Prontos pra mais uma parte do especial daqui de Aveiro, Portugal?
Hoje vou trazer uma das coisas que mais me encantam aqui, o mix do NOVOxANTIGO…
Sim pode até parecer estranho, mas mesmo estando há 4 anos vivendo em Portugal essa mistura só ficou mesmo aparente quando nos mudamos pra cá. Já que em Quarteira no Algarve por ser uma cidade que atrai mais turistas por conta do verão, é um bocado mais novinha.
Vou fazer mesmo como no ciclo da vida, só que ao invés de ser de um ser humano vou representá-la por edificios… Hehehe
Com o nascer, crescer e ficar maior… Evoluir e então ficar melhor!
Se torna antigo. Mas envelhecer, não é saber viver apenas com as marcas que o tempo deixaram, e sim com as marcas que o tempo deixou para nos contar suas histórias!
A morte. Mas, pra quê se preocupar tando com ela? A vida já tem tantos problemas que temos de resolver primeiro…
Espero que tenham gostado de mais essa parte da nossa viagem virtual, hehehe
Dia 11 de setembro não é apenas o aniversário se é que podemos chamar assim dos ataques terroristas aos EUA, mas também marca o dia em que cheguei aqui em Aveiro… Para ser mais exata, 2 anos que cá cheguei, hehehe.
Reparei que nunca fiz um post sobre a cidade. Que vergonha!
Por isso decidi fazer um especial aqui no blogue, pra compensar todo esse tempo.
Espero que gostem!
Começando pelo começo hehehe, Aveiro é conhecida como a Veneza de Portugal, graças aos seus famosos moliceiros.
Mas o que são Moliceiros?
São os barcos que circulam na Ria de Aveiro. Eram originalmente utilizados para a apanha do moliço o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas, mas hoje em dia são mais usados para fins turísticos. São típicos dessa região, e são considerados o mais elegantes mesmo com a decoração colorida e humorística.
Fábrica Campos:
O enorme pavilhão que hoje é o Centro Cultural e de Congressos da cidade. É apenas o corpo central da Fábrica de Cerâmica de Jerónimo Pereira Campos, construída entre 1915-1917, segundo desenho do arquitecto José Olímpio, do Porto. No final da década de 60 e inicio dos anos 70, a crise económica na empresa se instalou e levou ao abandono destas instalações que foram desaparecendo, tendo ficado apenas o pavilhão central que, após dispendioso mas louvável trabalho de recuperação, se converteu no actual Centro Cultural e de Congressos e, como ex-libris da cidade, evoca ainda o prestígio da tradição cerâmica em Aveiro, simbolizado pela alta chaminé da fábrica. Com a bela arquitectura desta longa fachada é a amplitude das janelas em volta inteira que se desenvolvem em três espaçosos andares, onde nasceram muitas salas e gabinetes mas, sobretudo um amplo e harmonioso anfiteatro de utilizações múltiplas que muito veio enriquecer toda a obra realizada que surpreende pela unidade dos materiais usados, dentro das tradições industriais da época e das matérias primas aveirenses.
Ria (isso mesmo, com “A” no fim, hehehe):
Nada mais é que do que o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa. Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos de água, locais de eleição para a prática de todos os desportos náuticos. Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é ainda uma das actividades tradicionais mais características da cidade de Aveiro.
Praça da República:
Onde concentram-se um conjunto significativo de edifícios e monumentos de valor e de referência para a cidade.
Jardim Infante Dom Pedro:
Um dos sítios lugares que mais gosto por aqui! O parque Infante Dom Pedro, ou Parque da Cidade, foi organizado a partir de 1862 a partir da área que pertencia ao Convento de Santo António. Foi feito um aproveitamento da ribeira que o atravessava para se criar um cenário de lagos e fontes a pontuar a área verde envolvente. Neste jardim destacam-se a avenida das tílias, o coreto em ferro e os recantos românticos junto de pontes e árvores.
Volto na próxima semana, com mais de Aveiro pra vocês! Hehehe
Para quem não conhece, Francesinha é um prato típico e originário da cidade do Porto, daqui de Portugal. É composta por linguiça, salsicha fresca, fiambre presunto, carnes frias e bife de carne de vaca ou, em alternativa, lombo de porco assado e fatiado, coberta com queijo (posteriormente derretido). É normalmente regada com um molho à base de tomate, cerveja e piri-piri molho de pimenta. Os acompanhamentos são ovos estrelados fritos no topo da sanduíche e batatas fritas. Existem também variedades de francesinhas com cogumelos, galinha, bacalhau, atum, vegetais, entre outras…
Vamos aprender a fazer? Hehehe
Ingredientes:
2 fatias de pão de forma;
3 fatias de fiambre presunto;
7 fatias de queijo;
1 linguiça;
2 fatias de paio;
1 bife de carne de vaca ou lombo de porto.
Molho (Para aproximadamente 4 pessoas):
1 saqueta de sopa de marisco e de rabo de boi (caso não encontre, substitua por sopa de peixe e carne);
3 cebolas (médias);
6 dentes de alho;
2 folhas de louro;
Salsa (à gosto);
Azeite (à gosto);
Sal (à gosto); Piri-piri molho de pimenta (à gosto);
Maizena (para engrossar, se necessário);
2 colheres (sopa) de polpa de tomate;
1 lata ou garrafinha de cerveja;
1 cálice de brandy, whisky ou água ardente;
1 cálice de vinho do Porto;
1 copo de vinho branco.
