06
Jul

Esmaltes (Vernizes) vencidos: Arriscar ou não os usar?

S.O.S

Como mamãe me enviou vários vidrinhos dessa minha nova mania por vernizes esmaltes obrigado mãe, rs percebi ao guarda-los que alguns estavam fora da validade. Então, será que tem algum problema usá-los mesmo assim???

Como sou “um pouco” neorótica, resolvi pesquisar oii google, rs e descobri que sim: usá-los após o prazo de vencimento nos faz mesmo mal, tanto para a estética como para a nossa saúde!

Algumas vezes e por falta de informação, algumas garotas ou até manicures pensam que eles ainda estão bons, que bastam apenas algumas gotinhas de óleo de banana ou acetona e pronto, estão perfeitos!
Mas infelizmente, não é bem assim…

Após o prazo, ocorre uma alteração da composição inicial, graças à oxigenação do produto.
Pode ser que fiquem apenas mais grossos, ao aplicar fiquem cheio de bolinhas, que dure menos tempo que quando novo, demore mais tempo para secar;
Ou pode ser mais grave: com o acúmulo de fungos podendo causar micose, irritações, alergias, deformações das unhas impedindo que cresçam e até infecções em outras áreas da pele, graças ao contacto.

 

Então meninas, ainda pensam e arriscar?
Eu sinceramente não, hehehe

Atenção, qualquer sintoma fora do normal procure ajuda médica especializada!

Beijos.

13 Comentários
24
Mar

Primavera, a época das flores… E das alergias

S.O.S

A primavera é a estação do ano mais linda, colorida…
Mas com ela podem vir diversas alergias, chamadas sazionais uma vez que a manifestação de alguns sintomas, que ocorrem num determinado período do ano.
Diferente das substâncias que provoca ou pode provocar alergia como os ácaros do pó, que são responsáveis por alergias perenes, ou seja, que ocorrem durante todo o ano.

Também denominada polinose, ou, mais vulgarmente, febre dos fenos, esta alergia é causada nesta estação pois, mesmo havendo pólenes no ar durante todo o ano, é na Primavera que as concentrações são mais elevadas. E como no Verão, surgem outros agentes que causam reacções alérgicas. Algumas são muito graves, podendo ser fatais mesmo sendo bastante raro, como por exemplo, a alergia a veneno de insectos.

De acordo com a Dr.ª Ângela Gaspar (Imunoalergologista) “Quando ocorre uma reacção grave à picada de abelha ou vespa, é uma situação de emergência médica, sendo que estes doentes devem ter indicação para terem consigo um kit de auto-administração de adrenalina”. Ressalva ainda que “A manifestação mais frequente à picada de insectos, como mosquitos e melgas pernilingos, é uma reacção limitada à pele, correspondendo a lesões vesiculares muito pruriginosas (comichão coceira) denominadas estrófulo.

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Mas porquê na Primavera?

A alergia a pólenes é a forma mais frequente de alergia sazonal. Mas, qual a razão de ocorre tipicamente na Primavera?

A Dr.ª Ângela responde, “Em Portugal, assim como em outros países da Europa mediterrânica, a principal causa de alergia a pólenes são as gramíneas (fenos grama). Estas são muito frequentes e polinizam em plena Primavera, atingindo o seu pico máximo habitualmente durante os meses de Maio e Junho. As reacções à erva parietária (alfavaca de cobra) também são frequentes no País. O período de polinização costuma ser mais alargado, ocorrendo sintomas durante toda a Primavera e início do Verão”. E, os pólenes de árvores, a oliveira é a principal causa de alergia entre as árvores, no País, sendo o seu período de polinização também na Primavera.

As concentrações dos pólenes existentes no ar dependem da época de polinização, que é específica para cada planta, coincidindo para a maioria das plantas, pois dá-se uma subida mudança de temperatura.
De ano para ano, podem existir variações, na época polínica principal, a altura do ano em que ocorre o pico de maior intensidade, em relação às concentrações observadas.

A explicação ainda, reside na influência das variáveis meteorológicas: a ocorrência de chuva (previamente à época polínica) condiciona fortes concentrações de pólen quando a precipitação se interrompe, com os dias quentes e ventosos; em contra partida num ano seco, condiciona uma vaga polínica é menos intensa, em particular das plantas mais sensíveis à falta de água, como as do tipo gramíneas.

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Perfil dos indivíduos

Os sintomas ocorrem na época de maior concentração dos pólenes, sendo desencadeados, em especial, no exterior dos edifícios, sobretudo com tempo quente, seco e ventoso.

