Por isso então, vou “voltar” a falar em grande estilo, de um dos meus filmes favoritos!
Classificação Pessoal:♥♥♥♥ ♥
Gênero:Comédia/ Drama
Sinopse: Michael Newman (Adam Sandler) é casado com Donna (Kate Beckinsale), com que tem Ben (Joseph Castanon) e Samantha (Tatum McCann) como filhos. Michael tem tido dificuldades em ver os filhos, já que tem feito serão no escritório de arquitetura em que trabalha no intuito de chamar a atenção de seu chefe (David Hasselhoff). Um dia, exausto devido ao trabalho, Michael tem dificuldades em encontrar qual dos controles remotos de sua casa liga a televisão. Decidido a acabar com o problema, ele resolve comprar um controle remoto que seja universal, ou seja, que funcione para todos os aparelhos eletrônicos que sua casa possui. Ao chegar à loja Cama, Banho & Além ele encontra um funcionário excêntrico chamado Morty (Christopher Walken), que lhe dá um controle remoto experimental o qual garante que irá mudar suaa vida. Michael aceita a oferta e logo descobre que ela realmente é bastante prática, já que coordena todos os aparelhos. Porém Michael logo descobre que o controle tem ainda outras funções, como abafar o som dos latidos de seu cachorro e também adiantar os fatos de sua própria vida.
Ficha Técnica:
título original: Click duração: 98 min ano de lançamento: 2006 estúdio: Columbia Pictures Corporation / Revolution Studios / Happy Madison Productions / Original Film director: Frank Coraci
Opinião Pessoal:Acho que este é um filme absolutamente completo pois consegue reunir um pouco de cada género: mesmo sendo comédia, tem romance, drama, animação…
Um dos melhores filmes do Adam Sandler! Rs.
(Sim, para variar um pouco chorei no final).
Nota: Desculpem o trailer em inglês, mas para “compensar” coloco este, que tem a música tema e é lindo!
Entre 1939 e 1943, Liesel Meminger encontrou a Morte três vezes. E saiu suficientemente viva das três ocasiões para que a própria, de tão impressionada, decidisse nos contar sua história, em “A Menina que Roubava Livros”, livro há mais de um ano na lista dos mais vendidos do “The New York Times”. Desde o início da vida de Liesel na rua Himmel, numa área pobre de Molching, cidade desenxabida próxima a Munique, ela precisou achar formas de se convencer do sentido da sua existência. Horas depois de ver seu irmão morrer no colo da mãe, a menina foi largada para sempre aos cuidados de Hans e Rosa Hubermann, um pintor desempregado e uma dona de casa rabugenta. Ao entrar na nova casa, trazia escondido na mala um livro, “O Manual do Coveiro”. Num momento de distração, o rapaz que enterrara seu irmão o deixara cair na neve. Foi o primeiro de vários livros que Liesel roubaria ao longo dos quatro anos seguintes. E foram estes livros que nortearam a vida de Liesel naquele tempo, quando a Alemanha era transformada diariamente pela guerra, dando trabalho dobrado à Morte. O gosto de rouba-los deu à menina uma alcunha e uma ocupação; a sede de conhecimento deu-lhe um propósito. E as palavras que Liesel encontrou em suas páginas e destacou delas seriam mais tarde aplicadas ao contexto a sua própria vida, sempre com a assistência de Hans, acordeonista amador e amável, e Max Vanderburg, o judeu do porão, o amigo quase invisível de quem ela prometera jamais falar. Há outros personagens fundamentais na história de Liesel, como Rudy Steiner, seu melhor amigo e o namorado que ela nunca teve, ou a mulher do prefeito, sua melhor amiga que ela demorou a perceber como tal. Mas só quem está ao seu lado sempre e testemunha a dor e a poesia da época em que Liesel Meminger teve sua vida salva diariamente pelas palavras, é a nossa narradora. Um dia todos irão conhece-la. Mas ter a sua história contada por ela é para poucos. Tem que valer a pena.
Alguns dados técnicos:
Género: Literatura Estrangeira-Romance
título original: The Book Thief ano de publicação: 2005 páginas: 500 autor: Markus Zusak
Ficamos a conhecer Liesel e sua história, contada pela morte em plena época Hitlerista. Mesmo a primeira vista parecendo ser mórbida é absolutamente simpática! Hehehe
Confesso que, o periodo do holocausto sempre me chamou a atenção mas esse em especial mostrou que, diferente de O menino do pijama listrado nem todos os alemães pensavam como Hitler.
Cheio de mistérios, nos leva a observar com maior intensidade vários sentidos que muitas vezes nos passa desapercebidos: como as cores, os cheiros… Rico em detalhes, observações intrigantes e acontecimentos históricos marcantes.
Não quero me estender demais, mas posso dizer que a menina que roubava livros me fez rir, chorar, torcer, esperar… Um verdadeiro turbilhão de emoções! Incrivelmente intenso, surpreendente e cativante! Por fim “quando a Morte conta uma história, você deve parar para ler…”
♐ Sagitariana pura - Teimosa demais, Comunicativa e falante ao extremo, MeninaMulher ❤Amor Bravo, Família, Amigos, Animais ★ 23 anos, e há 4 anos vivendo em Portugal ツ