Modo de fazer, o molho: Coloque numa panela o azeite, os alhos picados, a cebola picada, as folhas de louro, o sal e a salsa; Refogue, acrescentando um pouco de água e mexendo de vez em quando; Quando começar a dourar, adicione a cerveja, a polpa de tomate, o piri-piri molho de pimenta, o brandy, whisky ou água ardente, o vinho do Porto e por fim o vinho branco; Deixe ferver aproximadamente 10 minutos, mexendo de vez em quando; Retire as folha de louro; Triture tudo muito bem com uma varinha mágica mix ou num liquidificador; Prepare as sopas de marisco e rabo de boi, separadamente e individualmente; Acrescente as sopas ao “molho” principal; Triture novamente com a varinha mix ou liquidificador (por cerca de 2 minutos); Para apurar, deixar ferver 10 minutos, mexendo continuamente e serva bem quente; Se necessário, engrosse o molho com a maizena.
Montagem: Inicie com a primeira fatia de pão de forma, fiambre presunto e queijo, o paio, o bife (frito anteriormente); Mais uma camada de fiambre presunto, queijo e paio; A linguiça, e por fim a fatia de pão de forma; Acima do lanche, coloque as fatias restantes de queijo leve ao formo para que derreta e gratine.
Para finalizar, regue com o molho preparado anteriormente (ainda quente), e se desejar coloque o ovo estrelado frito no topo do sanduíche e acompanhe com batatas fritas.
Tão light não? Hehehe
Mas, mesmo sendo bem pesado e calórico, é bem gostoso!
Para quem acha que a música aqui em Portugal se resume apenas em fados, se engana…
Possuem enúmeros estilos, como também o Pop-Rock.
Apresento então:
“A história dos Virgem Suta não é a história normal das bandas de hoje em dia. Não foram descobertos através do Myspace, não fizeram uso das autoestradas da informação para conquistar os milhares de fãs com que poderíamos abrilhantar esta nota. Valeram-se de duas guitarras, da voz e da quase ‘ousadia’ de uma mão cheia de canções e, sem exageros líricos, as suas auto-estradas foram outras. Perderam a conta às vezes que fizeram o País de Sul a Norte e de Norte a Sul. Mais uma vez, não o fizeram como as bandas normais, a tocar em todas as aldeias e terriolas onde os quisessem a actuar. Não! Habituem-se. Em Suta é um estado exagerado de estar, de viver, de pensar. Eles eram virgens no mundo da música e quiseram demorar o tempo que fosse necessário para se considerarem prontos. Conseguiram-no e brindam-nos com uma belíssima estreia. Ah! É preciso dizer que os Virgem Suta residem em Beja. E aí o tempo, é relativo. Sempre apoiados na conselheria e depois na produção do disco por Hélder Gonçalves, dos Clã, os Virgem Suta penaram até ao vislumbre de um trabalho que considerassem decente. Naquela dúzia de canções que compõem o disco, nas repetidas audições, consegue-se perceber o que os caracteriza e porque vão agradando a quem quer que os oiça. Porque não descartam a tradição, transpiram portugalidade e assumem-no. Mas são tão contemporâneos que a raiz portuguesa só lá está porque não têm outro remédio. Não tenhamos dúvidas que se fossem espanhóis, tocariam castanholas. Assim, tocam adufe e cavaquinho porque é isso que lhes é natural. A isto aliam uma ironia que aparece a espaços, insólita, não de riso fácil, mas daquele que só é esboçado depois de se ter desconstruído a mensagem. Os Virgem Suta são Nuno Figueiredo e Jorge Benvinda”.
Não, você não leu mal…
Este doce aqui em Aveiro é tão comum quanto os churros no Brasil, rs.
Nada mais é, do que uma espécie de massa doce frita, com os mais variados recheios #umadelicia.
E, que tal fazer em casa, sem precisar viajar pra cá para experimentar? Rs
Tripas: Classificação Pessoal: ♥ ♥ ♥ ♥ ♥
Ingredientes:
3 ovos;
250 g de farinha de trigo;
500 ml de leite;
125 g de açúcar;
60 g manteiga;
Uma pitada de sal;
Mel ou outro doce a gosto (para rechear).
Modo de preparo:Numa tigela, misture bem os ovos com a farinha; Quando a mistura estiver bem lisa, junte o leite frio, de pouco em pouco, mexendo sempre; Adicione o açúcar, a manteiga derretida e uma pitada de sal; Deixe descansar a massa durante trinta minutos e cozinhe-a na forma de talassas waffles, bem untada com margarina e muito bem aquecida; Sirva as bolachas regadas com mel ou com outro doce qualquer, como geléia, a escolha, doce de leite ou chocolate derretido; Pode também optar por colocar o doce no seu interior; Para a tripa, não deixe a massa assar muito (não deixe ficar estaladiça) e coloque doce ou chocolate por cima, dobre-a como desejar e coma quentinha.
Dica: Caso você não possua a forma de talassas waffles, não tempo problema; Frite-as numa frigideira untada com manteiga, como se fossem panquecas.
Espero que não se assustem com o nome, pois mesmo chamando “Tripas” é bom demais! Rs
♐ Sagitariana pura - Teimosa demais, Comunicativa e falante ao extremo, MeninaMulher ❤Amor Bravo, Família, Amigos, Animais ★ 23 anos, e há 4 anos vivendo em Portugal ツ