03
Jul

Como é realmente a vida, dentro de uma Pokébola?

Something

E um dos maiores segredos da humanidade televisiva será revelado! Hahaha

Capa

Alguma vez, você já se perguntou como um Pokémon consegue se encaixar dentro de uma Pokébola?

Afinal, eles não são exatamente a menor das criaturas…

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Para isso então, existem três teorias principais, de como é dentro de uma Pokébola após claro, a captura de um Pokémon!

(mais…)

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04
Abr

Instagram Poster

Boas Idéias Comprinhas Polêmica

Your own photo mosaic

E depois da polemica do aplicativo Instagram agora estar disponível para telemóveis celulares Adroid para alem do Iphone trago hoje um #plus para essa novidade! Hehehe

Pergunte a qualquer um que use Instagram e eles te dirão que esse simples aplicativo, fez suas vidas infinitamente mais interessantes! Em seguida, com certeza irão te mostre as fotos, que provam isso…

Bem, estas fotos estilo retro não precisam mais viver apenas na Web, ou uma tela móvel. Graças ao Instagram Poster você pode desfrutar das suas fotos surpreendentes em sua casa. E então, tudo que você tem a fazer é marcar os que você deseja adicionar ao seu cartaz. É fácil…

 

Não há quase nenhum limite para o número de fotos que você pode adicionar… Cada cartaz possui 61cm de largura fixa, mas você pode adicionar tantas linhas de fotos como você quiser. Então, o tamanho do cartaz irá depender de quantas fotos você tem, sendo o máximo de 1,5m. Caso ultrapasse, então vão começar a diminuir o tamanho das fotos, para assim encaixarem perfeitamente. Ahm, e você ainda pode escolher entre o fundo branco ou preto.

Especificações do produto:

Poster personalizado com suas imagens do Instagram;
Escolha a partir de um fundo preto ou branco;
Impresso em papel de alta qualidade semigloss 260gsm mais grosso do que o papel padrão cartaz.

Dimensões:

Tamanho máximo é de 150cm x 61cm;
O tamanho máximo da imagem padrão é 13,5cm x 13,5cm.

Mas atenção:

Uma vez processado o pedido, enviam o seu cartaz final no prazo de aproximadamente 1-2 dias úteis;
O comprimento do seu cartaz irá variar, não havendo limites de fotos adicionadas,
Se as imagens escolhidas não encaixarem no comprimento máximo de 1,5m as imagens serão encolhidas para caber;
Como este é um produto personalizado não aceitam devoluções, mas se você tiver quaisquer preocupações sobre a qualidade do cartaz, poderá entrar em contato e então te enviarão uma cópia digital do seu cartaz. Mas caso não volte a entrar em contato por um mês, seus dados serão apagados.  

Lembrando que a loja Firebox não pode ser responsabilizada pelas imagens que aparecem em seu cartaz. No caso de insatisfação com qualquer uma das imagens em destaque, por favor, tome-a com a pessoa que as criou.

E voltando ao assunto, não vejo problema nenhum o Instagram ser agora disponível também para o Android. Muitos se esquecem, mas ele também é uma Rede Social e logo quanto mais pessoas aderirem,  melhor… Sem contar que um aparelho não é fator que defina a classe social de ninguém… Provas disso, aqui.

E qual a opinião de vocês?

Beijos.

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17
Ago

Produção de roupas, por mão de obra escrava!

Polêmica

Equipes de fiscalização trabalhista flagraram trabalhadores estrangeiros submetidos a condições equivalentes à escravidão, produzindo peças de roupa da marca internacional Zara, do grupo espanhol Inditex. Por exatas: Três vezes!

Na operação, foram investicadas as principais fornecedoras da rede e 15 pessoas, incluindo uma adolescente de apenas 14 anos, foram libertadas de escravidão em duas oficinas: uma localizada no Centro da capital paulista e outra na Zona Norte de São Paulo.

A investigação da Superintendência Regional do Trabalho e Emprego de São Paulo a SRTE/SP se iniciou a partir de uma outra fiscalização realizada em Americana no interior paulista, em maio desse ano. Na ocasião, 52 trabalhadores foram encontrados em condições degradantes e parte do grupo costurava calças da Zara.

