14
Abr

Conjutivite, o surto viral

S.O.S

Já faz um tempinho que quero falar sobre esse assunto por aqui, e levando em conta a epidemia que está na minha casa brasileira Mogi a terra do caqui, rs achei que seria uma boa altura hora.

Mas afinal, o que é conjuntivite?
É uma inflamação da conjuntiva membrana transparente e fina que reveste a parte da frente do globo ocular e o interior das pálpebras. O branco do olho (esclera) é coberto por uma película fina chamada conjuntiva, que produz muco para cobrir e lubrificar o olho.
Normalmente, possui pequenos vasos sangüíneos em seu interior, que podem ser vistos através de uma observação mais rigorosa. Quando a conjuntiva se irrita ou inflama, os vasos sangüíneos que a abastecem alargam-se e tornam-se muito mais proeminentes, causando então a vermelhidão do olho. Pode durar de uma semana a 15 dias e não costuma deixar seqüelas.

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Causas: Pode “aparecer” depois do contato com um agente químico, ela é chamada de conjuntivite irritativa. Já aquele tipo causado por pó ou perfume recebe o nome de alérgica.

As duas variações da doença provocam principalmente vermelhidão e coceira, e não são transmitidas por contato.

Ela pode ser ainda viral ou bacteriana, em geral mais graves e podendo ser transmitidas por contato. As virais são as que mais freqüentemente são causas de epidemias. A contaminação do olho com bactérias ou vírus, se dá por transmissão dos mesmos pelas mãos (por manipulação do olho), por toalhas, cosméticos (particularmente maquiagem para os olhos) ou uso prolongado de lentes de contato.

Os irritantes causadores de conjuntivite podem ser a poluição do ar, fumaça (cigarro), sabão, sabonetes, spray, maquiagens, cloro, produtos de limpeza, etc. Alguns indivíduos apresentam conjuntivite alérgica (sazonal), devido à alergia, principalmente a pólen e perfumes em spray.

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Sintomas: Em geral, a conjuntivite causa ardência e coceira na região dos olhos, com sensação de corpo estranho (areia ou de ciscos), acompanhado como um irritante lacrimejar, olhos vermelhos e sensíveis principalmente à claridade, e pálpebras inchadas.
No caso da conjuntivite infecciosa, os olhos doem, além de secretarem um insistente líquido amarelado. Este tipo é, sem dúvida, o que mais assusta!
Infecções bacterianas, deixam o olho vermelho, associado a uma secreção purulenta (pus).
Mas atenção, outras infecções bacterianas são crônicas e podem produzir pouca ou mesmo nenhuma supuração, exceto um pequeno endurecimento dos cílios pela manhã.
Alguns vírus produzem a típica irritação dos olhos, dores de garganta e corrimento nasal, devido a um pequeno resfriado. Outros podem infectar apenas os olhos. As conjuntivites virais produzem geralmente duram de uma a duas semanas.

Para combater uma epidemia é importante que as pessoas com conjuntivite, e também as que não apresentam a infecção, terem algumas informações que são úteis para a sua proteção e para evitar o contágio.
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Para prevenir a transmissão, enquanto estiver doente, tome as seguintes precauções:
Lave com freqüência o rosto e as mãos uma vez que estas são veículos importantes para a transmissão de microorganismos;
Aumente a freqüência de troca de toalhas ou use toalhas de papel para enxugar o rosto e as mãos;
Não compartilhe toalhas de rosto;
Troque as fronhas dos travesseiros diariamente enquanto perdurar a crise;
Lave as mãos antes e depois do uso de colírios ou pomadas e, ao usá-los não encoste o bico do frasco no olho;
Não use lentes de contato enquanto estiver com conjuntivite, ou se estiver usando colírios ou pomadas;
Não compartilhe o uso de esponjas, rímel, delineadores ou de qualquer outro produto de beleza;
Evite coçar os olhos para diminuir a irritação;
Evite aglomerações ou freqüentar piscinas de academias ou clubes;
Evite a exposição a agentes irritantes (fumaça) e/ou alérgenos (pólen) que podem causar a conjuntivite.
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Para prevenir o contágio, tome as seguintes precauções:
Não use maquiagem de outras pessoas (e nem empreste as suas);
Use óculos de mergulho para nadar, ou óculos de proteção se você trabalha com produtos químicos;
Não use medicamentos (pomadas, colírios) sem prescrição (ou que foram indicados para outra pessoa);
Evite nadar em piscinas sem cloro ou em lagos.

