03
Jul

Miss Dior Chérie L’eau – Dior

Perfumes e Essências

Mais um perfume para a nova estação o tão esperado e ensolarado verão, que traz consigo aromas suaves e ao mesmo tempo vibrantes, que nos empurram para fora de casa, hehehe

★★★★★

Miss Dior Chérie L’eau é uma fragrância sorridente.

“Nascida na Primavera na época do despertar da natureza e dos sentidos.
Miss Dior Chérie é uma refrescante, deliciosa e luminosa explosão de charme. Uma fragrância fresca, alegre: a promessa de felicidade para uma mulher elegante jovem, cheia de vida.
Com sua explosão de fascínio e charme, invade o dia-a-dia de graça e sua beleza simboliza o frescor e a espontaneidade.

Em notas alegres, sensuais e luminosas de: Gardênia, Musk branco, Essência de laranja, Jasmim e Rosas. Oferece o luxo como promessa de felicidade”.

Um cheirinho muito fresco e alegre que lembra beira mar, praia ou um campo de flores de uma primavera ensolarada. Não é um perfume sensual mas sim bem meiguinho.
Suas notas florais evoluem para um fundinho de talco e doce, mas nada enjoativo.
Assim que borrifado, fica “geladinho” e com um ligeiro adocicado, suave para o verão.

Sua fixação é maravilhosa, tanto que até com apenas uma borrifada pode se sentir no quarto durante muito tempo! Recomendo para dias e noites quentes de verão.

Para mulheres meigas, um perfume ideal!

O preço em média é de R$ 210,00 no Brasil (50ml) e aqui em Portugal, €52,87 (50ml).
Bem, pela qualidade e duração, acho que tem um custo-benefício razoável , mesmo sendo beeem salgadinho no Brasil, rs.

Eu particularmente gosto muito desse perfume.
E qual o preferido de vocês? Rs

Beijos.

13 Comentários
02
Fev

Efeitos nocivos do calor: Insolação e Golpes de calor

S.O.S

Levando em conta que o verão no Brasil está bem quente, resolvi postar o que todo este calor pode causar.
Já passei por isso várias vezes e apenas nas ultimas souberam o que fazer por isso, acho importante falar sobre, seus sintomas e primeiros socorros; sendo assim uma forma de informação não só para o “socorrista” como também para a “vítima”.

A temperatura interna ideal do corpo humano varia entre 36,1ºC e os 37,2ºC. Se a temperatura se afasta deste valores, então começam os problemas fisiológicos.
A insolação é o mais grave efeito nocivo do calor e corresponde á incapacidade do corpo humano reduzir a temperatura central com rapidez através da transpiração, podendo surgir lesões significativas em zonas terminais do corpo, como por exemplo, orelhas, nariz, etc. As consequências são mais graves, se o calor estiver associado a uma grande humidade (entre os 60%). Os indivíduos que sofrem de insolação apresentam hipertemia sendo a temperatura corporal central maior do que 40,5ºC.

Os grupos de risco são: crianças, atletas amadores ou mesmo pessoas que trabalham em ambientes quentes e húmidos.

As principais causas da insolação são: Acção directa dos raios solares sobre a cabeça da vítima, principalmente se não estiver protegida; Permanência prolongada em ambientes muito quentes; Uso de vestuário inadequado; Ingestão de grandes quantidades de bebidas alcoólicas; O abuso de algumas drogas (Ex.: Cocaína, Antidepressivos, etc.).

Sinais e sintomas: Dores de cabeça (cefaleia) e cara congestionada; Sede intensa; Hipertemia (a temperatura do corpo elevada, relacionada à incapacidade do corpo de promover a perda de calor ou reduzir a produção de calor); Náuseas e vómitos; Tonturas; Inquietação e fraqueza geral; Suor intenso nas primeira etapas da insolação e ausente após a elevação da temperatura corporal central; Pele quente, afogueda e seca; Taquipneia (respiração acelerada); Taquicardia (batimento cardíaco acelerado); Perda de apetite.

