28
Set

Aveiro, segunda parte

Meu mundo

Antigo e atual ao mesmo tempo junto e misturado!

Prontos pra mais uma parte do especial daqui de Aveiro, Portugal?

Hoje vou trazer uma das coisas que mais me encantam aqui, o mix do NOVOxANTIGO
Sim pode até parecer estranho, mas mesmo estando há 4 anos vivendo em Portugal essa mistura só ficou mesmo aparente quando nos mudamos pra cá. Já que em Quarteira no Algarve por ser uma cidade que atrai mais turistas por conta do verão, é um bocado mais novinha.

Vou fazer mesmo como no ciclo da vida, só que ao invés de ser de um ser humano vou representá-la por edificios… Hehehe

 

Com o nascer, crescer e ficar maior… Evoluir e então ficar melhor!

 

Se torna antigo. Mas envelhecer, não é saber viver apenas com as marcas que o tempo deixaram, e sim com as marcas que o tempo deixou para nos contar suas histórias!

 

A morte. Mas, pra quê se preocupar tando com ela? A vida já tem tantos problemas que temos de resolver primeiro…

Espero que tenham gostado de mais essa parte da nossa viagem virtual, hehehe

Até semana que vem, com mais de Aveiro!

Beijos.

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21
Set

Aveiro, primeira parte

Meu mundo

A apresentação…

Dia 11 de setembro não é apenas o aniversário se é que podemos chamar assim dos ataques terroristas aos EUA, mas também marca o dia em que cheguei aqui em Aveiro… Para ser mais exata, 2 anos que cá cheguei, hehehe.

Reparei que nunca fiz um post sobre a cidade. Que vergonha!

Por isso decidi fazer um especial aqui no blogue, pra compensar todo esse tempo.
Espero que gostem!

Começando pelo começo hehehe, Aveiro é conhecida como a Veneza de Portugal, graças aos seus famosos moliceiros.

 

Mas o que são Moliceiros?

São os barcos que circulam na Ria de Aveiro. Eram originalmente utilizados para a apanha do moliço o qual era a principal fonte de adubagem nas terras agrícolas, mas hoje em dia são mais usados para fins turísticos. São típicos dessa região, e são considerados o mais elegantes mesmo com a decoração colorida e humorística.

Fábrica Campos:

O enorme pavilhão que hoje é o Centro Cultural e de Congressos da cidade. É apenas o corpo central da Fábrica de Cerâmica de Jerónimo Pereira Campos, construída entre 1915-1917, segundo desenho do arquitecto José Olímpio, do Porto. No final da década de 60 e inicio dos anos 70, a crise económica na empresa se instalou e levou ao abandono destas instalações que foram desaparecendo, tendo ficado apenas o pavilhão central que, após dispendioso mas louvável trabalho de recuperação, se converteu no actual Centro Cultural e de Congressos e, como ex-libris da cidade, evoca ainda o prestígio da tradição cerâmica em Aveiro, simbolizado pela alta chaminé da fábrica. Com a bela arquitectura desta longa fachada é a amplitude das janelas em volta inteira que se desenvolvem em três espaçosos andares, onde nasceram muitas salas e gabinetes mas, sobretudo um amplo e harmonioso anfiteatro de utilizações múltiplas que muito veio enriquecer toda a obra realizada que surpreende pela unidade dos materiais usados, dentro das tradições industriais da época e das matérias primas aveirenses.

 

 

Ria (isso mesmo, com “A” no fim, hehehe):

Nada mais é que do que o resultado do recuo do mar, com a formação de cordões litorais que, a partir do século XVI, formaram uma laguna que constitui um dos mais importantes e belos acidentes hidrográficos da costa portuguesa. Rica em peixes e aves aquáticas, possui grandes planos de água, locais de eleição para a prática de todos os desportos náuticos. Ainda que tenha vindo a perder, de ano para ano, a importância que já teve na economia aveirense, a produção de sal, utilizando técnicas milenares, é ainda uma das actividades tradicionais mais características da cidade de Aveiro.

 

Praça da República:

Onde concentram-se um conjunto significativo de edifícios e monumentos de valor e de referência para a cidade.