Auditora fiscal que participou de todas as etapas da fiscalização, Giuliana Cassiano Orlandi, disse: “Por se tratar de uma grande marca, que está no mundo todo, a ação se torna exemplar e educativa para todo o setor”. Complementa que, a ação serve também para mostrar a proximidade da escravidão com pessoas comuns, graças ao meio dos hábitos de consumo. “Mesmo um produto de qualidade, comprado no Shopping Center, pode ter sido feito por trabalhadores vítimas de trabalho escravo”.

Em um quadro encontrado pelos agentes do poder público, incluía: contratações completamente ilegais, trabalho infantil, condições degradantes, jornadas exaustivas de até 16h diárias e cerceamento de liberdade seja pela cobrança e desconto irregular de dívidas dos salários, o truck system ou pela proibição de deixar o local de trabalho sem prévia autorização. Um dos trabalhadores explorados chegou a conta que só conseguia sair da casa com a autorização do dono da oficina, só concedida em casos urgentes, como quando levou seu filho ao médico.

Quem vê as blusas de tecidos finos e as calças da estação nas vitrines das lojas da marca não imagina que ALGUMAS DELAS, foram feitas em ambientes apertados, sem ventilação, sujos, com crianças circulando entre as máquinas de costura e a fiação elétrica toda exposta. Um dos motivos, é porque as peças custam bem caro…

Por fora, as oficinas parecem residências, mas todas têm em comum as poucas janelas sempre fechadas e com tecidos escuros para impedir a visão do que acontece do lado de dentro das oficinas improvisadas.

As vítimas libertadas pela fiscalização foram aliciadas na Bolívia e no Peru em busca de melhores condições de vida, deixam os seus países em busca do “sonho brasileiro”. Quando chegam, geralmente têm que trabalhar inicialmente por meses, em longas jornadas, apenas para conseguirem pagar os valores referentes ao custo de transporte para o Brasil. Foram apreenderam dois cadernos com anotações de dívidas referentes à: passagens, documentos e vales que faziam com que o empregado aumentasse ainda mais as dívidas. Mostram também alguns dos salários recebidos pelos empregados: de R$ 274 a R$ 460, bem menos que o salário mínimo vigente no país, que é de R$ 545.

As oficinas de costura inspecionadas não respeitavam nenhuma norma referente à Saúde e Segurança do Trabalho. Além da sujeira, os trabalhadores conviviam com o perigo iminente de incêndio, que poderia tomar grandes proporções devido a quantidade de tecidos espalhados pelo chão e à ausência de janelas, além da falta de extintores de incêndio. Após um dia extenuante de trabalho, os costureiros, e seus filhos, ainda eram obrigados a tomar banho frio. Os chuveiros permaneciam desligados por conta da sobrecarga nas instalações elétricas, feitas sem nenhum cuidado, que aumentavam os riscos de incêndio. As cadeiras nas quais os trabalhadores passavam sentados por mais de 12 horas diárias eram completamente improvisadas. Alguns colocavam espumas para torná-las tentanto as tornar mais confortáveis. As máquinas de costura não possuíam aterramento e tinham a correia toda exposta. O descuido com o equipamento fundamental de qualquer confecção ameaçava especialmente as crianças, que circulavam pelo ambiente e poderiam ser gravemente feridas dedos das mãos decepados ou até escalpelamento…

Tudo isso para uma redução do preço dos produtos, caracterizando o dumping social, uma vantagem econômica indevida no contexto da competição no mercado, uma concorrência desleal.

O Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) lavrou 52 autos de infração contra a Zara devido todas essas irregularidades, nas duas oficinas. Um dos autos se refere à discriminação étnica de indígenas quéchua e aimará. De acordo com a análise feita pelos auditores, restou claro que o tratamento dispensado aos indígenas era bem pior que ao dirigido aos não-indígenas. “Observa-se com nitidez a atitude empresarial de discriminação. Todos os trabalhadores brasileiros encontrados trabalhando em qualquer um dos pontos da cadeia produtiva estavam devidamente registrados em Carteira de Trabalho e Previdência Social, jornadas de trabalho condizentes com a lei e garantidos em seus direitos trabalhistas e previdenciários.  E por outro lado, os trabalhadores imigrantes indígenas encontram-se em situação de trabalho deplorável e indigno, em absoluta informalidade, jornadas extenuantes e meio ambiente de trabalho degradante.

