29
Jan

Fuel For Life Eau de Parfum – Diesel

Perfumes e Essências

Que o frasco “vestido” com uma rendinha é uma graça, já sabemos…

Mas e o cheirinho, será que vale a pena? Hehehe

 

★★★★★

Mexe com os sentidos e pode provocar desejos enlouquecedores.

“Fuel for Life feminino é um perfume rejuvenescedor que renova o poder da atração e o charme. Este perfume diabolicamente sexy e afrodisíaco é composto de ingredientes potentes com efeitos eufóricos indiscutíveis. Sua fragrância sexy floral chypre é como a força da vida, que constantemente renova o seu poder de atração e charme. Com notas de cabeça de pimenta rosa, cassis e framboesa, nota de coração de jasmin, e notas de fundo patchouli e musk”.

 

Diesel Fuel For Life realmente é muito bom. A fragrância dele assim que você passa é um tanto forte, mas depois de alguns minutos, fica mais suave. Não significa que o cheiro ficar fraco, nem muito menos desaparece, já que a fixação é ótima! Mesmo assim pode ser usado sim durante o dia mas, não recomendo para dias de muito quentes ”Use with caution”.

É doce, mas um doce chipre e não como Angel, Ange ou Demon, Hypnose, floral, frutal… As notas mais fortes são citricas, e quando ele adere na pele as florais surgem. O que o torna nenhum pouco enjoativo, e a cada borrifada, ele vai se abrindo e temos a impressão que a essencia vai mudando…

Do tipo marcante que por onde você passar, vão com certeza te pergunta qual é o perfume que está usando e perfeito para quem procura um perfume clássico mas sem aquele cheiro de coisa antiga e ao mesmo tempo elegante e atual.

 

O preço em média é de R$ 346,90 no Brasil (75ml) e aqui em Portugal, € 37,00 (75ml).

Acho o Diesel Fuel For Life uma delícia, sexy sem ser exageradamente doce, um perfume de mulher poderosa! Daqueles que ficam na roupa e até dão pena de lavar, de tão cheirosinha que ela fica!

Se você tem possibilidades ($$$), vale cada centavo! Não é apenas adocicado e nem amadeirado. Um cheiro sofisticado, de gente rica…

Lembrando que é revestido com uma proteção de uma espécie de rendinha transparente (apenas os frascos de 50ml e 75ml) e gravado com letras douradas (apenas os frascos de 30ml e 75ml).

Beijos.

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28
Jan

#Critica: Millennium – Os homens que não amavam as mulheres

Cinema

Millennium: A garota com a tatuagem de dragão

Como ainda não li os românces da saga Millenium de Stieg Larsson, não posso dizer como este filme é fiel ao material original e, por agora Hollywood estar obcecado com remakes confesso que minhas espectativas não eram as maiores por esse filme. E sim, estava absloutamente errada sobre isso… Hehehe

David Fincher, que também dirigiu filmes como: Clube da Luta, O Curioso Caso de Benjamin Button, e mais recentemente A Rede Social, tem um olho fantástico para o cinema e sempre impressiona com seus filmes. Misture-o com o escritor de: A Lista de Schindler e Gangues de Nova York, adicionar atores como Daniel Craig, Mara Rooney, Christopher Plummer e tantos outros, ao som da trilha de Trent Reznor&Atticus Ross (que também marcaram A Rede Social), e basei-o no livro best-seller de Stieg Larsson… O tornarão então não um remake, mas sim uma re-adaptação e resulta, na minha total e sincera opinião, no melhor filme do ano até agora.

Acho que sempre pode haver espaço para interpretações e visões diferentes, em uma nova abordagem e foi isso que a versão de Fincher se destaca, mesmo sendo mais detalhada, e curiosamente mais interessante e intensa. Criando então uma adaptação cinematográfica de Larssons enquanto best-seller e ao mesmo tempo, melhorando o material de origem sueca. Sejam quais forem as brechas ou lacunas que a adaptação anterior tinha, o filme de Fincher conseguiu preenche-la e explica-la de sua própria maneira.

Esse é um thriller soberbo e frio com a surpreendente atuação de Rooney Mara, o tornando claramente um filme sólido. O personagem exigiu uma atriz que podia interiorizar suas emoções mas, ao mesmo tempo conter uma vasta gama de sentimentos. Mara faz esta atuação tão perfeitamente, que cada olhar é carregado com profundo sentimento, como se você estivesse vendo diretamente sua alma. Capturando todo o mistério, a estranheza, a escuridão, a personalidade da mesma forma que a personagem tinha. Rooney foi tão absolutamente fantástica que a rendeu sua indicação e provável premiação ao Oscar, com seu corpo magro, penteado gótico, piercings e tatuagens excessivas e sua atitude mais agressiva, dão uma resposta mais complexa do que Lisbeth Salander retratada por Noomi Rapace. Mas é principalmente graças ao roteirista Steven Zaillian, que abrange as informações que a adaptação anterior seria simplesmente deixado passar ou então apenas falar sobre em vez de expô-la sim, assistimos a versão sueca para fazer as devidas comparações, hehehe. Fincher e Zaillian mostram seriamente o quão escura e tumultuada é a vida e as motivações de Lisbeth e por isso, para alguns esta abordagem pode ser demasiado brutal ou desnecessários. Mesmo não achando ser mais brutal do que os anteriores thrillers de Fincher, como Se7en. E este é então, a real essência do diretor, feita exclusivamente para fãs que estão confortáveis ​​com o estilo e deixando marca do uso da escuridão de um jeito fantástico.