 

Jardim Infante Dom Pedro:

Um dos sítios lugares que mais gosto por aqui! O parque Infante Dom Pedro, ou Parque da Cidade, foi organizado a partir de 1862 a partir da área que pertencia ao Convento de Santo António. Foi feito um aproveitamento da ribeira que o atravessava para se criar um cenário de lagos e fontes a pontuar a área verde envolvente. Neste jardim destacam-se a avenida das tílias, o coreto em ferro e os recantos românticos junto de pontes e árvores.

 

Volto na próxima semana, com mais de Aveiro pra vocês! Hehehe

Beijos.

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16
Mai

Tripas de Aveiro

Princesa do Lar

Não, você não leu mal…
Este doce aqui em Aveiro é tão comum quanto os churros no Brasil, rs.
Nada mais é, do que uma espécie de massa doce frita, com os mais variados recheios #umadelicia.

E, que tal fazer em casa, sem precisar viajar pra cá para experimentar? Rs

Tripas:
Classificação Pessoal:

Ingredientes:

3 ovos;
250 g de farinha de trigo;
500 ml de leite;
125 g de açúcar;
60 g manteiga;
Uma pitada de sal;
Mel ou outro doce a gosto (para rechear).

Modo de preparo: Numa tigela, misture bem os ovos com a farinha; Quando a mistura estiver bem lisa, junte o leite frio, de pouco em pouco, mexendo sempre; Adicione o açúcar, a manteiga derretida e uma pitada de sal; Deixe descansar a massa durante trinta minutos e cozinhe-a na forma de talassas waffles, bem untada com margarina e muito bem aquecida; Sirva as bolachas regadas com mel ou com outro doce qualquer, como geléia, a escolha, doce de leite ou chocolate derretido; Pode também optar por colocar o doce no seu interior; Para a tripa, não deixe a massa assar muito (não deixe ficar estaladiça) e coloque doce ou chocolate por cima, dobre-a como desejar e coma quentinha.

Dica: Caso você não possua a forma de talassas waffles, não tempo problema; Frite-as numa frigideira untada com manteiga, como se fossem panquecas.

Espero que não se assustem com o nome, pois mesmo chamando “Tripas” é bom demais! Rs

Beijos.

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26
Jul

Bolinho de chuva

Princesa do Lar

Bolinho especialmente dedicado para que São Pedro mande pelo menos uma garoinha que seja, aqui pra Aveiro, quem sabe dá certo? Uma vez que não sei fazer a “Dança da Chuva” e o bolinho seja bem mais gostoso! Hehehe

bolinho-chuva-capa

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Ingredientes:

2 ovos
2 colheres (sopa) de açúcar
1 xícara de chá de leite
Trigo para dar ponto,
1 colher (sopa) de fermento
Açúcar e canela

Modo de fazer: Misture todos os ingredientes até ficar uma massa não muito mole, nem tão dura; Deixe aquecer uma panela com bastante óleo para que os bolinhos possam boiar; Quando estiver bem quente comece a colocar colheradas da massa e abaixe o fogo para que o bolinho não fique crú por dentro; Coloque os bolinhos sobre papel absorvente e depois se preferir passe-os no açúcar com canela.

Beijos.

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06
Mai

Bugas Aveirenses

Meu mundo

Antes de mais, sei que estou devendo um post sobre as cidades por onde passei aqui em Portugal, mas prometo que os “trarei” em breve, Ok?

Enquanto isso, mostro a vocês, um sistema muito fixe legal que temos aqui em Aveiro: as Bugas.

São bicicletas que funcionam como “aluguer” que e podemos utilizá-la até uma distância determinada, através de identificação junto a uma Loja Buga.

Algumas das regras das mesmas são: ser maior de 16 anos, não ultrapassar os espaços “Fim de espaço da BUGA”, não ultrapassar os horários do sistema (de 9hras até as 18hras), conserva-las em bom estado, entre outros.

.

Estão em vigor dês do dia 1 de Abril de 2000, com 350 bicicletas e com 33 postos de “estacionamento”. Para mais informações acesse: http://www.moveaveiro.pt/04mobilidade/movebuga/condicoes.htm#publicidade.

Acho esse sistema muito criativo, pois: é ecologicamente correcto, bom para o corpo, para a alma e também para o coração…rs

E vocês, o que acham? Será que também daria certo no Brasil? Rs

Nota: Ana, ai na Alemanha é assim também? Rs

Beijos.

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