A primeira oficina vistoriada mantinha seis pessoas, incluindo uma adolescente de 14 anos, em condições de trabalho escravo. No momento da fiscalização, os empregados finalizavam blusas da Coleção Primavera-Verão da Zara, na cor azul e laranja. Para cada peça feita, o dono da oficina recebia R$ 7. Os costureiros declararam que recebiam, em média, R$ 2 por peça costurada. No dia seguinte à ação, dia 27 de junho, foram até uma loja da Zara na Zona Oeste de São Paulo, e encontraram uma blusa semelhante, fabricada originalmente na Espanha, sendo vendida por R$ 139.

A oficina funcionava em um cômodo de uma casa pequena , na parte de cima de um sobrado. Seis máquinas de costura ocupavam uma pequena sala. Dois quartos abrigavam todos os trabalhadores, inclusive casais com filhos. O espaço era dividido por guarda-roupas e panos. No banheiro, não havia água banho quente, pois o chuveiro estava desligado para reduzir o consumo de energia elétrica, que era totalmente destinada à produção. A adolescente de 14 anos tomava conta das duas crianças enquanto as mães trabalhavam. Ela ajudava também na limpeza da casa e no preparo das refeições. No Brasil desde 2010, não está estudando. Seu irmão juntou dinheiro e foi buscá-la na capital boliviana de La Paz.

A fiscalização lacrou a produção e apreendeu parte das peças, incluindo a peça piloto da marca Zara. As máquinas de costura também foram interditadas por não oferecerem segurança aos trabalhadores.

Parte da produção foi apreendida, assim como as peças pilotos, que carregavam instruções da Zara de como confeccionar a peça de acordo com o padrão definido pela varejista multinacional. “Isso demonstra a subordinação das oficinas e da AHA em relação à Zara”, realça Giuliana. A oficina e um dos quartos, onde dormiam dois trabalhadores e duas crianças, foram interditados. A fiação elétrica estava totalmente exposta e havia possibilidade de curto-circuito.

Os trabalhadores declararam trabalhar das 7h30 às 20h, com uma hora de almoço, de segunda à sexta-feira. Aos sábados, o trabalho seguia até às 13h. Um trabalhador chegou a relatar que há dias em que o trabalho se estende até às 22h. O local funciona em um sobrado de dois andares, com muitos cômodos. O maior deles, onde os trabalhadores passavam a maior parte do dia, acomodava as máquinas. Os cinco banheiros estavam muito sujos. Somente três possuíam chuveiros, mas todos também estavam desligados.

A Zara foi avisada do flagrante no momento da ação pelos auditores fiscais e convidada a ir até a oficina de costura, mas não compareceu.

No dia seguinte, compareceram à sede da SRTE/SP dois diretores, que não quiseram participar da reunião de exposição dos fatos. Até o advogado da empresa foi embora sem ver as fotos da situação encontrada. Somente duas advogadas da AHA, que no início da reunião se apresentaram como enviadas dos donos das oficinas e até dos trabalhadores, participaram da reunião com os auditores. A empresa não providenciou sequer alimentação às vítimas, que ficou a cargo do sindicato da categoria.

Durante o período auditado pela fiscalização (julho de 2010 a maio deste ano), a AHA foi a fabricante da Zara que mais cresceu em faturamento e número de peças de roupas faturadas para a marca, a ponto, na descrição da SRTE/SP, de se tornar a maior fornecedora da Zara na área de tecidos planos. Entretanto, chamou a atenção dos agentes que, nesse mesmo período, a empresa diminuiu o número de empregados formalizados. Os contratados diretamente da AHA passaram de 100 funcionários para apenas 20. A redução do de trabalhadores na função de costureiros foi ainda mais drástica: dos anteriores 30 para cinco funcionários exercendo a função. “O nível de dependência econômica deste fornecedor para com a Zara ficou claro para a fiscalização. A empresa funciona, na prática, como extensão de logística de sua cliente preponderante, Zara Brasil Ltda.”, sustentam os auditores fiscais do trabalho que estiveram à frente da investigação.

A confecção de uma calça gerava ao dono da oficina terceirizada R$ 6, em média. Este valor era dividido em três partes: R$ 2 para os trabalhadores; R$ 2 para as despesas com alimentação, moradia e outros custos; e R$ 2 para o dono da oficina. Após a produção na oficina, a intermediária (AHA) recolhia a produção e encaminhava as peças à lavanderia, também terceirizada. Depois, o produto ainda era acabado e embalado para ser entregue à Zara.