Primeiros socorros: Colocar a vítima num lugar fresco, arejado e à sombra; Colocar na posição “semi-sentado”; Fazer deslocação de ar junto à vitima, por exemplo, usando um ventilador ou abanando com uma revista; Despir completamente a vitima e pulverizá-la com água tépida (morna); Colocar compressas húmidas e tépidas (mornas) na testa da vítima, nas axilas e sobre a zona inguinal (abaixo do umbigo); Imergir num banho de água morna, no caso de bebés; Cobrir a vitima com um lençol seco e mantê-la numa atmosfera fresca, de forma a prevenir a hipotermia, depois do corpo esfriar; Dar comprimidos de sal ou solução salinas frescas tomadas aos goles de 15 em 15 minutos (0,15-0,25L). Exceder esta concentração pode provocar vómitos; Ligar para as emergências (112 Portugal, 193 Brasil); Avaliar e registar os parâmetros vitais (Grau 1 – Paciente ansioso, agitado; Grau 2 – Cooperativo, orientado, tranquilo; Grau 3 – Sonolento, atendendo aos comandos; Grau 4 – Dormindo, responde rapidamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 5 – Dormindo, responde lentamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 6 – Dormindo, sem resposta) a cada 5 minutos; Prolongar o socorro até a temperatura descer aos 38ºC ou 37,5ºC.

Já o golpe de calor é um efeito nocivo provocado igualmente pelo calor e corresponde a uma situação causada pela perda de água e sais minerais do corpo (desidratação). A temperatura corporal central varia entre os valores normais e os 40ºC. Esta situação pode evoluir até à insolação. Surge por permanência prolongada em ambientes muito quentes e húmidos, reduzindo ingestão de água e sal e assim sendo, reduzida produção de suor. Nas pessoas idosas, pode surgir após uma doença debilitante.

Sinais e sintomas: Dores de cabeça (cefaleia) e cara congestionada; Sede intensa; Temperatura normal, com tendência para descer; Náuseas e vómitos; Tonturas; Inquietação e fraqueza geral; Taquipneia (respiração acelerada); Taquicardia (batimento cardíaco acelerado); Perda de apetite; Cãibras de calor nas pernas, braços costas e abdómen; Pele pálida, fria e viscosa.

Primeiros socorros: Colocar a vítima num lugar fresco, arejado e à sombra; Fazer deslocação de ar junto à vitima, por exemplo, usando um ventilador ou abanando com uma revista; Colocar compressas húmidas e tépidas (mornas) na testa da vítima, nas axilas e sobre a zona inguinal (abaixo do umbigo); Colocar na posição de “elevação dos membros inferiores”; Dar comprimidos de sal ou solução salinas frescas tomadas aos goles de 15 em 15 minutos (0,15-0,25L). Exceder esta concentração pode provocar vómitos; Ligar para as emergências (112 Portugal, 193 Brasil); Avaliar e registar os parâmetros vitais (Grau 1 – Paciente ansioso, agitado; Grau 2 – Cooperativo, orientado, tranquilo; Grau 3 – Sonolento, atendendo aos comandos; Grau 4 – Dormindo, responde rapidamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 5 – Dormindo, responde lentamente ao estímulo sonoro vigoroso; Grau 6 – Dormindo, sem resposta) a cada 5 minutos.

By – SOARES,Rosa; SERRA, Lidia; ALMEIDA, Carla. Saúde e Socorrismo 12 (Curso Tecnológico de Acção Social 12ºAno), Porto Editora, 2007, p.90-91.

Estão gostando dessas dicas de socorrismo?

Beijos.

8 Comentários
26
Jul

Bolinho de chuva

Princesa do Lar

Antes da receitinha de hoje, quero pedir desculpas por não ter postado ontem para variar; meu portátil “dormiu” e só acordou hoje; pode parecer mentira, mas é a pura verdade, rs

Bolinho especialmente dedicado para que São Pedro mande pelo menos uma garoinha que seja, aqui pra Aveiro, quem sabe dá certo? Uma vez que não sei fazer a “Dança da Chuva” e o bolinho seja bem mais gostoso, rs.

.

.

.

.

.

Bolinho de Chuva

Classificação Pessoal: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥

Ingredientes:

2 ovos
2 colheres de açúcar
1 xícara de chá de leite
Trigo para dar ponto
1 colher de sopa de fermento
Açúcar e canela

Modo de fazer: Misture todos os ingredientes até ficar uma massa não muito mole, nem tão dura; Deixe aquecer uma panela com bastante óleo para que os bolinhos possam boiar; Quando estiver bem quente comece a colocar colheradas da massa e abaixe o fogo para que o bolinho não fique crú por dentro; Coloque os bolinhos sobre papel absorvente e depois se preferir passe-os no açúcar com canela.

Beijos.

16 Comentários