14
Ago

Aniversário (atrasado) de chegada à Portugal

Coisinhas Meu mundo Pessoal

Dia 3 desse mês, fez exatamente 3 anos que cheguei a Portugal…

Tão engraçado, pois por mais incrível que possa parecer, me esqueci totalmente da data; fui me lembrar ontem, ao me perguntarem há quanto tempo já estava por cá.

O que aconteceu neste tempo todo?

Apesar de parecer pouco tempo, por aqui parece muito…

A sensação que tenho é estar congelada, e as coisas que “deixei” continuarem a correr, nomalmente…

Sobrinhas nascendo/crescendo, amigas/irmãs casando/noivando; meu irmão “amadurescendo”; são alguns dos exemplos, rs.

Mas em compensação: conheci muita gente bacana, fiz um curso muito fixe legal de Ação Social (explico o que é depois, rs), aprendi a falar/conversar em inglês, descobri minha vocação profissional (jornalismo), cresci muito como pessoa, mesmo continuando com meu jeito de menina…rs

Saudades? Ainda tenho muitas, mas o desejo de voltar correndo para casa já passou; continuo querendo ir ao Brasil (Mogi das Cruzes, SP) mas mesmo para passear, e ver todo mundo, rs.

Pois por mais difícil que tenha sido, acabei me acostumando e me adaptando a tudo por aqui, rs.

Ahm, e minha “evolução” nesses anos…rs

Vinda, Chegada: em 2007| 1 ano depois: em 2008| 2 anos depois: em 2009| 3 anos depois: em 2010

Beijos.

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22
Mai

Evolução dos dispositivos móveis

Pessoal

Hoje, vendo numa revista sobre a grande “mágica informática” chamada de USB, lembrei da grande evolução por detrás desta maravilha.

Lembro do meu primeiro computador, que por mais incrível possa aparecer, a alguns mil anos existia, uma “entrada” para os disquetes (super tecnologia, na época) e uma gigante, para disquetes 8 polegadas (ao estilo dos discos vinis).

Mais tarde e num “novo” computador, esse com a clássica entrada de CD-Rom (apenas para leitura inicialmente, mas depois também como gravador). Enfim, o gravador e leitor de DVDs.

Mas hoje, quase todo mundo leva consigo uma Pen-Drive, que pode ser encontrada em diversas formas; mas que a minha a Clássica Kingston (que diz a lenda, tem garantia “eterna” rs).

O que mais me surpreende hoje em dia, lembrando desses “dispositivos móveis” foi que além da maior capacidade de armazenamento, cada vez mais diminuíram, que como diz a piada: pequenos no tamanho, grandes na eficiência!?

As vezes, fico imaginando: por vezes, rio das coisas que existiam no tempo de meus pais, onde toca fitas no carro era um lixo que poucos na época tinham, tempo esse não tão distante, por volta dos anos 80… E no tempo dos meus, nossos filhos? Será que iram rir, ao dizer-lhes que sou do tempo dos disquetes? Rs

Beijos.

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