Após os flagrantes, os trabalhadores compareceram à SRTE/SP, onde foram colhidos depoimentos e emitidas as carteiras e guias de Seguro Desemprego para Trabalhador Resgatado. Parte das vítimas já havia dado entrada na documentação obter o visto de permanência no Brasil.

As verbas rescisórias, que acabaram sendo pagas pela intermediária AHA, totalizaram mais de R$ 140 mil. As contribuições previdenciárias sonegadas e pagas a posteriori somaram cerca de R$ 7,2 mil. Já as contribuições sociais e ao FGTS sonegadas chegaram à R$ 16,3 mil.

A AHA, que preferiu não responder especificamente ao conjunto de perguntas enviadas. A advogada da fornecedora da Zara enviou apenas uma nota escrita a imprensa e declarou que a empresa “jamais teve conhecimento da utilização, pelas oficinas contratadas, de mão de obra escrava; jamais teve qualquer participação na contratação dos funcionários de referidas oficinas; e, assim que tomou conhecimento de irregularidades constatadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego, imediatamente adotou todas as providências necessárias à regularização”.

Após a fiscalização, a Rhodes pagou as verbas rescisórias de cada trabalhador. A fiscalização foi à nova oficina de Narciso, em 26 de junho, e constatou melhorias. Entre elas, o registro de todos os funcionários, regularização migratória, submissão de costureiros a exames médicos.

De acordo com auditores fiscais da GRTE de Campinas-SP, houve adequação da instalação elétrica e melhora do espaçamento entre as máquinas. Os trabalhadores agora utilizam cadeiras com melhores condições ergonômicas e de conforto. A iluminação também foi melhorada e os equipamentos de incêndio estão todos válidos e sinalizados. As saídas de emergência foram demarcadas.

“Com a mudança da oficina e a suspensão da interdição, grande parte dos trabalhadores voltaram a trabalhar de forma regular nas novas instalações da mesma oficina“, discorre a auditora Márcia Marques. Foram lavrados 30 autos de infração contra a intermediária Rhodes pelas irregularidades encontradas. Nove autos se referem às questões trabalhistas e as demais infrações estão relacionadas à saúde e segurança do trabalho. A reportagem não conseguiu entrar em contato com a Rhodes pelos telefones da empresa.

Em resposta a questões sobre os ocorridos, a Inditex – que é dona da Zara e de outras marcas de roupa com milhares de lojas espalhadas mundo afora, classificou o caso envolvendo a AHA e as oficinas subcontratadas como “terceirização não autorizada” que “violou seriamente” o Código de Conduta para Fabricantes. Seungod a Inditex, o Código de Conduta determina que qualquer subcontratação deve ser autorizada por escrito pela Inditex. A assinatura do Código do Conduta é obrigatória para todos os fornecedores da companhia e foi assumido pelo fornecedor em questão.
A empresa disse ter agido para que o fornecedor responsável pela “terceirização não autorizada” pudesse “solucionar” a situação imediatamente, assumindo as compensações econômicas dos trabalhadores e comprometendo-se a corrigir as condições de trabalho da oficina flagrada com escravidão.

Haverá, segundo a Inditex, um reforço an revisão do sistema de produção da AHA, assim como das outras empresas no Brasil, para garantir que não exista outro caso como este. “Estamos trabalhando junto com o MTE para a erradicação total destas práticas que violam não só nosso rígido Código de Conduta, como também a legislação trabalhista brasileira e internacional”.

Em 2010, a Inditex produziu mais de 7 milhões de unidades de peças no Brasil, desenvolvidas, segundo a empresa, por cerca de 50 fornecedores que somam “mais de 7 mil trabalhadores”. O total de peças que estava sendo produzido irregularmente algumas centenas de peças, adicionou a Inditex, representa “uma porcentagem inferior a 0,03%” da produção do grupo, que é um dos maiores do mundo no segmento, no país.

Lembrando que: A maior parte dos produtos do grupo que comanda a Zara é feita na Europa. Metade é confeccionada em países como Espanha (onde a empresa mantém fábricas próprias) ou Portugal. Outros 14% são fabricados em outras nações europeias como Turquia e Itália. A produção no Brasil corresponde a algo inferior a 1% do total. Em 2010, 30 lojas da Zara já estavam em funcionamento no país. São cerca de 2 mil profissionais contratados diretamente.

