01
Out

Entendendo o final de Breaking Bad, Felina…

Filmes & Séries Something

Antes de tudo, e na tabela periódica:

Fe: Ferro, o químico dominante no SANGUE,
Li: Lítio é o metal mais utilizados na fabricação de METH,
Na: Sódio é o elemento principal das LÁGRIMAS.

E tinha prometido para mim mesma que, ficaria apenas no último post sobre Breaking Bad…

Breaking Bad Finale "Felina" season 5 episode 16 by: Pandawhale.com

Mas não, preciso fechar o círculo da série! E, justamente isso que temos nessa series finale!

Mas antes, aperte o play e venha chorar comigo!

E claro, se ainda não assistiu ao episódio cuidado aos #spoilers

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14
Nov

#Critica: Argo

Cinema

Based on a declassified true story…

Ben Affleck dirige e protagoniza o mais recente thriller político Argo, recheado de grandes atores, onde cada contribui para deixar este filme incrivelmente comovente. É baseado em uma história até então pouco conhecida passada durante a revolução iraniana de 1979 e 1980. Argo segue a história inacreditável e verdadeira do grupo de americanos que encontrou abrigo na residência do embaixador do Canadá no Irã quando a revolução chega a um ponto de ebulição. Ao mesmo tempo em que a CIA trabalha num plano arriscado para tentar tirá-los do país…

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14
Ago

Razões do porque você DEVE assistir Breaking Bad

Filmes & Séries

Essa é certamente a melhor série atual no ar, para não dizer a melhor série de drama de todos os tempos! Mas, você conhece Breaking Bad?

Caso não seja a resposta meus pêsames, hahaha eu hoje mostro o porque você deve assisti-la!

Breaking Bad conta a história de Walter White, interpretado por Bryan Cranston (que com certeza você deve conhecer por Hal, o pai do Malcolm). No inicio da série, Walt é apenas mais um homem insatisfeito com sua vida, já que é um cientista brilhante com uma carreira promissora mas agora se encontra entediado como um simples professor de química do ensino médio…

Durante um dia aparentemente normal em seu segundo emprego, lavando carros num lava jato, Walt descobre logo no início do primeiro episódio que tem câncer de pulmão terminal, e se vê com a triste probabilidade de morrer em questão de meses ou anos, deixando sua esposa grávida e o filho deficiente sem um pai e selado com uma dívida intransponível. Eles vivem em Albuquerque, Novo México, uma área devastada pelos efeitos da metanfetamina cristal e durante conversas com seu cunhado, Hank, um agente da DEA ou Força Administrativa de Narcóticos em português, Walter percebe que pode usar suas habilidades de química para produzir uma droga incrivelmente puro e então valiosa, de metanfetamina. Percebendo uma oportunidade de um futuro melhor para sua família, ele forma uma aliança com Jesse, um pequeno criminoso e seu ex-aluno para entra no comércio meth: uma decisão que tem terrível, com terríveis conseqüências, tanto para Walt e todos que estão ao seu redor.

Pode parecer estranho o primeiro plano da série, ser um câncer terminal logo no início e parecer triste e deprimente para alguns. Mas, na realidade, o show não economiza ou diminui o horror da doença, não podendo ser superestimada ou uma façanha improvável que se consegue alcançar em enúmeras maneiras. Há também um humor negro que corre por toda parte, até mesmo quando as coisas estão a mais difíceis pois acredite, as coisas podem ficar ainda piores pois há quase sempre pelo menos um momento realmente engraçado durante os episódios. Apesar também, da visão incrivelmente real e intransigente de uma comunidade devastada pelas drogas, há muito pouco na maneira de o comentário sócio-político que normalmente recebe os corações de corrida correspondentes cultura.

Talvez o segredo do sucesso da série seja a sua capacidade de regular e equilibrar um nível de suspense de tirar o fôlego que rivaliza a lá Hitchcock em sua capacidade de induzir puro, tensão. O que a torna vitóriosa, contra qualquer show que você se tente compará-la. Alem claro, de ser um estudo de personagem em primeiro lugar.