Em The Girl With The Dragon Tattoo, tanto em seu cenário congelado e coberto de neve na Suécia quanto dentro dos maravilhosamente estranhos interiores, criam uma atmosfera inquietante que é implacável e tecnicamente perfeita. Sobre a natureza perturbadora de algumas cenas, Fincher foi sábio o suficiente para as mostrar, em todo seu horror.

As performances são ao longo de todo o filme perfeitas, graças a uma produção de elenco que fez um grande esforço para não pegar apenas grandes atores, mas sim aqueles que encarnam na própria essência de seus personagens. Os coadjuvantes são Yorick van Wageningen, que interpreta o sádico Bjurman, com credibilidade inquietante e Christopher Plummer, que é perfeito como o desesperado, Henrik Vanger. Como parte central, Daniel Craig faz seu melhor desempenho, normalmente escolhido como o herói durão Craig que nessa versão é mais moderado, mas com o mesmo charme de Mikael Blomkvist que mas também capta o aspecto fraco e submisso de seu caráter. Lisbeth Salander é uma personagem de ficção, totalmente diferente do que já se viu… Destroçada, vestida quase sempre de preto e couro, com cabelos pretos e curto, com um corpo tão leve que dá a impressão de que até o vento pode quebrá-lo, vítima de terriveis barbaridades, mas que se recusa a ser considerar como tal. Para resumir, ela é uma das personagens mais interessantes e difíceis de se reproduzir. Mas, como já me referi acima, foi brilhantemente desevolvida Rooney Mara, chegando ela a ter a própria essência da Lisbeth.

Um ponto que muitos têm comentado sobre com este filme como no livro e na versão sueca, foram dos momentos em que a violência sexual aparece na tela. Embora existam alguns momentos realmente desconfortántes, essa é a razão pela qual foram cenas sucesso. Eles realmente chocam e fazem querer desviar o olhar. E mais do que qualquer coisa, o que chega a impressionar é o humor que é adicionado… Este filme vai fazer você rir, vai quebrar seu coração e ainda te fazer querer tomar um banho, hehehe

Felizmente, a versão em inglês é cheia de cenas que eram ou desmenbrada ou completamente deixada de fora da versão sueca. No entanto, apesar de ser mais robusto, Dragon Tattoo americano é extremamente acelerado, e mesmo apressado consegue mostrar todos os pontos importantes da trama. Os personagens têm tempo para se desenvolver e crescer, a pista de averiguação faz mais sentido, e que o assassino é mais horripilante. O roteirista Zaillian soube exatamente o que deixar de fora e o que mudar. Existem pedaços mostrados no clímax do filmes,  que Lisbeth no fundo tem um alma. Assim, o filme consegue superar esse obstáculo…

No geral, The Girl With The Dragon Tattoo é um filme magistral, daquele que você deve definitivamente ver em breve. É muito bem dirigido, escrito e atuado, e consegue tudo o que se propõe a fazer. Você sente a emoção e as trevas do filme, Rooney Mara irá te surpreender com seu desempenho!

 

Então para resumir: The Girl With The Dragon Tattoo não é definitivamente um filme para quem tem coração fraco! É um filme que abalaria sua “gaiola de conforto”, e acho que o público será dividido: ou você irá realmente amá-lo, ou verdadeiramente detestá-lo, mas dificilmente haverá um meio termo. Com uma história excelente, tem uma importante missão de sensibilizar sobre violência contra as mulheres. Mara, em particular, habita Lisbeth Larsson, de um modo que Rapace não foi capaz… Ela capta silêncio Lisbeth, a natureza e alguns transtornos de personalidade, perfeitamente. Seu corpo frágil e aparência estranha corresponde à descrição do livro, se permindo ser vulnerável mas forte ao mesmo tempo. É uma performance cativante. Se alguém me perguntasse, pessoalmente, qual a versão para ver, eu teria que dizer sem hesitação que esta é a rara ocasião em que a adaptação norte-americana é superior. Sinceramente, não achava que era possível ficar tão verdadeiro para a história com menos de três horas. Tendo a edição, a direção, os tiros, tudo sobre este filme tiver sucesso, tornando-o um filme quase perfeito!

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 19 de outubro, e no Brasil em 27 de janeiro

Beijos.

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26
Jan

Pedido de casamento com Memes

Especial Fofuras Músicas Favoritas

Acho que é o sonho de quase todas as garotas: casar com o príncipe encantado!

Mas antes do grande dia o pedido deve ser alem de romântico original e,  penso que o desse vídeo ganha em ambos…

Na Malásia mais precisamente na cidade Kuala Lumpur, Tim decidiu pedir sua namorada Audrey em casamento. Diferente dos outros, fez o pedido de um jeito diferente: usando os mais que famosos memes da internet. Alguns foram usados de uma forma diferente dos normais mas mesmo assim ficou super fofo e vale muito a pena clicar no play!

Há quem diga que esse é mais um viral de alguma campanha publicitária. E mesmo que seja, fica como ideia para futuros e reais pedidos viu meninos!?

 

E vocês meninas, gostariam de um pedido assim?

#ficadica pro namorido também, hehehe

Beijos.

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