No que se refere à presença comercial, o Brasil é o terceiro mercado mais importante da Inditex no continente americano, ficando atrás somente dos Estados Unidos e do México”, colocou a empresa, que manifestou intenção de não abandonar a produção no país. “A Inditex prevê seguir crescendo no Brasil com a abertura de novas lojas a curto, médio e longo prazo”.

Via: Vermelho.org

Eu sinceramente achei esse caso um absurdo!

Primeiro, por descobrir que em pleno Século XXI ainda tenham coragem de um ato tão horrendo que é a escravidão. E por ver que, as maiores vítimas disso são imigrantes.
Acho que, só tem idéia do que é xenofobia, quem está fora de seu pais. E é muito triste ver que isso também acontece no meu…

O que vocês acham? Não deixem de colocar suas opiniões também!

Beijos.

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01
Jun

O medo europeu: a bactéria E. Coli

Polêmica S.O.S

A crise dos pepinos está a provocar tensões em todos os ramos europeus, sendo eles: alimentares, económicas e até mesmo, diplomáticos.

Berlim acusou os pepinos espanhóis de serem o vetor de contaminação com uma bactéria; A Espanha por sua vez alega o contrário, referindo que análises feitas nos produtos. Tanto, que o vice-primeiro-ministro espanhol Alfredo Rubalcaba confirmou que Madrid intensiona processar a Alemanha.

Enquanto se procura o verdadeiro culpado pela “bactéria assassina”, um tipo agressivo da Escherichia Coli – mais conhecida como colibacilo – os agricultores espanhóis dizem estar a perder cerca de 200 milhões de euros por semana. “Espero que este problema esteja resolvido dentro de 10 a 15 dias para tentarmos salvar 30 % do investimento, pelo menos para cobrir o valor das sementes porque os outros gastos já não recuperamos”, diz um sindicalista de Múrcia.

A crise também está a colocar milhares de postos de trabalho em risco num país que tem o nível mais elevado de desemprego da União Europeia porem, o grande motivo de preocupação é mesmo a saúde. Já morreram 16 pessoas e mais de mil outras ficaram infetadas, em especialmente na Alemanha.

Afinal, o que é essa bactéria E. Coli? - O Escherichia coli (abrevia-se E. coli) é um grupo grande e diverso de bactérias. Embora a maioria das variedades de Escherichia coli sejam inofensivas, outras podem provocar doenças. Alguns tipos de Escherichia coli podem causar diarréia, enquanto outros provocam infecção urinária, doença respiratória, pneumonia e outras doenças.
Há ainda outros tipos de Escherichia coli que são usados como marcadores de contaminação na água. Você pode escutar sobre achado de Escherichia coli na água para beber, a qual por si mesma pode ser inofensiva, mas é indicador de contaminação.

Quem é infectado por Escherichia coli – Pessoas de qualquer idade podem ser infetadas. Crianças muito pequenas e idosos são mais propensos a desenvolver doença séria e síndrome hemolítico-urêmica, mas até crianças mais velhas e adultos jovens podem ficar seriamente doentes.

Sinais e sintomas de infecção – Os sintomas de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas (que produzem um ou mais tipos de toxina denominadas toxina Shiga 1 e 2) variam de pessoa para pessoa, mas freqüentemente incluem cólicas estomacais severas, diarréia (freqüentemente com sangue), e vômito. Se houver febre, ela geralmente não é muito alta, menos de 38,5˚C. A maioria das pessoas fica melhor dentro de 5 a 7 dias. Algumas infecções são moderadas, porém outras são graves e até ameaçam a vida.

Complicações de infecções – Em torno de 5 a 10% das pessoas com infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas desenvolvem uma complicação potencialmente fatal conhecida como síndrome hemolítico-urêmica. Sinais de que a pessoa está desenvolvendo síndrome hemolítico-urêmica incluem diminuição na freqüência da urinação, sensação de muito cansaço, e cor rosada nas bochechas e dentro das pálpebras inferiores. Pessoas com síndrome hemolítico-urêmica devem ser hospitalizadas porque os rins podem parar de funcionar ou desenvolver outros problemas sérios.
A maioria das pessoas com síndrome hemolítico-urêmica se recupera dentre de algumas semanas, porém algumas pode sofrer danos permanentes ou até morrer.