Não quer nada mais do que nos envolver no mundo de seus personagens, mas o faz com detalhes quase que forenses, com toda sua intensidade e ferocidade central do tema, o desenvolvimento de um sociopata, sende inteiramente original.

Breaking Bad podia ter saido dos trilhos perder o seu caminho, especialmente com o risco, do estilo que aborda… Mas não, foi ficando melhor exponencialmente desde o seu episódio piloto fantástico, há quatro anos atrás!

Ainda, as performances são surpreendente, com Bryan Cranston sendo ganhando todas as indicações como Melhor Ator as quais concorreu, o fofo Aaron Paul como Jesse tão bom quanto… E Dean Norris, uma revelação incrível como Hank o tio do pavê que mesmo um policial durão, é cheio de piadinhas. Sem sombra de dúvidas, os personagens mais complexos da televisão! Hehehe

Ahm, e ainda um detalhe a mais Vince Gilligan, o co-produtor de Arquivo X é o criador e produtor executivo da série!

Então #ficadica

Faça tudo que puder para ver Breaking Bad o mais breve possível, e caso já assistiu não perca a 5ª temporada que está sendo exibida! Uma série tão boa não deve ser ignorada!

E falando nisso…

Num episódio de The Tonight Show, Jay Leno surpreendeu seu convidado indicado ao Emmy por Jesse Pinkman, Aaron Paul, com algumas cenas de 14 anos atrás que sua equipe de produção conseguiu encontrar. Leno começou a perguntar a ele sobre seus primeiros dias em Los Angeles e sua participação em The Price Is Right.

O vídeo mostra o suficientemente e constrangedor Paul, bem jovem e muito animado como um concorrente no jogo clássico, gritando em pânico depois que foi convidado por Bob Barker “venha aqui para baixo!” e competir. Em nenhum momento Paul usar a palavra “YO”… Mas grita insistentemente que Bob é “o homem” e parece que todo mundo ruiu quando ele perdeu por apenas $ 132 no confronto da vitrine.

“Eu literalmente tinha seis latas de Red Bull” disse Paul “Obviamente”.

Confira os outros comentários de Paul, e assista seus melhores momentos de mais de uma década atrás!

“Parece que eu estou em meth”, diz ele. E não está exagerando… É tão fofo! Hehehe

Beijos.

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16
Mar

#Critica John Carter entre dois mundos

Cinema

Lost in a our world. Found in another

Desde que anunciaram a história desse filme e principalmente por ter sido realizado pelo estúdio Disney fiquei super ansiosa para o assistir… Mesmo que com um certo ceticismo, confesso! Hehehe

Antes de começar, tenho que lembrar mesmo tendo certeza que todos já sabem que a história por trás de John Carter é um romance de Edgar Rice Burrough chamado “A princesa de Marte”. Não o li, mas muitos dizer que esse é um dos melhores romances já escritos na literatura americana, já que foi o precursor do gênero de ficção científica sendo também muito bem escrito e estruturado. Então, esse foi uma tarefa difícil para a Disney-Pixar: transformar um clássico americano, em um filme! Que para mim, o resultado foi além do bom… Foi ótimo!

A maioria dos filmes desse tipo, feitos nos tempos atuais falham miseravelmente pois geralmente é mais gasto em efeitos CGI e cenas de batalha, do que na construção dos personagens, da história e nos mundos. Onde, na realidade deve haver um bom equilíbrio, ou são muitas vezes apressados como Conan, o Bárbaro e Duelo de Titãs ou muito longo como Avatar… O que não acontece em John Carter, onde tudo parece se encaixar na perfeição.

Os atores foram todos brilhantes, a linha da história e caracterizações foram muito bem feitas, e os efeitos CGI eram realistas e sem ser exagerado e ao mesmo tempo, deslumbrantes… Por falar nos personagens, me apaixonei pelo Woola, hahaha

Além disso, uma grande surpresa é descobrir quão surpreendente a cultura de Marte foi reproduzida… Afinal, não foi tarefa fácil resumir em apenas um filme de 130 minutos as várias palavras que Burroughs usou para descrever a sociedade de Marte e todas as suas curiosidades, mas a que Pixar fez com resultados excepcionais.

