livre de passar… Mas o que VOCÊS acham?
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O tema de hoje então será, o que se deve fazer com: Queimaduras.
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As queimaduras são os mais comuns acidentes domésticos, sendo ele por contatos com fogo, objetos quentes, água fervente, vapor, irritações solares ou até mesmo por substâncias químicas ou choques elétricos.
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São divididas entre:
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Queimaduras leves, de 1º grau: que se manifestam com vermelhidão, inchaço e dor. É a única que não deixa cicatriz. Normalmente, causada pela queimadura de sol. Afeta basicamente a epiderme. A pele fica avermelhada, ardida e com inchaço.
Se recupera: de uma a três semanas.
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Queimaduras de 2º grau: quando a dor é mais intensa e normalmente aparecem bolhas ou humidade na região afetada. É a queimadura que mais dói, porque expõe as terminações nervosas da pele. Afeta a parte da derme. A pele fica com bolhas e inchada. O fundo da ferida apresenta pontos vermelhos.
Se recupera: de um a três meses.
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E queimaduras graves, de 3º grau: onde a pele se apresenta esbranquiçada ou carbonizada e há pouca ou nenhuma dor. É a mais grave. A derme é queimada por completo e a camada de gordura, músculo e osso pode ser atingida. A pele fica esbranquiçada, preta ou vermelha escura. A pessoa quase não sente dor, porque a pele destruída se torna uma camada dura parecida com couro.
Se recupera: acima de três meses.
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O que NÃO SE DEVE FAZER: Não toque a área afetada (para evitar ao máximo a contaminação);
Nunca fure as bolhas (para que não entrem bacterias presentes tanto no objeto quanto da pele ou mesmo do ar);
Não tente retirar pedaços de roupa grudados na pele. Se necessário, recorte em volta da roupa que está sobre a região afetada (para não ferir ainda mais ou infeccionar);
Não use manteiga, pomada, creme dental ou qualquer outro produto doméstico sobre a queimadura (pois pode agravar a lesão e aumentar o risco de infecções. Existem produtos próprios (compressas, pomadas, etc.), à venda em farmácias e noutros locais, com preço acessível. Trata-se de antihistamínicos, emolientes e analgésicos de aplicação local);
Não cubra a queimadura com algodão; Não use gelo ou água gelada para resfriar a região (pois pode agravar a lesão).
Atenção: Se as roupas também estiverem em chamas, não deixe a pessoa correr. Se necessário, derrube-a no chão e cubra-a com um tecido como cobertor, tapete ou casaco, ou faça rolar no chão. Em seguida, procure auxílio médico imediatamente.
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O que SE DEVE FAZER: Tirar a pessoa do calor. Desligar a corrente elétrica ou puxe a vítima com cinto de couro, borracha ou madeira sem encostar nela;
Em caso de queimadura grave, verifique se está a respirar, tem pulso e mantém a consciência. Se souber fazer uma reanimação, aplique-a. Entretanto, ligue para as urgências 112 (Portugal) 190 (Brasil);
Nos casos menos graves, refresque a lesão durante 20 minutos com água corrente, para parar o processo e aliviar a dor. Em queimaduras extensas, o chuveiro é útil;
Para desinfectar a lesão, use água estéril ou com sabão ou, ainda, uma solução salina estéril ou anti-séptica;
Se a queimadura for de pouca extensão, resfrie o local com água fria imediatamente;
Seque o local delicadamente com um pano limpo ou chumaços de gaze;
Cubra o ferimento com compressas de gaze;
Em queimaduras de 2º grau, aplique água fria e cubra a área afetada com compressas de gaze embebida em vaselina estéril;
Mantenha a região queimada mais elevada do que o resto do corpo, para diminuir o inchaço;
Dê bastante líquido para a pessoa ingerir e, se houver muita dor, um analgésico;
Se a queimadura for extensa ou de 3º grau, procure um médico imediatamente;
Se tiver de levar a vítima para o hospital, cubra a queimadura com uma compressa estéril ou um pano limpo e seco que não solte pêlos. Durante a cicatrização, um emoliente pode diminuir a comichão coceira.
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Para queimaduras químicas (causada por produtos), DEVE-SE: Como as queimaduras químicas são sempre graves, retire as roupas da vítima rapidamente, tendo o cuidado de não queimar as próprias mãos;
Lave o local com água corrente por 10 minutos (se forem os olhos, 15 minutos), enxugue delicadamente e cubra com um curativo limpo e seco, menos no caso de cal, o qual deve ser raspado;
Procure ajuda médica imediata.
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Já para queimaduras Solares: Refresque a pele com compressas frias;
Faça a pessoa ingerir bastante líquido, mantendo-a na sombra, em local fresco e ventilado;
Procure ajuda médica.
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Como se evitar queimaduras em casa: Panelas quentes são um perigo dentro de casa, principalmente para as crianças. As panelas devem ficar sempre com o cabo virado para dentro do fogão, de modo a evitar possíveis acidentes;
Álcool deve estar sempre em local afastado do fogo e das crianças;
Sempre que houver criança em casa, é preciso deixar as tomadas protegidas, os fios elétricos isolados e procurar mante-los sempre calçados com sapatos ou chinelos de borracha;
Não é prudente acender velas dentro de casa. Se for necessário, tome o cuidado de colocá-las longe dos carpetes e das cortinas;
Não acender cigarro na cama antes de dormir. O fumante pode dormir e a brasa cair no colchão provocando um incêndio;
Quanto aos aparelhos elétricos, não é boa ideia desligá-los puxando pelo cabo nem limpá-los quando estão ligados à corrente. Mantenha-os afastados da água, com especial destaque aos que são usados na casa de banho banheiro: máquinas de barbear, depiladoras e secadores de cabelo. Não os toque com as mãos molhadas. Antes de reparar a instalação ou substituir uma lâmpada, desligue o quadro geral. Se tiver dúvidas, chame um profissional;
Os biberões mamadeiras ou alimentos aquecidos no microondas não alcançam uma temperatura uniforme. Por isso, deve agitá-los bem ou prová-los, para evitar acidentes;
A hora do banho é também um momento de risco. Certifique-se de que a água está à temperatura correta (ponha primeiro a correr a fria e depois a quente) e não deixe os seus filhos manusearem sozinhos as torneiras.
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By – Santa Lúcia: http://migre.me/3qJnZ; Educação Fisica: http://migre.me/3qJqX e Deco Proteste: http://migre.me/3qJtK.
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Espero ter ajudado com mais essas dicas, rs.
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Beijos.