Os sintomas podem alterar muito a qualidade de vida do doente alérgico. A alergia a pólenes é uma causa frequente de manifestações alérgicas, que podem ser do aparelho respiratório (asma e rinite), dos olhos (conjuntivite) ou da pele (urticária e eczema).
A rinite alérgica é a manifestação mais frequente. Pode atingir até 1/3 da população portuguesa e é caracterizada pela ocorrência de espirros, pelo nariz entupido, pela comichão e o pingo no nariz. Estes sintomas podem ser acompanhados por conjuntivite alérgica (olho vermelho, lacrimejo, comichão e inchaço). São igualmente frequentes a asma caracterizada pela dificuldade em respirar, pieira, cansaço fácil e tosse, a urticária e o eczema: sintomas alérgicos da pele. E em muitos casos, vários destes sintomas acontecem em simultâneo.
De igual modo, a frequência das mesmas queixas eram já habitualmente sentidas pelos pais, irmãos, avós ou tios, traduzindo o carácter familiar da doença;

Mas atenção: A confirmação do diagnóstico e identificação do tipo de pólen a que é alérgico, deverá ser efectuada por médico especialista em Imunoalergologia, conjugando-se a história clínica, com a realização de testes cutâneos de alergia ou métodos de diagnóstico laboratoriais.
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Medidas preventivas para os doentes alérgicos a pólenes


Algumas formas de prevenir as crises alérgicas causadas pelos pólenes:

Consulte o Boletim Polínico:
Encontra-se disponível todo o ano no site oficial da SPAIC (Sociedade Portuguesa de Alergologia e Imunologia Clínica – www.spaic.pt) e na Primavera também em alguns meios de comunicação social, para saber as concentrações dos pólenes no ar ambiente (baixas/moderadas/elevadas).

Programe as suas férias: Para evitar o contacto com um pólen específico a que seja alérgico, programe as suas férias elegendo locais de baixas contagens polínicas (ex. Neve ou praia). Poderá saber a altura de polinização máxima pela consulta do Boletim Polínico.

Evite realizar actividades ao ar livre: Evite realizar actividades ao ar livre quando as concentrações polínicas forem elevadas. Passeios no jardim, cortar a relva, campismo ou a prática de desporto na rua, irão aumentar a exposição aos pólenes e o risco para as alergias.

Mantenha as janelas fechadas:
Use filtros de partículas de grande eficácia nos carros e viaje com as janelas fechadas. Os motociclistas deverão usar capacete integral. Em casa deverá manter as janelas fechadas quando as concentrações dos pólenes forem elevadas.

Use óculos escuros:
Uma forma de minimizar queixas oculares é a utilização de óculos escuros sempre que sair à rua.

Faça a medicação prescrita: A medicação será a forma mais eficaz de combater os sintomas da alergia a pólenes. Consulte um médico especialista de Imunoalergologia para o diagnóstico correcto e prescrição do tratamento adequado. A prevenção poderá passar pela realização de vacinas anti-alérgicas.

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Algumas medidas preventivas, para os doentes com alergia à picada de insectos

Existem várias medidas que os doentes alérgicos ao veneno de insectos podem tomar durante a Primavera e Verão e que permitem minimizar a exposição a insectos, tais como: abelhas, vespas ou mosquitos.

As medidas preventivas indicadas são:

Evitar locais onde estes insectos costumam estar: jardins com flores, árvores de fruto, troncos caídos (onde as vespas costumam construir os ninhos);

Evitar perfumes ou cosméticos com cheiros activos de flores ou mesmo frutos; evitar o uso de roupa larga com cores claras ou com padrões florais;

Evitar beber e comer doces e frutas ao ar livre; evitar caixotes e contentores de lixo;

Conduzir veículos com as janelas fechadas; usar capacete, luvas e manter o corpo o mais coberto possível quando andar de bicicleta ou moto;

Nunca andar descalço especialmente em relvados;

Tenha muito cuidado ao fazer ginástica e exercício ao ar livre, porque o suor atrai estes insectos;

Andar sempre com o seu kit/estojo de emergência, não o deixar no carro ou em casa. Os doentes com reacções graves à picada de insectos têm indicação para ter sempre consigo um kit para auto-administração de adrenalina, pelo que devem saber utilizá-lo, bem como os seus familiares e amigos para que o possam auxiliar, caso seja necessário. Estes doentes deverão ser observados por um especialista, que avaliará a indicação para efectuar vacina anti-alérgica em ambiente hospitalar. Este tipo de tratamento é altamente eficaz nos doentes alérgicos à picada de vespa e de abelha.

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By: Para que não lhe falte ar

Espero que tenham gostado das dicas.
Pois mesmo tendo bastante ocorrencia aqui no continente europeu, nenhum está livre sendo válido então para todo o mundo!

Beijos.

3 Comentários
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