Todos estes cuidados devem ser verificados por pelo menos 15 dias desde o início dos sintomas nos indivíduos contaminados, já que durante este período as pessoas com conjuntivite podem ainda apresentar contágio, evitando repassá-la para outras pessoas.

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Tratamento: Na maioria dos casos, os sintomas e a doença passam em 10 dias, sem que seja necessário qualquer tipo de tratamento.
Medicações (pomadas ou colírios) podem ser recomendadas para acabar com a infecção, aliviar os sintomas da alergia e também diminuir o desconforto.

Acima de tudo, não use medicamentos sem orientação médica. Alguns colírios são altamente contra-indicados porque podem provocar sérias complicações e agravar o quadro.

Para a conjuntivite viral não existem medicamentos específicos, sendo assim, cuidados especiais com a higiene ajudam a controlar o contágio e a evolução da doença.

Se você sabe que tem alergia ou intolerância a algum produto químico, mantenha-se longe dele, durante e depois da crise. Para melhorar os sintomas, lave os olhos e faça compressas com água gelada, que deve ser filtrada e fervida, ou com soro fisiológico.

E lembre-se: ao perceber alguma irritação, vermelhidão ou secreção anormal, procure imediatamente seu oftalmologista. Só ele pode indicar o melhor tratamento.

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Sinais de alerta!
Se ocorrer algum destes problemas, procure imediatamente seu médico:

Alterações visuais;
Dor ocular intensa;
Dor ao movimentar os olhos;
Febre;
Não melhorar com a medicação;
Secreção continua após o término da medicação;
Aumento da sensibilidade à luz.

E lembrem-se, qualquer alteração SEMPRE consulte o médico especializado!

Beijos.

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27
Out

Terror: Queda de cabelos no outono

Meu mundo Pessoal

E todo começo de outono é a mesma coisa: meus cabelos caem como loucos; tanto que dá até medo de ficar carequinha, como meu pai rs.

Pode parecer que estou enganada na estação do ano (pois sei que no Brasil também está fazendo um friozinho, mesmo sendo primavera, rs), mas estou em Portugal, e por ser o hemisfério Norte do globo e as estações serem invertidas, aqui é outono.

Como sou um pouco hipocondríaca, pesquisei se isto é mesmo normal: e SIM, é!

Segundo a dermatologista Dra. Mauren Seidl “O ditado popular “no outono caem as folhas e os cabelos” tem um pouco de verdade. “Nesta estação, acontece o que chamamos de Eflúvio Telógeno decorrente do sol de verão. Tradução: os raios solares a que se expõem no verão precipitam ou aumentam a queda dos cabelos de um a quatro meses depois” explica Mauren. Neste caso, o paciente queixa aumento da perda de fios ao penteá-los, lavá-los ou mesmo espalhados pela casa. Além da exposição ao sol, a queda excessiva de cabelo (mais de 100 fios por dia) pode ser provocada por: mudanças hormonais no pós-parto; febre alta, infecção grave e resfriado forte; doenças da tireóide; dieta inadequada em proteína; medicamentos; excesso de vitamina A; tratamentos de câncer; pílulas anticoncepcionais; baixo nível de ferro no sangue (o que pode ser motivado por período menstrual de volume ou duração prolongada); grandes cirurgias; doenças crônicas; calvície hereditária; infecção por fungos; uso inapropriado de cosméticos; e doenças de fundo emocional como estresse, ansiedade e depressão.

By-  Dra. Mauren Seidl: http://migre.me/1OC2W

No meu caso, estou usando: shampoo e tónicos capilares, e estou sentindo que com esse meu “tratamento” estão caindo bem menos fios.

E não se esqueça, nas palavras da médica dermatologista: “O importante é identificar se a queda é fisiológica (não decorre de nenhuma doença) ou patológica (neste caso, encaramos como doença). Se você apresenta queda de cabelo, procure ajuda do seu médico dermatologista!

Beijos.

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