Como a infecção se espalha – As infecções por Escherichia coli Shiga Toxigênicas começam quando a pessoa engole as bactérias, em outras palavras quando entram pequenas quantidades (geralmente invisíveis) de fezes humanas ou animais na boca. Infelizmente isso acontece com mais freqüência do que se imagina. Exposições que resultam em doença incluem consumo de comida contaminada, leite não pausterizado, água não desinfetada, contato com gado, ou contato com fezes de pessoas infectadas.

Diagnóstico de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas - são geralmente diagnosticadas por teste laboratorial de fezes. Identificar a variedade específica de Escherichia coli é muito importante para propósitos de saúde pública.

Tratamento para infecção – O tratamento com terapia não específica, incluindo hidratação, é importante.
Antibióticos não devem ser usados no tratamento. Não existe evidência que tratamento com antibióticos ajude, e o uso poderia elevar o risco de síndrome hemolítico-urêmica. Agentes contra a diarréia, como Imodium®, também poderiam elevar esse risco.

Prevenção de infecção por Escherichia coli Shiga Toxigênicas - Podem ser prevenidas das seguintes formas:

- Lavar as mãos cuidadosamente depois de usar o banheiro, trocar fraldas, e antes de preparar ou comer alimentos;
– Lavar as mãos depois de contato com animais em seu ambiente (fazendas, zoológicos, feiras);
– Evitar laticínios não pasteurizados;
– Evitar engolir água ao nadar em lagos, represas e piscinas.

Pois é, mesmo sendo um problema aqui da Europa, devemos tomar cuidado em qualquer parte do mundo!

Beijos.

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06
Mai

Mais uma de Lady Gaga: Novo clipe, Judas

Polêmica

E acaba de ser lançado o novo e polémico clipe da excêntrica Lady Gaga, Judas.

Desde antes do lançamento oficial, tanto a música quanto o clipe causa um mal-estar religioso, onde a cantora americana encarna Maria Madalena, discípula de Jesus Cristo, considerada santa por diversas igrejas.
A Liga Católica para Direitos Religiosos e Civis deve se reunir para organizar uma acção contra o videoclipe.
Por minha conta, e depois de assisti-lo inumeras vezes encontrei algumas cenas, as quais pesquisei sobre seus significados simbólicos e/ou religiosos, e o resultado final foi mais ou menos esse:
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Apóstolos  motoqueiros: a rebeldia;
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Gaga como Maria Madalena: que ao decorrer do clipe se torna a traidora de Jesus e por fim é apedrejada;
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Local combinado: se transformou em uma festa, com brigas, traições…
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Lavando os pés: Que segundo a igreja católica significa a purifição para uns aos outros, suportando-nos mutuamente e aceitando ser suportados pelos outros; purificar-nos uns aos outros nos doando reciprocamente a força santificadora da Palavra de Deus e introduzindo-nos no Sacramento do amor divino;
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Fogo: O fogo consume, aquece, ilumina, mas também pode trazer morte e dor; e por isso seu simbolismo pode variar muito dependendo do contexto em que ele é usado. Ele é muito usado como um símbolo de inspiração como também é um símbolo predominante do inferno. O fogo é um dos quatro elementos que o ser humano pode produzir, fazendo uma conexão entre os mortais e os Deuses. A maioria dos rituais envolvem uma chama eterna, e acender um fogo é equiparado com o nascimento e ressurreição. Pode ainda representar iluminação espiritual, sexualidade e fertilidade;
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Ondas fortes: sempre associada a ausência de Deus…
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Tanto a música quanto o clipe, teve data para seu lançamento próximo das celebrações da Páscoa, coincidência? E, por sua vez o director do clipe Laurieann Gibson se defendeu ao afirmar que a produção vai “mudar o mundo”, mas não se trata de uma blasfémia
Ahm, AQUI tem a tradução da música também, e abaixo mais algumas cenas do clipe:
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Na minha opinião sincera, é mais uma polémica chocante da Gaga. Não acho nada legal ela insistir em tocar nesse tema, afinal “religião, política e futebol são coisas que não se discutem”.
E vocês, o que acham??
Nota: Meus pais são super católicos, e ontem quando mostrei o clipe para eles pedindo para que me ajudassem a interpretá-lo, foram super contra de posta-lo. Mas eu teimosa que sou, achei legal trazê-lo pra vocês, para vermos juntos se é coisa da minha cabeça tudo isso ou se ela abusou mais um pouco dos limites, rs.
Beijos.

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