Muitos atores bem conhecidos já colocaram os pés em Marte, mas Taylor Kitsch foi uma perfeita escolha para fazer o papel de uma versão moderna de John Carter: ele não é o homem sem coração sempre musculoso que muitas vezes vemos nos filmes. Seu rosto é fascinante suas expressões e seus gestos cativantes, alem de ser muuuito bonito… E também, uma menção especial para Willem Dafoe, que dá vida literalmente para Tarkas.

Sobre o 3D, bem dessa vez infelizmente vou ficar devendo para vocês já que vimos a versão digital, mas posso dizer que mesmo na ao “estilo habitual” os efeitos estão e muito bem feitos!

Por fim, digo que não vi o tempo passar tamanha era minha concentração no filme. Se você gosta dos antigos clássicos como Star Wars, com certeza irá adorar JC. E é sem sombra de dúvidas, esse é um tipo de filme que vai ficar marcado ao longo dos tempos…

Assistam, e deixe os cineastas sabem que as pessoas ainda apreciam uma boa história e uma boa atuação! Hehehe 

Então para resumir, apensar dessa série de livros ter sido escrita há cerca de 100 anos atrás, é incrível pensar que Edgar Rice Burroughs escreveu a conta mais detalhada de uma incrível aventura de Ficção Científica….  Uma mistura entre Star Wars, Avatar e Prince of Persia sob a fórmula já conhecida da Disney. O diretor Andrew Stanton mergulhou de cabeça e conseguiu transformar as linhas dos livros, em uma grande filme! E uma das melhores características do filme é, sem dúvida, a sua configuração. O árduo trabalho que a Pixar colocou na criação da terra onde a história se passa é altamente reconhecível: a partir dos desertos para os edifícios, tudo é representado em cada pequeno detalhe. Será esse o motivo para um futuro Oscar?

Este foi um filme que eu realmente gostei e que assistiria outras vezes, sem problemas!

Sua estréia aqui em Portugal foi no dia 15 de março, e no Brasil em 9 de março.

Beijos.

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03
Mar

Drive

Filmes & Séries

Sei que esse comentário pode gerar controvérsias, mas sinceramente esse é um dos filmes mais chatos que já vi! Sério…

★½☆☆☆

Drive conta a historia de um piloto de carros duble em Hollywood Ryan Gosling que presta servições de choffer para criminosos do submundo do crime. Quando aceita ajudar o marido de uma amiga, o piloto torna-se alvo de um dos homens mais perigosos de Los Angeles. Quando ele percebe o perigo que está correndo, a única forma de proteger as pessoas que eles mais ama, é fazer o que ele faz de melhor: dirigir!

Alguns dados técnicos:

título original: Drive
lançamento: 2011
duração: 100 min
diretor: Nicolas Winding Refn

Tenho uma noticia boa, e outra má sobre esse filme. Vamos então começar pela boa: o elenco conta com atores excelentes. E a má: a maioria desse elenco não é bem aproveitado… Cada elemento da trama é tão irreal e impossível e os personagens são igualmente inacreditáveis… Em menos de uma hora temos a ideia de como iria acabar. A única questão era saber se personagem de Gosling iria sobreviver, mas esse é um tanto quanto que irrelevante, já que todos os personagens eram bobos demais para viver… Hehehe

A violência pode ter o seu lugar no cinema, mas não é um substituto para os personagens, enredo e história e não apenas em Drive, como também em outros filmes.  E clara a falta de um enredo, a história é lenta e desconexa.

Na primeira metade do filme estabelece que o personagem principal têm uma queda ou está apaixonada pela vizinha, que tem um filho e nesse detalhe tão simples, lá se vai metade do filme. Depois, a segunda metade é a vingança personagem principal, de um assalto que deu errado e detalhe, é praticamente muda como o personagem principal é…

Sinceramente, acho muito difícil entender o que as pessoas vêem neste filme…

Você sabia que…

o nome do personagem principal nunca é revelada. Ele está sempre é chamado de: “Kid” ou “Driver”. E mesmo nos créditos finais, ele está listado como “Driver”. 

Beijos.

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