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30
Dez

E se estamos no meio de uma multidão que começa a empurrar?

S.O.S

Levando em conta que boa parte das pessoas passam essa época do ano em diversos locais lotados, como por exemplo na praia, trago como agir nessa situação de perigo que pode até levar a morte.

De início, acontece de forma quase imperceptível: você está no meio da multidão quando de repente sente que as pessoas à sua volta estão a mover-se e a empurrar para frente. E o pior é que não tem espaço para avançar. Quem está atrás de si já tem o corpo encostado ao seu, começa a ser difícil respirar e quando olha a sua volta só vê um mar de gente. Sair da confusão parece ser impossível, mas nada de pânico!

Primeiro, saiba que a multidão tende a mexer-se a um ritmo semelhante ao das ondas do mar. A agitação começa lá atrás e segue em frente, pois é nessa direção que todos tentam avançar. Uma das estratégias para escapar ao caos é começar a andar para um dos lados. E devagar. Tem mais facilidade em chegar a uma zona com menos gente movendo-se assim.
A medida que for avançando, procure encaminhar para a saída, mesmo que seja de emergência, pois, por muita gente que lá esteja, existe sempre a possibilidade de encontrar um espaço livre que te permita escapar. Não tente ir para um lugar alto, porque é exatamente para onde a multidão empurrará em caso de perigo.
É muito importante que evite desequilibrar-se, tropeçar ou cair para o chão. Para conseguir manter o equilíbrio recebendo encontrões de tantos lados, adote uma posição semelhante à dos boxeadores Ou seja, ombros e punhos para fora e pernas afastadas. Manter os braços para fora serve para proteger o peito, permite que respire melhor e diminuí o impacto dos encontrões que recebe.

Se por acaso cair, grite o mais alto que conseguir e levante logo os braços, para que quem estiver perto, possa ajudar a levantar com mais rapidez. Se alguém lhe cair em cima, ponha-se de gatas e tente erguer-se.


Nota: Neste género de acidentes, a maioria doas pessoas morre quase sempre por sufocação (a pressão à sua volta é tão forte que não consegue mexer o peito e respirar), não por esmagamento.

By – Revista Cosmopolitan Portugal, Janeiro de 2011, Página: 89.

Espero estar ajudando com essas dicas, rs.

Beijos.

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22
Dez

Desmaio por excesso de bebidas alcoolicas.

S.O.S

Não estou esperando que ninguém passe por isso mas, se caso aconteça é sempre bom ter em mente algum plano de ação, no caso de alguma situação de perigo, seja ela qual for…
Pensando nisso então, criei esta nova categoria aqui no blog, são situações das quais ninguém se está livre em presenciar ou mesmo passar, e que ajudará a, até mesmo salvar vidas, seja ela de outra pessoa, ou mesmo a sua própria.

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Alguém desmaia por beber demais:

Uma situação aparentemente normal, ainda mais nessa época de Fim de ano.

Depois de beber uns copos a mais, literalmente, “despencam” no sofá. Mesmo alternando períodos de inconsciência com outros em que “a vítima” está meio acordada. O pior erro é deixa-la mergulhar em sono profundo. O que é fácil acontecer, porque à medida que o organismo metaboliza as bebidas ingeridas os níveis de álcool no sangue continuam a subir, podendo atingir níveis que põem em risco de vida. Mas, caso ingerido algum medicamento, antes ou depois de ter bebido uns copos (por exemplo, comprimidos para dormir), aumenta ainda mais os efeitos potencialmente perigosos do álcool.
Portanto, como a vida pode estar ameaçada, a única alternativa que lhe resta é chamar as urgências (112 para Emergências em Portugal ou 190 para Emergências no Brasil). Enquanto espera, verifique os sinais vitais durante dois minutos. No primeiro minuto, verifique se respira 12 a 18 vezes, e no segundo meça a pulsação, que deve oscilar entre 80 a 100 batidas cardíacas. Se constatar que tal não acontece, ou perceber que tem dificuldades em respirar, é sinal de que o seu estado exige mais atenção.
Se a respiração e o pulso forem normais, pode desapertar-lhe a roupa para deixar respirar mais a vontade. A seguir, deite “a vítima” de lado, pois se vomitar são menores as hipóteses de se engasgar. Deixá-la de barriga para baixo ou para cima significa que o vómito pode obstruir as vias respiratórias.
Claro que pode ter recuperado a consciência quando a ambulância chegar e recusar-se a ir para o hospital. Mas nessa altura não se preocupe, que essa discussão terá de ser com os paramédicos, não consigo.

By – Revista Cosmopolitan Portugal, Janeiro de 2011, Página: 90.

Gostaram da ideia e das dicas?

Nota: Por ser um tema sério, não colocarei informações sem antes serem conferidas; tenho dois cursos de Saúde no Trabalho e Saúde e Socorrismo, por isso não se preocupem.

Beijos

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